{"id":82048,"date":"2026-01-22T10:32:02","date_gmt":"2026-01-22T13:32:02","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=82048"},"modified":"2026-01-22T10:32:05","modified_gmt":"2026-01-22T13:32:05","slug":"selecao-genetica-auxilia-controle-do-carrapato-em-bovinos-no-verao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/selecao-genetica-auxilia-controle-do-carrapato-em-bovinos-no-verao\/","title":{"rendered":"Sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica auxilia controle do carrapato em bovinos no ver\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Conforme a Conex\u00e3o Delta G, sele\u00e7\u00e3o de animais mais resistentes ajuda a reduzir impactos sanit\u00e1rios e perdas produtivas em per\u00edodos de maior infesta\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>O aumento da temperatura e da umidade durante o ver\u00e3o cria condi\u00e7\u00f5es ideais para a prolifera\u00e7\u00e3o de parasitos que afetam o desempenho dos bovinos, com destaque para o carrapato. Segundo o vice-presidente da Conex\u00e3o Delta G, Octaviano Pereira Neto, al\u00e9m do uso de carrapaticidas e das pr\u00e1ticas tradicionais de manejo, a gen\u00e9tica surge como estrat\u00e9gia complementar para reduzir os impactos sanit\u00e1rios e produtivos nas propriedades.<\/p>\n<p>De acordo com Pereira Neto, o ciclo mais r\u00e1pido dos parasitos nesta \u00e9poca do ano amplia os desafios no campo. \u201c<em>No per\u00edodo de primavera e ver\u00e3o, com temperatura elevada e maior umidade, o carrapato encontra condi\u00e7\u00f5es ideais para se multiplicar. O mesmo ocorre com outros parasitos, como moscas e vermes, que passam a ter ciclos de vida mais curtos e eficientes<\/em>\u201d, explica, ao destacar que esse cen\u00e1rio exige uma abordagem mais ampla no controle sanit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Dentro desse contexto, o especialista refor\u00e7a que a sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica permite identificar animais que, al\u00e9m de produtivos, apresentam maior resist\u00eancia natural ao carrapato. Segundo ele, a resist\u00eancia \u00e9 um dos indicadores avaliados nos programas de melhoramento conduzidos pela Conex\u00e3o Delta G. <em>\u201cQuando o produtor escolhe um touro que alia alto desempenho produtivo \u00e0 resist\u00eancia ao carrapato, essa caracter\u00edstica passa a ser incorporada gradualmente \u00e0 m\u00e9dia do rebanho. No m\u00e9dio prazo, isso permite um controle mais racional dos parasitos e melhores resultados produtivos\u201d<\/em>, afirma.<\/p>\n<p>O dirigente da Conex\u00e3o Delta G ressalta que animais mais resistentes tendem a responder melhor tanto \u00e0s infesta\u00e7\u00f5es quanto aos tratamentos adotados no manejo sanit\u00e1rio. \u201c<em>Isso n\u00e3o significa que n\u00e3o se precise mais utilizar carrapaticidas ou adotar medidas de manejo recomendadas. Mas a resposta aos tratamentos e aos insumos aplicados \u00e9 muito melhor em animais com maior resist\u00eancia natural<\/em>\u201d, observa.<\/p>\n<p>Segundo ele, a diferen\u00e7a entre animais resistentes e suscet\u00edveis \u00e9 evidente no desempenho produtivo. \u201c<em>Os mais suscet\u00edveis, mesmo tratados, costumam se reinfestar mais rapidamente e sofrem maior impacto da a\u00e7\u00e3o parasit\u00e1ria. J\u00e1 quando trabalhamos com animais resistentes ou introduzimos genes de resist\u00eancia em uma popula\u00e7\u00e3o, a efici\u00eancia do rebanho se mant\u00e9m e conseguimos expressar melhor o m\u00e9rito gen\u00e9tico, como ganho de peso e efici\u00eancia produtiva\u201d<\/em>, explica.<\/p>\n<p>Outro efeito destacado pelo vice-presidente da entidade \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da infesta\u00e7\u00e3o ambiental. <em>\u201cAnimais suscet\u00edveis sofrem maior parasitismo e acabam contaminando mais a pastagem. Quando se introduzem genes de resist\u00eancia em uma popula\u00e7\u00e3o, n\u00e3o apenas o animal individual se beneficia, mas o ambiente como um todo passa a ter menor carga de carrapatos<\/em>\u201d, completa.<\/p>\n<p>Para Pereira Neto, a integra\u00e7\u00e3o entre gen\u00e9tica, manejo e sanidade \u00e9 fundamental para enfrentar per\u00edodos cr\u00edticos como o ver\u00e3o. \u201c<em>A ado\u00e7\u00e3o de animais mais resistentes contribui para manter o desempenho produtivo e permite um uso mais eficiente dos insumos sanit\u00e1rios, gerando ganhos t\u00e9cnicos e econ\u00f4micos para o produtor<\/em>\u201d, conclui.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>AgroEffective | Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da Conex\u00e3o Delta G | <span style=\"font-size: revert; color: initial;\">Foto: Leandro Vieira\/Divulga\u00e7\u00e3o |\u00a0<\/span>Texto: Nestor Tipa J\u00fanior\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conforme a Conex\u00e3o Delta G, sele\u00e7\u00e3o de animais mais resistentes ajuda a reduzir impactos sanit\u00e1rios e perdas produtivas em per\u00edodos de maior infesta\u00e7\u00e3o O aumento da temperatura e da umidade durante o ver\u00e3o cria condi\u00e7\u00f5es ideais para a prolifera\u00e7\u00e3o de parasitos que afetam o desempenho dos bovinos, com destaque para o carrapato. 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