Depilação exige acompanhamento profissional e cuidado médico

Assim como os demais procedimentos estéticos, a depilação, em especial a laser e luz intensa pulsada, deve ser acompanhada por um dermatologista. Os métodos mais convencionais, como lâmina, creme e cera, também podem necessitar de supervisão médica caso surjam complicações no paciente.
– Com relação aos recursos tecnológicos, como laser e Luz intensa Pulsada, são procedimentos com grande eficacia para depilação, os pelos tendem a não voltar, embora o sucesso do tratamento depende do uso de equipamentos adequados e aplicação correta pelo profissional. Além disso, pacientes com disfunção hormonal em geral podem não responder ao tratamento. Existem riscos de complicações devido a cor da pele e do pelo, destaca a dermatologista e primeira-secretária da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Analupe Webber.
Sobre outros métodos, a médica explica que deve-se procurar um especialista quando há lesão após a depilação. A mais comum é a foliculite, quando a pele fica cheia de bolinhas. As pessoas de pele morena também podem apresentar manchas ao longo do tempo, nas áreas de depilação.
Entenda a diferença entre os métodos
A dermatologista associada da SBD-RS, Flavia Rossato, explica os diferentes procedimentos depilatórios:
Corte e extração: o primeiro é o mais conhecido e pode ser feito por lâmina ou creme depilatório. De acordo com a médica, no caso dos cremes há indicação de um teste no antebraço para verificar se há reação alérgica. É a forma mais indicada para quem tem tendência a pelo encravado e quem está realizando procedimento por laser ou luz intensa pulsada. Já a extração pode ser feita por aparelho elétrico.
Remoção: realizada por cera ou por fio. Com relação ao primeiro método, Flavia reforça que o material deve ser descartável para evitar possíveis contaminações e a opção entre quente ou frio varia conforme o gosto pessoal. Já o segundo caso está relacionado ao laser e luz intensa pulsada, dois equipamentos distintos, com emissão de energia e resultado eficaz e duradouro, pois os pelos tendem a não voltar, salvo em casos com disfunção hormonal. O número de sessões é variável de uma área para outra. Frase não relacionada a remoção por fio, que deve ter sido exposta por Rossato.
Entre os riscos da depilação a laser e luz pulsada, a dermatologista destaca que há contraindicação para gestantes e nunca se deve fazer com a pele bronzeada ou recentemente exposta ao sol, devido ao estímulo de melanina, o que torna o tratamento mais arriscado e pode causar uma eventual queimadura.

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