Empresas tentam driblar problemas de escala durante jogos do Brasil na Copa

Cada jogo do Brasil será um grande desafio para as empresas, que buscam soluções para manter um clima de confraternização entre os colegas sem afetar a produtividade. A estreia da seleção de Tite contra a Suíça será no domingo, mas na próxima sexta-feira, 22 de junho, empresas vão começar a ajustar os horários de acordo com o fuso horário da Rússia, para a partida contra a Costa Rica, às 9h de Brasília.

Telões e bandeirinhas no local de trabalho, lanches de graça ou funcionários liberados para assistir os jogos fora da empresa: cada companhia tem sua estratégia para tentar driblar os problemas de escala. De acordo com um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 28% das empresas do setor de comércio e de serviços vão dispensar seus funcionários para assistirem aos jogos do Brasil e 17% montaram um espaço especial para que assistam as partidas no local de trabalho. “É impossível manter as pessoas focadas durante os jogos do Brasil na Copa”, explica Robson Melo, da start-up Estante Magica, que emprega uma centena de pessoas no centro do Rio de Janeiro.

Seus funcionários terão a impressão de estar em um estádio de futebol, em um espaço decorado com dezenas de pequenas bandeiras nas cores verde e amarelo, grama artificial no chão e paletes de madeira interpostos para simular as arquibancadas. Sem contar a pipoca e os sanduíches a vontade. “Vamos parar para os jogos, mas as metas são as mesmas. Estamos muito mais focados no cumprimento de metas do que com o cumprimento de horário efetivo”, assegura Robson Melo, cuja empresa empresa oferece plataforma de projetos pedagógicos para escolas, publicando inclusive livros da autoria de crianças.

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