{"id":80454,"date":"2025-11-26T10:39:23","date_gmt":"2025-11-26T13:39:23","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=80454"},"modified":"2025-11-26T10:39:25","modified_gmt":"2025-11-26T13:39:25","slug":"producao-nacional-de-alho-tem-alto-potencial-com-uso-de-biotecnologia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/producao-nacional-de-alho-tem-alto-potencial-com-uso-de-biotecnologia\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o nacional de alho tem alto potencial com uso de biotecnologia"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Bioinsumos ampliam efici\u00eancia nutricional, sanidade e produtividade em uma das culturas mais tecnificadas e tamb\u00e9m onerosas do setor hortifrutigranjeiro brasileiro<\/em><\/p>\n<p>O cultivo do alho est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o de destaque entre os hortifr\u00fatis de maior valor agregado cultivados no Brasil, ocupando segundo dados do IBGE, em torno de 13 mil hectares e totalizando uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 172 mil toneladas. Com custos m\u00e9dios de produ\u00e7\u00e3o que chegam a R$ 250 mil por hectare, a cultura exige alto investimento, mas oferece retorno proporcional, podendo alcan\u00e7ar faturamentos superiores a R$ 360 mil por ha, com produtividades m\u00e9dias entre 16 e 20 ton.<\/p>\n<p>Segundo o engenheiro agr\u00f4nomo e coordenador de Desenvolvimento de Neg\u00f3cios Nacional da Superbac, Luiz Fernando Ribeiro, trata-se de um segmento formado por produtores altamente tecnificados, que adotam manejo de precis\u00e3o e parcerias com consultores e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa para garantir efici\u00eancia produtiva. \u201c<em>O produtor de alho \u00e9 extremamente t\u00e9cnico e busca constantemente ferramentas que tragam mais assertividade, garantia e seguran\u00e7a ao manejo. Quando conseguimos oferecer solu\u00e7\u00f5es biotecnol\u00f3gicas que otimizam a nutri\u00e7\u00e3o e protegem a planta, geramos valor real\u201d,<\/em> afirma.<\/p>\n<p>Especialmente porque este cultivo tem elevado consumo de fertilizantes, em m\u00e9dia, utiliza-se de 3 a 4 ton\/h\u00e1 do insumo no plantio. A soja por outro lado usa-se 0,25; 0,3 ton\/h\u00e1 no plantio. Ent\u00e3o estamos falando de 10 vezes ou mais o consumo de fertilizantes na cultura do alho., por exemplo. \u201c<em>O nutriente mais absorvido por essas plantas \u00e9 o nitrog\u00eanio, essencial para o desenvolvimento foliar, mas que, em excesso, pode favorecer o surgimento de doen\u00e7as. Da\u00ed a import\u00e2ncia de se oferecer um manejo com bioinsumos eficiente e na medida certa\u201d<\/em>, destaca o especialista.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a produ\u00e7\u00e3o enfrenta desafios como a depend\u00eancia de fertilizantes importados, a alta sensibilidade a pat\u00f3genos e as condi\u00e7\u00f5es de irriga\u00e7\u00e3o constante, fundamental para a exist\u00eancia da cultura no Pa\u00eds, especialmente nas regi\u00f5es do Cerrado Mineiro (S\u00e3o Gotardo, e Rio Parana\u00edba) al\u00e9m de Cristalina\/GO e do Sul do Brasil (Rio Grande do Sul e Santa Catarina).<\/p>\n<p>Outro cen\u00e1rio enfrentado pelo olericultor \u00e9 o de doen\u00e7as que afetam a cultura. Dentre as principais, Ribeiro destaca as bacterioses foliares e a raiz rosada, que comprometem o sistema radicular e reduzem significativamente o potencial produtivo.<\/p>\n<p><strong>Efici\u00eancia biol\u00f3gica e incremento de produtividade<\/strong><\/p>\n<p>Nesse contexto, o uso de fertilizantes biotecnol\u00f3gicos e de biodefensivos tem se consolidado como ferramenta estrat\u00e9gica para melhorar o desempenho da lavoura. A Superbac vem obtendo resultados expressivos com produtos \u00e0 base de bact\u00e9rias do g\u00eanero Bacillus, aplicados tanto na nutri\u00e7\u00e3o quanto na prote\u00e7\u00e3o da cultura. <em>\u201cOs nossos fertilizantes biotecnol\u00f3gicos, \u00e0 base de Bacillus, t\u00eam grande aceita\u00e7\u00e3o entre os produtores de alho porque ajudam a manter a sanidade da planta e retardam a perda de folhas, al\u00e9m de proporcionar uma nutri\u00e7\u00e3o eficiente, o que se traduz diretamente em produtividade\u201d<\/em>, explica Ribeiro.<\/p>\n<p>De acordo com os resultados de campo, \u00e1reas tratadas com as solu\u00e7\u00f5es da Superbac apresentaram maior reten\u00e7\u00e3o foliar e incrementos de at\u00e9 700 kg\/ha, equivalentes a cerca de R$ 12,6 mil adicionais de receita por ha. \u201c<em>Cada folha preservada representa de 9% a 15% a mais de produ\u00e7\u00e3o. Quando conseguimos prolongar a vida foliar, a planta responde com maior ac\u00famulo de fotoassimilados e, consequentemente, mais rendimento\u201d<\/em>, complementa o coordenador.<\/p>\n<p><strong>Solu\u00e7\u00f5es biotecnol\u00f3gicas aplicadas ao alho<\/strong><\/p>\n<p>Os resultados relatados foram obtidos com o uso das linhas SmartGran\u00ae e o biodefensivo Supershield \u00e0 base de Bacillus, desenvolvidas pela Superbac, al\u00e9m do Supergan. Os produtos s\u00e3o formulados com bact\u00e9rias do g\u00eanero bacillus, sendo nos fertilizantes promotoras de crescimento vegetal (PGPB), que atuam na solubiliza\u00e7\u00e3o de nutrientes, aumento da efici\u00eancia do uso do nitrog\u00eanio e est\u00edmulo ao enraizamento. J\u00e1 para o Supershield, essas bact\u00e9rias atuam na forma\u00e7\u00e3o de biofilme radicular, criando uma barreira biol\u00f3gica que impede o ataque de nematoides e melhoram o equil\u00edbrio microbiol\u00f3gico do solo.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o desse biofilme aumenta a resist\u00eancia da planta a doen\u00e7as como raiz rosada, al\u00e9m de favorecer a longevidade das folhas, diretamente associada \u00e0 produtividade final. <em>\u201cO uso integrado de fertilizantes biotecnol\u00f3gicos e biodefensivos \u00e9 o que permite alcan\u00e7ar o m\u00e1ximo potencial produtivo. Bact\u00e9rias que auxiliam na nutri\u00e7\u00e3o e que protegem cria um sistema de manejo mais eficiente e sustent\u00e1vel\u201d<\/em>, destaca Ribeiro.<\/p>\n<p><strong>Solo equilibrado<\/strong><\/p>\n<p>Outro ponto relevante \u00e9 o impacto positivo da biotecnologia sobre a biologia do solo, frequentemente degradada pelo manejo intensivo do alho. \u201c<em>O alho \u00e9 uma cultura de manejo pesado, com alta carga de insumos e opera\u00e7\u00f5es. Isso afeta a microbiota natural do solo. As solu\u00e7\u00f5es biotecnol\u00f3gicas da Superbac ajudam a restabelecer esse equil\u00edbrio e a criar um ambiente mais favor\u00e1vel ao desenvolvimento radicular e \u00e0 absor\u00e7\u00e3o de nutrientes<\/em>\u201d, observa o especialista.<\/p>\n<p>O uso cont\u00ednuo dessas tecnologias tamb\u00e9m favorece a longevidade das \u00e1reas produtivas, reduzindo a incid\u00eancia de doen\u00e7as de solo e permitindo a rota\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel de culturas. <em>\u201cEstamos falando de bact\u00e9rias que fazem a planta produzir e bact\u00e9rias que protegem a planta. Esse equil\u00edbrio biol\u00f3gico \u00e9 o que permite ao produtor alcan\u00e7ar mais produtividade, sustentabilidade e estabilidade econ\u00f4mica\u201d,<\/em> finaliza Ribeiro.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>RuralPress | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o Superbac<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bioinsumos ampliam efici\u00eancia nutricional, sanidade e produtividade em uma das culturas mais tecnificadas e tamb\u00e9m onerosas do setor hortifrutigranjeiro brasileiro O cultivo do alho est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o de destaque entre os hortifr\u00fatis de maior valor agregado cultivados no Brasil, ocupando segundo dados do IBGE, em torno de 13 mil hectares e totalizando uma produ\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":80455,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-80454","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80454","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=80454"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80454\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":80456,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80454\/revisions\/80456"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/80455"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80454"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80454"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80454"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}