AMRIGS manifesta preocupação com inclusão de terapias alternativas no SUS

Ausência de comprovação médica em procedimentos pode prejudicar diagnóstico e tratamento de doenças.

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) demonstra sua preocupação com a inclusão de dez terapias alternativas nos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o presidente da entidade médica, Alfredo Floro Cantalice Neto, as práticas não possuem embasamentos de eficácia devidamente comprovados na área médica. Além disso, ajudam a elevar os custos do SUS, podendo prejudicar programas sociais já estabelecidos.

– Nossa posição será sempre em defesa do bom exercício da medicina, valorizando e incentivando todas as ações que promovam a saúde e bem estar, desde que estejam amparadas por estudos científicos e de eficácia comprovada, o que não é o caso. O gasto com estas práticas pode elevar a defasagem dos investimentos em outras áreas da medicina que precisam de maior atenção – afirma.

As novas práticas de tratamentos alternativos oferecidas pelo SUS são apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais.

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