{"id":58638,"date":"2023-08-31T09:03:40","date_gmt":"2023-08-31T12:03:40","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=58638"},"modified":"2023-08-31T09:03:41","modified_gmt":"2023-08-31T12:03:41","slug":"instituto-desenvolve-pecuaria-lanca-campanha-de-conscientizacao-do-consumo-da-carne-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/instituto-desenvolve-pecuaria-lanca-campanha-de-conscientizacao-do-consumo-da-carne-gaucha\/","title":{"rendered":"Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria lan\u00e7a campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o do consumo da carne ga\u00facha"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p dir=\"ltr\" style=\"text-align: center;\"><i>Evento reuniu o presidente da Farsul, Gede\u00e3o Pereira, e diversas lideran\u00e7as do setor na tarde desta quarta-feira, no audit\u00f3rio da Federacite, durante a 46\u00aa Expointer<\/i><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Com o slogan \u201cDe onde a carne vem? No verso da embalagem tem\u201d, o Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria fez o lan\u00e7amento da campanha de conscientiza\u00e7\u00e3o do consumo da carne ga\u00facha nesta quarta-feira, 30 de agosto, durante a 46\u00aa Expointer, e que ser\u00e1 veiculada a partir de 15 de setembro at\u00e9 30 de novembro. O presidente da institui\u00e7\u00e3o, Luis Felipe Barros, enfatiza que o Rio Grande do Sul enfrenta <em>\u201cuma enxurrada de carne produzida fora do estado, que vai direto para as g\u00f4ndolas e freezers do varejo, o que leva a um consumo de 45% desta carne\u201d.<\/em> Barros avalia que o consumidor consome apenas 55% dessa prote\u00edna e que este comportamento <em>\u201c\u00e9 muito grave, pois dilapida uma cadeia que envolve fornecedores de insumos, de ra\u00e7\u00e3o, de medicamento veterin\u00e1rio e prejudica frigor\u00edficos e pecuaristas\u201d.<\/em>\u00a0<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esta situa\u00e7\u00e3o, segundo ele, acontece pelo fato da carne ser, em m\u00e9dia, 33% mais barata do que a carne ga\u00facha e, tamb\u00e9m, porque <em>\u201co cliente n\u00e3o tem no\u00e7\u00e3o que est\u00e1 comendo uma carne que vem de fora do Rio Grande do Sul, ent\u00e3o ele n\u00e3o tem como comparar, ele n\u00e3o tem como optar\u201d<\/em>, explica. Com esta campanha, que ter\u00e1 como foco as m\u00eddias sociais, existe a expectativa de que a popula\u00e7\u00e3o comece a ver na etiqueta das embalagens a origem da prote\u00edna animal e que opte ou n\u00e3o pelo consumo da carne ga\u00facha. Barros justifica que a escolha pelas redes sociais acontece porque <em>\u201cvamos direcionar ao p\u00fablico que tem capacidade, mas que n\u00e3o consome por conta do desconhecimento. N\u00e3o adianta colocarmos em uma m\u00eddia tradicional e passar numa cidade pequena, que nem mesmo recebeu essa carne. Portanto, essa campanha \u00e9 eminentemente na internet, nas redes sociais\u201d<\/em>, completa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O presidente da Farsul, Gede\u00e3o Pereira, salienta que<em> \u201ca nossa pecu\u00e1ria, nesses \u00faltimos vinte ou trinta anos, evoluiu de uma maneira extraordin\u00e1ria. A maioria dos abates ocorre at\u00e9 os 24 meses\u201d<\/em>. Pereira elogiou a campanha e se colocou \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria para auxiliar nesta quest\u00e3o e em outras que o setor pecuarista necessite. No decorrer do evento, participaram o diretor t\u00e9cnico operacional do Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC), Bruno de Jesus Andrade, e o doutor em economia e integrante do Instituto Nacional da Carne (INAC), com sede no Uruguai, Pablo Caputi.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Andrade apresentou dados sobre o IMAC, fundado em 2016, e lembrou aos pecuaristas da import\u00e2ncia em estarem cientes das defici\u00eancias e amea\u00e7as que surgem. Ele ressalta quatro pilares fundamentais para que se atinja os resultados: regulariza\u00e7\u00e3o ambiental, intensifica\u00e7\u00e3o e carbono, transpar\u00eancia e rastreabilidade e imagem da carne. J\u00e1 Caputi trouxe ao p\u00fablico a experi\u00eancia do Uruguai e o papel do Instituto Nacional da Carne. Ele apresentou alguns dados comparativos entre o Rio Grande do Sul e o pa\u00eds vizinho. Os ga\u00fachos t\u00eam 28,2 milh\u00f5es de hectares, 75% das terras ar\u00e1veis, 11 milh\u00f5es de pessoas e dois hectares por habitante. O Uruguai possui 17,5 milh\u00f5es de hectares, 90% de terras ar\u00e1veis, 3,5 milh\u00f5es de pessoas e cerca de seis hectares por habitante. <em>\u201cA quest\u00e3o \u00e9 que para o Uruguai o foco \u00e9 o mercado internacional, devido ao excedente de produ\u00e7\u00e3o. Produzimos para 32 milh\u00f5es de pessoas e temos uma popula\u00e7\u00e3o de 3,5 milh\u00f5es. J\u00e1 o Rio Grande do Sul produz para 44 milh\u00f5es de habitantes e o Brasil possui mais de 200 milh\u00f5es, ent\u00e3o o foco acaba sendo o mercado interno\u201d<\/em>, concluiu.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 dir=\"ltr\"><strong>AgroEffective | Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria |\u00a0Foto: Nestor Tipa J\u00fanior\/AgroEffective | Texto: Leandro Prade\/AgroEffective<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento reuniu o presidente da Farsul, Gede\u00e3o Pereira, e diversas lideran\u00e7as do setor na tarde desta quarta-feira, no audit\u00f3rio da Federacite, durante a 46\u00aa Expointer Com o slogan \u201cDe onde a carne vem? 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