{"id":85612,"date":"2026-06-15T09:27:16","date_gmt":"2026-06-15T12:27:16","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=85612"},"modified":"2026-06-15T09:27:21","modified_gmt":"2026-06-15T12:27:21","slug":"projeto-piloto-desenvolve-metricas-para-agricultura-regenerativa-na-soja","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/projeto-piloto-desenvolve-metricas-para-agricultura-regenerativa-na-soja\/","title":{"rendered":"Projeto piloto desenvolve m\u00e9tricas para agricultura regenerativa na soja"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><i data-olk-copy-source=\"MessageBody\">Unidade agr\u00edcola da AMAGGI, em Mato Grosso, integra iniciativa para desenvolver c\u00e1lculos adaptadas \u00e0 agricultura tropical e refor\u00e7ar pr\u00e1ticas socioambientais na produ\u00e7\u00e3o<\/i><\/p>\n<div>\n<p>A press\u00e3o por cadeias produtivas mais sustent\u00e1veis est\u00e1 levando o agroneg\u00f3cio a avan\u00e7ar para uma nova etapa. Agora \u00e9 preciso medir os resultados no campo. Com esse objetivo, a AMAGGI passou a integrar, em 2025, o projeto piloto de agricultura regenerativa da Mesa Redonda da Soja Respons\u00e1vel (Round Table on Responsible Soy, RTRS).<\/p>\n<p>A iniciativa \u00e9 voltada ao desenvolvimento de m\u00e9tricas capazes de mensurar e evidenciar os impactos das pr\u00e1ticas na produ\u00e7\u00e3o de soja, considerando as caracter\u00edsticas e demandas da agricultura tropical.<\/p>\n<p>Na Fazenda \u00c1gua Quente, unidade agr\u00edcola da AMAGGI localizada em Sapezal (MT), o projeto ganhou aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica no campo. A propriedade possui \u00e1rea total de 20.473 hectares, dos quais aproximadamente 15.876 hectares s\u00e3o destinados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, com cultivo de soja, algod\u00e3o e outras culturas, al\u00e9m de uma equipe formada por 336 colaboradores.<\/p>\n<p><strong>DNA sustent\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o da companhia no projeto \u00e9 resultado de uma trajet\u00f3ria consolidada em sustentabilidade e produ\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel. Nesse percurso, a AMAGGI se tornou a primeira empresa do mundo a conquistar a certifica\u00e7\u00e3o pelo padr\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o e cadeia de cust\u00f3dia da RTRS.<\/p>\n<p>Segundo a empresa, essa experi\u00eancia, somada ao desenvolvimento do pr\u00f3prio protocolo interno de agricultura regenerativa, contribuiu para o reconhecimento de sua expertise no tema e abriu espa\u00e7o para participa\u00e7\u00e3o do projeto piloto regenerativo da RTRS.<\/p>\n<p>Em n\u00fameros, na safra 2024\/2025, a fazenda produziu mais de 60 mil toneladas de soja certificada pela RTRS EURED, volume direcionado principalmente aos mercados europeu e asi\u00e1tico.<\/p>\n<p>A empresa explica que iniciativas alinhadas \u00e0s novas exig\u00eancias e tend\u00eancias de mercado precisam ser continuamente avaliadas como forma de aprimorar padr\u00f5es e contribuir para a sustentabilidade da soja. Nesse contexto, a ades\u00e3o ao projeto piloto ocorreu como uma oportunidade de colaborar com a evolu\u00e7\u00e3o do tema dentro da institui\u00e7\u00e3o, especialmente no desenvolvimento de m\u00e9tricas voltadas \u00e0 mensura\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas agr\u00edcolas em sistemas de produ\u00e7\u00e3o tropical.<\/p>\n<p>Entre as principais iniciativas adotadas est\u00e3o o plantio direto, o uso de plantas de cobertura, o manejo integrado de pragas (MIP), a aplica\u00e7\u00e3o de bioinsumos no cultivo da soja e o uso de tecnologias de agricultura digital e telemetria, que ampliam a efici\u00eancia operacional e apoiam a tomada de decis\u00e3o baseada em dados.<\/p>\n<p>Essas a\u00e7\u00f5es fazem parte da Gest\u00e3o Socioambiental da AMAGGI (GSA), sistema corporativo estruturado que orienta e monitora as opera\u00e7\u00f5es da companhia, identificando, prevenindo e reduzindo impactos socioambientais, al\u00e9m de promover boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas, conformidade legal e relacionamento com partes interessadas.<\/p>\n<p><strong>Monitoramento e indicadores fortalecem gest\u00e3o e resultados<\/strong><\/p>\n<p>Embora a companhia j\u00e1 adotasse pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis e regenerativas, a participa\u00e7\u00e3o no projeto permitiu abrir uma nova discuss\u00e3o sobre a tropicaliza\u00e7\u00e3o do acompanhamento dessas a\u00e7\u00f5es, fortalecendo o acompanhamento dessas a\u00e7\u00f5es, os processos de avalia\u00e7\u00e3o e o monitoramento e mensura\u00e7\u00e3o de resultados.<\/p>\n<p>Nesse processo, os indicadores utilizados dentro do projeto passaram a trazer uma nova abordagem para as pr\u00e1ticas j\u00e1 monitoradas pelo padr\u00e3o RTRS. Entre os principais pilares da certifica\u00e7\u00e3o est\u00e3o crit\u00e9rios ligados \u00e0s boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas, como manejo integrado de pragas, uso respons\u00e1vel de defensivos agr\u00edcolas, armazenamento e descarte adequados, sa\u00fade e seguran\u00e7a do trabalhador, treinamentos e manuten\u00e7\u00e3o de registros.<\/p>\n<p>Junto a esses benef\u00edcios, destacam-se indicadores relacionados \u00e0 biodiversidade, conserva\u00e7\u00e3o do solo, uso racional da \u00e1gua e controle do uso de defensivos. Aliados \u00e0s pr\u00e1ticas regenerativas, esses aspectos contribuem para a melhoria da sa\u00fade do solo, o aumento da resili\u00eancia dos sistemas produtivos, a redu\u00e7\u00e3o de impactos ambientais e a gera\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios de longo prazo para a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como resultado, a certifica\u00e7\u00e3o RTRS contribui para a valoriza\u00e7\u00e3o do produto e para o acesso a mercados mais exigentes ao demonstrar o atendimento a crit\u00e9rios socioambientais reconhecidos internacionalmente e refor\u00e7ar a produ\u00e7\u00e3o de uma soja respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>No fim do dia, essa abordagem aproxima sustentabilidade e estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios, transformando indicadores t\u00e9cnicos em ferramentas capazes de fortalecer a gest\u00e3o das propriedades e gerar diferencia\u00e7\u00e3o em cadeias produtivas cada vez mais exigentes.<\/p>\n<p><strong>Experi\u00eancia contribuiu para evolu\u00e7\u00e3o do projeto<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-85615 aligncenter\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/12-1-267x400.jpg\" alt=\"\" width=\"210\" height=\"315\" srcset=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/12-1-267x400.jpg 267w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/12-1-768x1152.jpg 768w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/12-1-1024x1536.jpg 1024w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/12-1-1365x2048.jpg 1365w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/12-1-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"auto, (max-width: 210px) 100vw, 210px\" \/><\/p>\n<p>De acordo com a gerente Global de Padr\u00f5es e Assurance da RTRS, Ana Laura Andreani, a participa\u00e7\u00e3o da Fazenda \u00c1gua Quente teve papel importante para fortalecer a constru\u00e7\u00e3o e o aprimoramento do projeto piloto, especialmente ao trazer a experi\u00eancia pr\u00e1tica do campo para a revis\u00e3o dos crit\u00e9rios e indicadores utilizados.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-85614 alignleft\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/11-400x267.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" srcset=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/11-400x267.jpg 400w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/11-768x512.jpg 768w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/11-600x400.jpg 600w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/11-1536x1023.jpg 1536w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/11.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p><em>\u201cA Fazenda \u00c1gua Quente j\u00e1 possu\u00eda uma trajet\u00f3ria consolidada na ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas regenerativas, e essa experi\u00eancia contribuiu significativamente para enriquecer o processo de avalia\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o do protocolo<\/em>\u201d, completou a consultora Externa da RTRS e coordenadora do projeto piloto, <strong>Helen Estima Lazzari<\/strong>.<\/p>\n<p>Em sua avalia\u00e7\u00e3o, o conhecimento t\u00e9cnico e a viv\u00eancia da equipe da AMAGGI permitiram identificar oportunidades de melhoria nos indicadores utilizados para medir a implementa\u00e7\u00e3o da agricultura regenerativa, tornando-os mais aderentes \u00e0s condi\u00e7\u00f5es reais encontradas no campo.<\/p>\n<p>Essa contribui\u00e7\u00e3o foi importante, real\u00e7ou Ana, para garantir que o protocolo permanecesse conectado \u00e0 realidade dos produtores e avan\u00e7asse com maior consist\u00eancia, credibilidade e relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Sobre a RTRS<\/strong><\/p>\n<p>Fundada em 2006 em Zurique, na Su\u00ed\u00e7a, a Mesa Global da Soja Respons\u00e1vel (RTRS, na sigla em ingl\u00eas) \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o internacional sem fins lucrativos que estabelece padr\u00f5es competitivos e confi\u00e1veis e desenvolve solu\u00e7\u00f5es para promover a produ\u00e7\u00e3o, o com\u00e9rcio e o uso de soja sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Como uma mesa redonda global multissetorial, a RTRS atua por meio da coopera\u00e7\u00e3o entre os diversos atores da cadeia de valor da soja \u2014 da produ\u00e7\u00e3o ao consumo \u2014 oferecendo uma plataforma global de di\u00e1logo multilateral sobre soja respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>Como provedora de solu\u00e7\u00f5es, a RTRS desenvolve padr\u00f5es de certifica\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de soja e para a cadeia de cust\u00f3dia, al\u00e9m de ferramentas como a Plataforma Online \u2014 que permite o rastreamento e o registro das certifica\u00e7\u00f5es RTRS, dos volumes de produ\u00e7\u00e3o e do material certificado \u2014 e a Calculadora de Pegada de Soja e Milho, entre outras ferramentas.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0<a title=\"https:\/\/responsiblesoy.org\/\" href=\"https:\/\/responsiblesoy.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" shape=\"rect\" data-auth=\"NotApplicable\" data-linkindex=\"1\">https:\/\/responsiblesoy.org\/<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Attuale Comunica\u00e7\u00e3o | Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Unidade agr\u00edcola da AMAGGI, em Mato Grosso, integra iniciativa para desenvolver c\u00e1lculos adaptadas \u00e0 agricultura tropical e refor\u00e7ar pr\u00e1ticas socioambientais na produ\u00e7\u00e3o A press\u00e3o por cadeias produtivas mais sustent\u00e1veis est\u00e1 levando o agroneg\u00f3cio a avan\u00e7ar para uma nova etapa. 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