{"id":78452,"date":"2025-09-24T10:20:16","date_gmt":"2025-09-24T13:20:16","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=78452"},"modified":"2025-09-24T10:20:21","modified_gmt":"2025-09-24T13:20:21","slug":"moagem-de-cana-no-centro-sul-deve-crescer-36-em-2026-27","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/moagem-de-cana-no-centro-sul-deve-crescer-36-em-2026-27\/","title":{"rendered":"Moagem de cana no Centro-Sul deve crescer 3,6% em 2026\/27"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><i data-olk-copy-source=\"MessageBody\">Regi\u00e3o pode registrar a terceira maior moagem da hist\u00f3ria; no Nordeste, etanol de milho avan\u00e7a com novos projetos<\/i><\/p>\n<div>\n<p>A primeira estimativa para a safra 2026\/27 de cana-de-a\u00e7\u00facar no Centro-Sul projeta moagem de 620,5 milh\u00f5es de toneladas, alta de 3,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo 2025\/26. O resultado colocaria a regi\u00e3o diante da terceira maior safra j\u00e1 registrada, de acordo com dados da StoneX, empresa global de servi\u00e7os financeiros.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-78454 alignleft\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/31-2-267x400.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"400\" srcset=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/31-2-267x400.jpg 267w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/31-2.jpg 721w\" sizes=\"auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px\" \/><\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o prevista decorre de tr\u00eas fatores principais, que incluem o rejuvenescimento do canavial em 2026\/27 ap\u00f3s o aumento das renova\u00e7\u00f5es em 2024\/25 e em 2025\/26; a expectativa de chuvas mais pr\u00f3ximas da normalidade entre outubro e mar\u00e7o e a expans\u00e3o da \u00e1rea colhida, que deve atingir 8 milh\u00f5es de hectares, 1,8% acima do ciclo atual. Parte desse crescimento vem da recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas afetadas pelas queimadas no per\u00edodo de julho a setembro de 2024, quando 420 mil hectares de \u00e1reas estavam sujeitas a inc\u00eandios, tanto em ponto de colheita quanto em \u00e1reas j\u00e1 colhidas.<\/p>\n<p>\u201c<em>A recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas reformadas ap\u00f3s as queimadas e o retorno esperado das chuvas criam um ambiente mais favor\u00e1vel para o setor. Esses fatores, somados ao rejuvenescimento do canavial, explicam a proje\u00e7\u00e3o de uma safra entre as maiores da hist\u00f3ria do Centro-Sul<\/em>\u201d, destaca o analista de Intelig\u00eancia de Mercado da StoneX, Marcelo Di Bonif\u00e1cio Filho.<\/p>\n<center>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"x_ymail_ctr_id_-303398-10\" src=\"https:\/\/files.pressmanager.net\/clientes\/266b8c0c21c436843181b6aed8421f07\/imagens\/2025\/09\/22\/65e26df626ae556869b60e1e3851cf16.jpg\" alt=\"\" data-imagetype=\"External\" \/><\/p>\n<\/center>\n<p>A produtividade deve ter leve avan\u00e7o, alcan\u00e7ando 77,5 toneladas por hectare, apesar da persist\u00eancia de d\u00e9ficits h\u00eddricos em regi\u00f5es como Tri\u00e2ngulo Mineiro, Sul de Goi\u00e1s e Noroeste Paulista, que ainda registram n\u00edveis de umidade do solo pr\u00f3ximos \u00e0s m\u00ednimas em 10 anos desde 2024.<\/p>\n<p>No campo dos derivados, a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar \u00e9 estimada em 42,1 milh\u00f5es de toneladas, aumento de 5,7% e o segundo maior volume da s\u00e9rie hist\u00f3rica. O crescimento ser\u00e1 impulsionado pela maior moagem e pela normaliza\u00e7\u00e3o do A\u00e7\u00facar Total Recuper\u00e1vel (ATR), previsto em 138,8 kg\/ton, alta de 2,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo atual. A expectativa \u00e9 de exporta\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas ao recorde de 2024, com excedente em torno de 34 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<center>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"x_ymail_ctr_id_-818939-11\" src=\"https:\/\/files.pressmanager.net\/clientes\/266b8c0c21c436843181b6aed8421f07\/imagens\/2025\/09\/22\/f8bb8f9e156b3a2d96384d90ccf1124f.jpg\" alt=\"\" data-imagetype=\"External\" \/><\/p>\n<\/center>\n<p>O etanol tamb\u00e9m ter\u00e1 destaque com uma estimativa de produ\u00e7\u00e3o total ampliada pelo avan\u00e7o do milho, cuja oferta pode alcan\u00e7ar 11,4 bilh\u00f5es de litros, crescimento de 17,5% frente ao ciclo 2025\/26, respondendo por quase um ter\u00e7o do volume da regi\u00e3o. J\u00e1 o etanol de cana deve atingir 14,6 bilh\u00f5es de litros, aumento de 6,6%.<\/p>\n<p><strong>Etanol de milho ganha protagonismo no Nordeste<\/strong><\/p>\n<p>No Norte-Nordeste, a moagem de cana em 2025\/26 deve se manter praticamente est\u00e1vel, em 57,3 milh\u00f5es de toneladas, leve queda de 0,5% sobre o ciclo anterior. A produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar, no entanto, tende a recuar 1,9%, para 3,65 milh\u00f5es de toneladas, refletindo a normaliza\u00e7\u00e3o do ATR ap\u00f3s resultados recordes em 2024\/25.<\/p>\n<center>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"x_ymail_ctr_id_-249219-12\" src=\"https:\/\/files.pressmanager.net\/clientes\/266b8c0c21c436843181b6aed8421f07\/imagens\/2025\/09\/22\/e09a9bed2fc34022c8a6ce9eb5877696.jpg\" alt=\"\" data-imagetype=\"External\" \/><\/p>\n<\/center>\n<p>O grande destaque da regi\u00e3o est\u00e1 no etanol de milho, cuja produ\u00e7\u00e3o deve se aproximar de 1 bilh\u00e3o de litros j\u00e1 em 2025\/26, com 962 mil m\u00b3. O avan\u00e7o \u00e9 impulsionado pela entrada em opera\u00e7\u00e3o de novas plantas, como a usina da Inpasa em Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es (BA), com capacidade superior a 500 mil m\u00b3 anuais, al\u00e9m de mais uma iniciativa na Bahia e projetos em Tocantins, Piau\u00ed e Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p><em>\u201cO etanol de milho ganha relev\u00e2ncia estrat\u00e9gica no Nordeste por diversificar a matriz de produ\u00e7\u00e3o, garantir maior seguran\u00e7a no abastecimento de biocombust\u00edveis e ampliar a competitividade da regi\u00e3o no mercado nacional\u201d<\/em>, avalia Di Bonif\u00e1cio.<\/p>\n<center>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"x_ymail_ctr_id_-510793-13\" src=\"https:\/\/files.pressmanager.net\/clientes\/266b8c0c21c436843181b6aed8421f07\/imagens\/2025\/09\/22\/960c3b062c113e95f135ccdad9009a8d.jpg\" alt=\"\" data-imagetype=\"External\" \/><\/p>\n<\/center>\n<p>Frente a esse cen\u00e1rio, o etanol de cana tende a perder espa\u00e7o relativo, diante da crescente oferta do milho. A mudan\u00e7a, por\u00e9m, deve se intensificar a partir de 2026\/27, quando novos projetos entrar\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o. A expectativa \u00e9 de um mix a\u00e7ucareiro em torno de 51% para o ciclo 2025\/26.<\/p>\n<p><strong>Sobre a StoneX<\/strong><\/p>\n<p>A StoneX \u00e9 uma empresa global e centen\u00e1ria de servi\u00e7os financeiros customizados, com presen\u00e7a em mais de 70 escrit\u00f3rios pelo mundo, conectando mais de 300 mil clientes em 180 pa\u00edses. No Brasil, \u00e9 especialista em desenvolver estrat\u00e9gias de gest\u00e3o de riscos para proteger o lucro independente da volatilidade do mercado. Tamb\u00e9m atua em banco de c\u00e2mbio, intelig\u00eancia de mercado, corretagem, mercado de capitais de d\u00edvida, fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es, investimentos, trading e ESG \u2013 consultoria de solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>Site institucional:<\/strong>\u00a0<a title=\"https:\/\/stonex.com\/pt-br\" href=\"https:\/\/stonex.com\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" shape=\"rect\" data-auth=\"NotApplicable\" data-linkindex=\"0\">https:\/\/stonex.com\/pt-br<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Attuale Comunica\u00e7\u00e3o | Foto: StoneX<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Regi\u00e3o pode registrar a terceira maior moagem da hist\u00f3ria; no Nordeste, etanol de milho avan\u00e7a com novos projetos A primeira estimativa para a safra 2026\/27 de cana-de-a\u00e7\u00facar no Centro-Sul projeta moagem de 620,5 milh\u00f5es de toneladas, alta de 3,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo 2025\/26. 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