{"id":61987,"date":"2024-02-09T09:26:45","date_gmt":"2024-02-09T12:26:45","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=61987"},"modified":"2024-02-09T09:26:47","modified_gmt":"2024-02-09T12:26:47","slug":"aumento-de-casos-de-dengue-no-rs-pode-ter-relacao-com-fenomenos-climaticos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/aumento-de-casos-de-dengue-no-rs-pode-ter-relacao-com-fenomenos-climaticos\/","title":{"rendered":"Aumento de casos de dengue no RS pode ter rela\u00e7\u00e3o com fen\u00f4menos clim\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>Fen\u00f4menos clim\u00e1ticos como o El Ni\u00f1o e as chuvas intensas que afetaram o Rio Grande do Sul nos \u00faltimos meses podem ter contribu\u00eddo para o aumento do n\u00famero de casos de dengue no Estado. Em resposta \u00e0 alta de infec\u00e7\u00f5es nas \u00faltimas semanas, o governo estadual est\u00e1 intensificando as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 doen\u00e7a.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><em>\u201cA ocorr\u00eancia de casos pode ter\u00a0aumentado\u00a0devido a\u00a0fen\u00f4menos clim\u00e1ticos que tivemos \u2013 como o El Ni\u00f1o \u2013, muitas chuvas e grande ac\u00famulo de res\u00edduos. Isso propicia ainda mais a prolifera\u00e7\u00e3o do vetor,\u00a0favorecendo\u00a0altos \u00edndices de infesta\u00e7\u00e3o e, automaticamente, de\u00a0transmiss\u00e3o da doen\u00e7a\u201d<\/em>, explica\u00a0o diretor-adjunto do Centro Estadual de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade (Cevs), Marcelo Vallandro.<\/p>\n<p>Segundo Vallandro, todo o Estado requer aten\u00e7\u00e3o neste momento. <em>\u201cA maior incid\u00eancia tem acontecido na Regi\u00e3o Norte e Missioneira, mas a Metropolitana tamb\u00e9m j\u00e1 tem altos \u00edndices. De forma geral, todas as regi\u00f5es t\u00eam apresentado casos. Por isso, \u00e9 importante ter aten\u00e7\u00e3o, neste momento, a cada uma delas\u201d,<\/em> destaca.<\/p>\n<p>Dos 497 munic\u00edpios do Estado, 466 (93,8%) enfrentam infesta\u00e7\u00e3o do mosquito\u00a0<em>Aedes aegypti<\/em>,\u00a0transmissor da dengue. At\u00e9 o momento, houve 6.126 notifica\u00e7\u00f5es\u00a0de casos suspeitos da doen\u00e7a. Desse total, 2.915 foram confirmados e 1.909 seguem em investiga\u00e7\u00e3o, tendo sido descartados 1.302. Foram registradas, tamb\u00e9m, duas mortes por dengue no Rio Grande do Sul.\u00a0Segundo a Secretaria da Sa\u00fade (SES), nas primeiras cinco semanas de 2024,\u00a0o Estado teve 17 vezes mais casos notificados e confirmados do que no mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n<p>Outros estados tamb\u00e9m est\u00e3o sofrendo com a doen\u00e7a. Em 2024, o Brasil j\u00e1 registrou mais de 392 mil casos e 54 mortes, segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. At\u00e9 o momento, as unidades da federa\u00e7\u00e3o com maior n\u00famero de casos s\u00e3o Minas Gerais (135.716), S\u00e3o Paulo (61.873), Distrito Federal (48.657), Paran\u00e1 (44.200) e Rio de Janeiro (28.327).<\/p>\n<p><strong>A\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O governador Eduardo Leite\u00a0est\u00e1 buscando viabilizar, junto ao governo federal, a distribui\u00e7\u00e3o de vacinas contra a dengue no Estado. Em\u00a0reuni\u00e3o virtual com a ministra da Sa\u00fade, N\u00edsia Trindade, na tarde de quarta-feira (7\/2), Leite refor\u00e7ou o pedido pelo avan\u00e7o seguro e \u00e1gil da estrat\u00e9gia de vacina\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A dengue \u00e9 uma doen\u00e7a end\u00eamica no Rio Grande do Sul, ou seja, tem se repetido nos \u00faltimos anos. Desde 2021, o Estado vem registrando grande n\u00famero de casos. A SES trabalha ininterruptamente no controle da doen\u00e7a, refor\u00e7ando as estrat\u00e9gias nos finais de ano.<\/p>\n<p>O Estado elaborou e vem executando um plano de conting\u00eancia para combater\u00a0a prolifera\u00e7\u00e3o. As a\u00e7\u00f5es abrangem v\u00e1rios eixos \u2013\u00a0como\u00a0disponibiliza\u00e7\u00e3o de insumos aos munic\u00edpios;\u00a0supervis\u00e3o e\u00a0apoio em treinamentos e capacita\u00e7\u00f5es;\u00a0e\u00a0aplica\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias.<\/p>\n<p>O plano prop\u00f5e estrat\u00e9gias que dever\u00e3o ser incorporadas e desenvolvidas pelos munic\u00edpios, servindo de modelo para os planos de conting\u00eancia municipais\u00a0a fim de\u00a0promover\u00a0o fortalecimento e a efetividade das a\u00e7\u00f5es. \u00a0<\/p>\n<p>Como parte do plano de conting\u00eancia, o Estado disponibilizou um sistema de monitoramento que permite\u00a0acompanhar\u00a0a situa\u00e7\u00e3o por\u00a0regi\u00f5es e munic\u00edpios. No\u00a0<a href=\"https:\/\/dengue.saude.rs.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Painel de Casos da Dengue no RS<\/strong><\/a>,\u00a0cada gestor municipal pode consultar seu munic\u00edpio e saber quais as melhores estrat\u00e9gicas a serem adotadas, conforme o n\u00edvel de alerta em cada local.<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul tem inovado no combate \u00e0 doen\u00e7a. Dois exemplos s\u00e3o as ovitrampas \u2013 armadilhas utilizadas para a coleta de ovos do\u00a0<em>Aedes aegypti<\/em>\u00a0\u2013\u00a0e a Borrifa\u00e7\u00e3o Residual Intradomiciliar (BRI), que consiste na aplica\u00e7\u00e3o de inseticida, no interior de im\u00f3veis, nos locais de maior perman\u00eancia de pessoas durante o dia.\u00a0A SES j\u00e1 capacitou 120 munic\u00edpios para a ado\u00e7\u00e3o da borrifa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A BRI fez parte de um projeto-piloto elaborado em conjunto com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, cujos resultados apresentaram bons indicadores \u2013 tanto que o \u00f3rg\u00e3o passou a recomendar a a\u00e7\u00e3o para todo o pa\u00eds. No Rio Grande do Sul, o m\u00e9todo come\u00e7ou a ser desenvolvido no in\u00edcio de 2023. A iniciativa \u00e9 recomendada pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) e pelos Centros para o Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as dos Estados Unidos. Estudos em outros pa\u00edses demonstraram que, ap\u00f3s uma \u00fanica aplica\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o sens\u00edvel ao longo dos meses no n\u00famero de casos de doen\u00e7as transmitidas pelo\u00a0<em>Aedes<\/em>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-61989 aligncenter\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/41-400x307.png\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"307\" srcset=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/41-400x307.png 400w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/41-768x589.png 768w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/41.png 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p>Sob a orienta\u00e7\u00e3o do Estado, os munic\u00edpios tamb\u00e9m realizam a\u00e7\u00f5es de rotina, como controle de pontos estrat\u00e9gicos, coloca\u00e7\u00e3o de larvicidas biol\u00f3gicos em algumas localidades e pulveriza\u00e7\u00e3o para\u00a0bloqueio de transmiss\u00e3o. Al\u00e9m disso, o Laborat\u00f3rio Central de Sa\u00fade P\u00fablica (Lacen\/RS) atua em suplementa\u00e7\u00e3o \u00e0s redes municipais, realizando grande parte dos exames para a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Estado e munic\u00edpios possuem compet\u00eancias diferentes no enfrentamento \u00e0 dengue. As prefeituras s\u00e3o respons\u00e1veis pela execu\u00e7\u00e3o direta das a\u00e7\u00f5es, enquanto o Executivo estadual tem a atribui\u00e7\u00e3o de monitorar, coordenar, gerir e orientar as iniciativas\u00a0de combate.<\/p>\n<p><em>\u201cN\u00f3s treinamos, capacitamos e orientamos os munic\u00edpios na execu\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m monitoramos e divulgamos informa\u00e7\u00f5es como forma de subsidiar os profissionais de sa\u00fade com comunicados de risco e alertas\u201d,<\/em> detalha\u00a0Vallandro. <em>\u201cAl\u00e9m disso, apoiamos os gestores municipais na constru\u00e7\u00e3o de seus planos de conting\u00eancia, na organiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es assistenciais \u2013 para atendimento \u00e0 popula\u00e7\u00e3o \u2013\u00a0e na capacita\u00e7\u00e3o tanto para a parte operacional de combate ao vetor quanto para o manejo cl\u00ednico dos pacientes.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Orienta\u00e7\u00f5es \u00e0 popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o deve tomar medidas de preven\u00e7\u00e3o \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o e \u00e0 circula\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>Aedes aegypti<\/em><em>,<\/em>\u00a0limpando e revisando \u00e1reas internas e externas das resid\u00eancias e\u00a0apartamentos. O uso de repelente tamb\u00e9m \u00e9 recomendado para maior prote\u00e7\u00e3o individual.\u00a0<\/p>\n<p>Para ajudar a eliminar os criadouros, \u00e9 necess\u00e1ria uma\u00a0a\u00e7\u00e3o semanal nos locais que podem\u00a0acumular \u00e1gua.\u00a0O ciclo de vida do\u00a0mosquito, do ovo at\u00e9 a fase adulta, leva de sete\u00a0a dez\u00a0dias. Ent\u00e3o, se a verifica\u00e7\u00e3o for realizada uma vez por semana, \u00e9 poss\u00edvel interromper o ciclo e evitar o nascimento de novos mosquitos.\u00a0<\/p>\n<p><em><strong>\u201c<\/strong>\u00c9 importante que todos fa\u00e7amos a nossa parte. O mosquito se reproduz em criadouros, desde reservat\u00f3rios pequenos\u00a0(como vasinhos de plantas\u00a0e\u00a0tampinhas de garrafa) at\u00e9 caixas d'\u00e1gua, calhas\u00a0e\u00a0piscinas n\u00e3o tratadas. Assim, \u00e9 preciso realizar\u00a0o cuidado semanal de elimina\u00e7\u00e3o: tirar\u00a0a\u00a0\u00e1gua daquele local ou tampar os reservat\u00f3rios\u201d<\/em>, frisa\u00a0Vallandro. \u00a0<\/p>\n<p>Al\u00e9m do combate ao mosquito, \u00e9 importante estar alerta para o\u00a0aparecimento dos sintomas e buscar o atendimento de sa\u00fade quando necess\u00e1rio. Crian\u00e7as e idosos requerem aten\u00e7\u00e3o especial. <em>\u201c\u00c0s vezes, os mais vulner\u00e1veis passam despercebidamente pela doen\u00e7a e n\u00e3o se d\u00e3o conta.\u00a0A\u00ed,\u00a0quando chegam \u00e0\u00a0unidade de sa\u00fade,\u00a0j\u00e1 est\u00e3o com o quadro mais agravado\u201d<\/em>, explica\u00a0o diretor do Cevs.<\/p>\n<p><strong>Cuidados b\u00e1sicos<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u00a0Vedar totalmente caixas d'\u00e1gua;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0limpar calhas, retirando folhas e sujeira, para\u00a0evitar ac\u00famulo de \u00e1gua;<\/li>\n<li>\u00a0limpar ralos\u00a0e aplicar tela para evitar a forma\u00e7\u00e3o de criadouros;<\/li>\n<li>\u00a0limpar bandejas de ar-condicionado\u00a0ou descart\u00e1-las;<\/li>\n<li>\u00a0vedar\u00a0totalmente gal\u00f5es, ton\u00e9is, po\u00e7os, lat\u00f5es e tambores,\u00a0inclusive aqueles usados para \u00e1gua de consumo humano;<\/li>\n<li>\u00a0esticar lonas\u00a0para evitar ac\u00famulo de \u00e1gua;<\/li>\n<li>\u00a0tratar\u00a0piscinas e fontes\u00a0com produtos qu\u00edmicos espec\u00edficos;<\/li>\n<li>\u00a0guardar,\u00a0em locais cobertos, objetos\u00a0como pneus;<\/li>\n<li>\u00a0armazenar garrafas vazias\u00a0com a boca para baixo;<\/li>\n<li>\u00a0virar baldes com a\u00a0boca para baixo;<\/li>\n<li>\u00a0tampar\u00a0vasos sanit\u00e1rios fora de uso ou de uso eventual,\u00a0renovando a\u00a0\u00e1gua semanalmente;<\/li>\n<li>\u00a0esvaziar\u00a0os pratos dos vasos de plantas ou preench\u00ea-los com areia;<\/li>\n<li>\u00a0esvaziar\u00a0a \u00e1gua acumulada na bandeja da geladeira;<\/li>\n<li>\u00a0esvaziar\u00a0a \u00e1gua acumulada semanalmente\u00a0de algumas plantas, como espada-de-s\u00e3o-jorge e brom\u00e9lias\u00a0(que podem acumular \u00e1gua entre as folhas)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Principais sintomas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u00a0Febre alta (39\u00b0C a 40\u00b0C), com dura\u00e7\u00e3o de dois a sete dias;\u00a0\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0dor\u00a0retroorbital\u00a0(atr\u00e1s dos olhos);\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0dor de cabe\u00e7a;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0dor no corpo;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0dor nas articula\u00e7\u00f5es;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0mal-estar geral;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0n\u00e1usea;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0v\u00f4mito;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0diarreia;\u00a0<\/li>\n<li>\u00a0manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n<hr \/>\n<h6><strong>GOV RS | Texto: Juliana Dias\/Secom | Edi\u00e7\u00e3o: Felipe Borges\/Secom | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o SES<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fen\u00f4menos clim\u00e1ticos como o El Ni\u00f1o e as chuvas intensas que afetaram o Rio Grande do Sul nos \u00faltimos meses podem ter contribu\u00eddo para o aumento do n\u00famero de casos de dengue no Estado. 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