{"id":86325,"date":"2026-07-10T09:49:35","date_gmt":"2026-07-10T12:49:35","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=86325"},"modified":"2026-07-10T09:49:38","modified_gmt":"2026-07-10T12:49:38","slug":"subsea7-repsol-sinopec-brasil-exxonmobil-brasil-e-petrobras-apresentam-prototipo-em-escala-real-de-nova-tecnologia-offshore","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/subsea7-repsol-sinopec-brasil-exxonmobil-brasil-e-petrobras-apresentam-prototipo-em-escala-real-de-nova-tecnologia-offshore\/","title":{"rendered":"Subsea7, Repsol Sinopec Brasil, ExxonMobil Brasil e Petrobras apresentam prot\u00f3tipo em escala real de nova tecnologia offshore"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Projeto Gimbal Joint Riser, financiado pela cl\u00e1usula de P&amp;DI da ANP, prop\u00f5e a simplifica\u00e7\u00e3o das configura\u00e7\u00f5es de risers eliminando sistemas de flutua\u00e7\u00e3o para projetos submarinos de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Subsea7, Repsol Sinopec Brasil, ExxonMobil Brasil e Petrobras anunciam significativo avan\u00e7o para a segunda fase de desenvolvimento do Projeto Gimbal Joint Riser (GJR). Financiada pela cl\u00e1usula de obriga\u00e7\u00e3o de investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inova\u00e7\u00e3o (P&amp;DI) da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), a tecnologia est\u00e1 na etapa de valida\u00e7\u00e3o experimental em escala real com a apresenta\u00e7\u00e3o do seu prot\u00f3tipo ao mercado.<\/p>\n<p>O GJR introduz uma junta multiarticulada em risers (tubula\u00e7\u00f5es) r\u00edgidos para absorver os movimentos din\u00e2micos gerados pela plataforma nos projetos de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em alto mar. Na pr\u00e1tica, a tecnologia permite utilizar as tubula\u00e7\u00f5es em formato de caten\u00e1ria livre (suspensa diretamente) em \u00e1guas ultra profundas, eliminando a necessidade de grandes estruturas de flutua\u00e7\u00e3o, como as exigidas pelos modelos convencionais, conhecidos como \u201cSteel Lazy Wave Risers\u201d (SLWRs).<\/p>\n<p><em>\u201cO avan\u00e7o do projeto Gimbal Joint Riser para a fase corrente de testes do prot\u00f3tipo em escala real valida nossa tese t\u00e9cnica de maneira objetiva. Os dados provam que simplificar a estrutura submarina elimina a necessidade de centenas de metros de tubula\u00e7\u00f5es adicionais, reduzindo os custos de instala\u00e7\u00e3o e a pegada de carbono, sempre tendo a seguran\u00e7a operacional como prioridade. O trabalho executado at\u00e9 aqui, lado a lado com a Repsol Sinopec Brasil, a ExxonMobil Brasil e a Petrobras, tem nos garantido a consist\u00eancia de engenharia necess\u00e1ria para atingir a maturidade tecnol\u00f3gica que o mercado offshore exige\u201d<\/em>, afirma Yann Cottart, Vice-Presidente S\u00eanior Brazil GPC West da Subsea7.<\/p>\n<p>Estudos t\u00e9cnicos indicam que a solu\u00e7\u00e3o tem potencial para gerar ganhos relevantes de efici\u00eancia operacional e redu\u00e7\u00e3o de custos, em fun\u00e7\u00e3o da simplifica\u00e7\u00e3o do sistema em caten\u00e1ria livre e da menor necessidade de materiais e equipamentos. Essa abordagem tamb\u00e9m favorece a sustentabilidade das opera\u00e7\u00f5es, contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es associadas \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o, log\u00edstica e instala\u00e7\u00e3o dos sistemas submarinos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da potencial otimiza\u00e7\u00e3o de materiais e redu\u00e7\u00e3o de CAPEX, a tecnologia GJR apresenta-se como uma solu\u00e7\u00e3o alternativa tamb\u00e9m ao sistema de tubos flex\u00edveis, em configura\u00e7\u00e3o lazy wave -- onde um dos principais desafios operacionais \u00e9 a Corros\u00e3o sob Tens\u00e3o (SCC). Mesmo possuindo um componente flex\u00edvel, podendo ser este um tubo flex\u00edvel ou comp\u00f3sito, o design da armadura externa opera absorvendo as cargas de tra\u00e7\u00e3o, protegendo o componente flex\u00edvel, eliminando um fator importante para a ocorr\u00eancia do fen\u00f4meno SCC.<\/p>\n<p><em>\u201cO GJR evidencia o valor da colabora\u00e7\u00e3o entre parceiros de excel\u00eancia para o avan\u00e7o de solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas voltadas aos desafios da produ\u00e7\u00e3o em \u00e1guas ultra profundas. Ao mesmo tempo em que contribui para opera\u00e7\u00f5es cada vez mais seguras e eficientes, a iniciativa projeta o Brasil como refer\u00eancia internacional no desenvolvimento de tecnologias offshore\u201d<\/em>, complementa Jos\u00e9 Salinero, Gerente Sr. de Pesquisa e Desenvolvimento da Repsol Sinopec Brasil.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-86327 aligncenter\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/51-1-400x267.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" srcset=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/51-1-400x267.jpg 400w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/51-1-768x512.jpg 768w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/51-1-600x400.jpg 600w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/51-1-1536x1024.jpg 1536w, http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/51-1-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p><strong>Segunda fase e maturidade tecnol\u00f3gica<\/strong><\/p>\n<p>Para o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico rumo ao n\u00edvel TRL6, conforme maturidade estabelecida pela ABNT (TRL-4, segundo as normas API 17N\/17Q), o projeto j\u00e1 contabiliza mais de 15 mil horas de engenharia aplicadas, somente nesta fase, por uma equipe multidisciplinar de mais de 100 profissionais, considerando apenas a empresa executora, al\u00e9m dos envolvidos na cadeia de suprimentos do projeto. Nesta nova fase, o prot\u00f3tipo em escala real passa por testes de laborat\u00f3rio que simulam os limites de carregamento e as condi\u00e7\u00f5es reais de um ambiente offshore extremo.<\/p>\n<p>O desenvolvimento conta com a atua\u00e7\u00e3o direta de parceiros nacionais em suas etapas de valida\u00e7\u00e3o e manufatura. O Laborat\u00f3rio de Tecnologia Oce\u00e2nica (LabOceano - COPPE\/UFRJ), no Rio de Janeiro, e a Simeros Technologies, no Rio Grande do Sul, conduzem as atividades de experimenta\u00e7\u00e3o e testes, enquanto a A\u00e7oforja Ind\u00fastria de Forjados S.A., em Minas Gerais, \u00e9 a respons\u00e1vel pela fabrica\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as estruturais. Al\u00e9m destes, a Bureau Veritas acompanha o projeto desde a sua fase inicial garantindo a qualidade da tecnologia. O projeto conta, ainda, com a participa\u00e7\u00e3o de outras empresas respons\u00e1veis pelo fornecimento de elementos que comp\u00f5em o equipamento.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Sobre a Subsea7<\/strong><\/p>\n<p>L\u00edder global na entrega de projetos e servi\u00e7os offshore para o setor de energia, a Subsea7 torna poss\u00edvel a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica offshore por meio da evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do petr\u00f3leo e do g\u00e1s com baixo teor de carbono, permitindo o crescimento de energias renov\u00e1veis e emergentes.<\/p>\n<p>Presente no Brasil h\u00e1 mais de 40 anos, a empresa conta hoje com mais de 2.500 colaboradores diretos distribu\u00eddos em bases operacionais em Ubu (ES), Rio das Ostras, A\u00e7u e Niter\u00f3i (RJ), al\u00e9m de um escrit\u00f3rio na cidade do Rio de Janeiro. As opera\u00e7\u00f5es no Brasil est\u00e3o divididas em duas \u00e1reas principais:<\/p>\n<p>Subsea e convencional: Engenharia, Aquisi\u00e7\u00e3o, Constru\u00e7\u00e3o e Instala\u00e7\u00e3o (EPCI), em profundidades variadas e contratos de PLSVs;<\/p>\n<ul>\n<li>Servi\u00e7os durante a vida \u00fatil o campo: Inspe\u00e7\u00e3o, reparo e manuten\u00e7\u00e3o, gerenciamento de integridade e servi\u00e7os de suporte.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Sobre a Repsol Sinopec Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Presente no Brasil desde 1997, a Repsol Sinopec \u00e9 uma joint venture formada pela Repsol (60%) e pela Sinopec (40%). A empresa atua na explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s no Brasil, produzindo energia, bem essencial para o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade, de maneira respons\u00e1vel e segura. Com forte presen\u00e7a em ativos de classe mundial, sobretudo no pr\u00e9-sal, a companhia tamb\u00e9m investe em pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o voltados \u00e0 efici\u00eancia operacional, \u00e0 descarboniza\u00e7\u00e3o e \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, contribuindo para o avan\u00e7o de solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que fortalecem a ind\u00fastria de energia no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Sobre a ExxonMobil Brasil<\/strong><\/p>\n<p>A ExxonMobil foi a primeira empresa de \u00f3leo e g\u00e1s a se estabelecer no Brasil, em 1912, e atualmente emprega cerca de 2 mil funcion\u00e1rios no pa\u00eds, nos escrit\u00f3rios de Explora\u00e7\u00e3o &amp; Produ\u00e7\u00e3o, no Rio de Janeiro; Qu\u00edmicos, em S\u00e3o Paulo; e em um Centro Global de Neg\u00f3cios, em Curitiba. A empresa tem participa\u00e7\u00e3o em 13 blocos explorat\u00f3rios e um campo em produ\u00e7\u00e3o, Bacalhau, na Bacia de Santos.<\/p>\n<p>Uma das maiores empresas internacionais de capital aberto e detentora de um portf\u00f3lio de recursos l\u00edder do setor, a ExxonMobil fornece energia e produtos essenciais \u00e0 sociedade enquanto reduz emiss\u00f5es. As atividades da corpora\u00e7\u00e3o s\u00e3o divididas em tr\u00eas principais linhas de neg\u00f3cios: Upstream, Product Solutions e Low Carbon Solutions.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Sobre a Petrobras<\/strong><\/p>\n<p>Fundada em 1953, a Petrobras \u00e9 refer\u00eancia global em energia. Nascida da campanha \"O Petr\u00f3leo \u00e9 Nosso\", a companhia hoje opera uma s\u00f3lida estrutura de ativo. Unindo desenvolvimento, inova\u00e7\u00e3o e novas tecnologias na explora\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o (em \u00e1guas ultraprofundas) e c\u00e9lere descarboniza\u00e7\u00e3o, com forte presen\u00e7a internacional. A meta \u00e9 liderar uma transi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica justa, ampliando biocombust\u00edveis e alcan\u00e7ando a neutralidade de emiss\u00f5es at\u00e9 2050.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Weber Shandwick | Fotos: Subsea7<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto Gimbal Joint Riser, financiado pela cl\u00e1usula de P&amp;DI da ANP, prop\u00f5e a simplifica\u00e7\u00e3o das configura\u00e7\u00f5es de risers eliminando sistemas de flutua\u00e7\u00e3o para projetos submarinos de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo \u00a0 Subsea7, Repsol Sinopec Brasil, ExxonMobil Brasil e Petrobras anunciam significativo avan\u00e7o para a segunda fase de desenvolvimento do Projeto Gimbal Joint Riser (GJR). 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