{"id":56803,"date":"2023-06-27T09:49:14","date_gmt":"2023-06-27T12:49:14","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=56803"},"modified":"2023-06-27T09:49:16","modified_gmt":"2023-06-27T12:49:16","slug":"para-promocao-de-inclusao-servidores-do-estado-participam-de-palestra-sobre-letramento-lgbtqia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/para-promocao-de-inclusao-servidores-do-estado-participam-de-palestra-sobre-letramento-lgbtqia\/","title":{"rendered":"Para promo\u00e7\u00e3o de inclus\u00e3o, servidores do Estado participam de palestra sobre letramento LGBTQIA+"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>No m\u00eas que celebra a diversidade e o orgulho LGBTQIA+, o governo do Estado realiza uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es e eventos para promover a inclus\u00e3o e o respeito aos direitos dessa popula\u00e7\u00e3o. Dentro desta programa\u00e7\u00e3o, foi oferecida, na tarde desta segunda-feira (26\/6), uma palestra sobre letramento LGBTQIA+ para servidores do Estado. O evento, organizado pela Secretaria de Justi\u00e7a, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), ocorreu no audit\u00f3rio da Funda\u00e7\u00e3o de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Sul (Fase).<\/p>\n<p>Representantes de diferentes secretarias e \u00f3rg\u00e3os do governo estiveram presentes na atividade. Na condu\u00e7\u00e3o da palestra estavam a diretora da Divis\u00e3o da Diversidade e de Combate \u00e0 Intoler\u00e2ncia, Gl\u00f3ria Crystal, e a assessora t\u00e9cnica Barbara Gon\u00e7alves. Gl\u00f3ria se identifica como mulher travesti, e B\u00e1rbara, como mulher trans.\u00a0<\/p>\n<p>Para Gl\u00f3ria, o letramento garante que pessoas LGBTQIA+ se sintam respeitadas e acolhidas ao procurarem os servi\u00e7os do Estado. <em>\u201cConsidero extremamente importante. O letramento nada mais \u00e9 do que informa\u00e7\u00e3o. \u00c9 sobre como trabalhar com a popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+ para que sejamos bem atendidos e acolhidos. \u00c9 importante tamb\u00e9m para que possamos desenvolver pol\u00edticas p\u00fablicas para essa popula\u00e7\u00e3o\u201d,<\/em> disse.<\/p>\n<p>Ao longo da atividade, foram esclarecidas d\u00favidas, como as diferen\u00e7as entre identidade de g\u00eanero, sexo biol\u00f3gico e sexualidade. Tamb\u00e9m abordaram quest\u00f5es como os impactos da homofobia no Brasil, o pa\u00eds que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo.<\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico de assassinatos da popula\u00e7\u00e3o trans e travesti, o Brasil ocupa o topo do ranking h\u00e1 14 anos. Em fun\u00e7\u00e3o das mortes violentas, a expectativa de vida dessa popula\u00e7\u00e3o no pa\u00eds \u00e9 de 35 anos. Os dados s\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), da organiza\u00e7\u00e3o da sociedade civil (OSC) Acontece Arte e Pol\u00edtica LGBTI+ e da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de L\u00e9sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).\u00a0<\/p>\n<p>Conter a viol\u00eancia contra a popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+ \u00e9 um dos motivos pelos quais o combate ao preconceito, por meio da informa\u00e7\u00e3o, \u00e9 t\u00e3o necess\u00e1rio. O letramento tamb\u00e9m ajuda a minimizar estigmas tamb\u00e9m dentro do servi\u00e7o p\u00fablico, explicou B\u00e1rbara. <em>\u201cA estrutura precisa de renova\u00e7\u00e3o porque, cada vez mais, o mundo est\u00e1 evoluindo. A informa\u00e7\u00e3o faz com que as pessoas possam se atualizar sobre temas que muitas vezes n\u00e3o fazem parte do seu cotidiano. Todo mundo conhece uma pessoa LGBT e \u00e9 preciso incluir todas. Elas precisam ser respeitadas ao acessar servi\u00e7os de sa\u00fade, ir \u00e0 delegacia e tamb\u00e9m se manterem na escola\u201d<\/em>, disse, lembrando que o preconceito \u00e9 um fator de evas\u00e3o escolar. <em>\u201cAs pessoas LGBTQIA+ precisam estar no mercado de trabalho, no servi\u00e7o p\u00fablico e ser refer\u00eancia para outras. Isso depende da educa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 algo transformador.\u201d<\/em><\/p>\n<p>O respeito ao nome social e aos pronomes de identifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o exemplos b\u00e1sicos de como os servi\u00e7os p\u00fablicos podem ser mais inclusivos. Entre outros momentos de sua trajet\u00f3ria compartilhados ao longo da palestra, Gl\u00f3ria Crystal lembrou de uma experi\u00eancia recente. Ao sofrer um acidente cardiovascular transit\u00f3rio, ela recorreu a uma emerg\u00eancia hospitalar, onde foi identificada pelo nome masculino, mesmo tendo o nome social identificado em seus documentos. <em>\u201cEu me identifico com o g\u00eanero feminino e quem me v\u00ea enxerga isso claramente. Ent\u00e3o, me chamarem pelo nome masculino \u00e9 o tipo de coisa que pode e deve ser evitado\u201d<\/em>, exemplificou.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>GOV RS | Texto: Tham\u00edris Mondin\/Secom | Edi\u00e7\u00e3o: Vitor Necchi\/Secom | Foto: Gustavo Mansur\/Secom<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas que celebra a diversidade e o orgulho LGBTQIA+, o governo do Estado realiza uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es e eventos para promover a inclus\u00e3o e o respeito aos direitos dessa popula\u00e7\u00e3o. Dentro desta programa\u00e7\u00e3o, foi oferecida, na tarde desta segunda-feira (26\/6), uma palestra sobre letramento LGBTQIA+ para servidores do Estado. 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