{"id":22907,"date":"2019-06-25T09:52:07","date_gmt":"2019-06-25T12:52:07","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=22907"},"modified":"2019-06-25T09:52:07","modified_gmt":"2019-06-25T12:52:07","slug":"suspeito-de-ataques-com-liquido-acido-em-porto-alegre-tem-cerca-de-25-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/suspeito-de-ataques-com-liquido-acido-em-porto-alegre-tem-cerca-de-25-anos\/","title":{"rendered":"Suspeito de ataques com l\u00edquido \u00e1cido em Porto Alegre tem cerca de 25 anos"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>E segue a investiga\u00e7\u00e3o para identificar o homem que jogou um l\u00edquido corrosivo em cinco pessoas, na Zona Sul de Porto Alegre, na semana passada. De acordo com o delegado Fernando Soares, das quatro v\u00edtimas, apenas uma delas diz ter visto duas pessoas no carro.<\/p>\n<p>\"\u00c9 um cidad\u00e3o magro, em torno de 25 anos, branco. Em uma das ocorr\u00eancias, a v\u00edtima afirma de forma categ\u00f3rica que eram duas pessoas. Um motorista e quem atingiu foi o passageiro. Pode ser uma escolha aleat\u00f3ria com v\u00edtimas que estejam andando sozinhas, em locais ermos, onde n\u00e3o tenha nenhuma testemunha.\"<\/p>\n<p>A policia descartou uma liga\u00e7\u00e3o entre as v\u00edtimas.\u00a0\"Tamb\u00e9m chegamos \u00e0 conclus\u00e3o de que nenhuma das v\u00edtimas mant\u00e9m v\u00ednculo entre elas. Ningu\u00e9m conhece ningu\u00e9m. Seja de relacionamento pessoal, particular, individual. N\u00e3o existe esse relacionamento\".<\/p>\n<p>Os ataques come\u00e7aram na quarta-feira \u00e0 noite, 19 de junho, na Rua Santa Flora, no bairro Nonoai. Um homem de bicicleta jogou o l\u00edquido no rosto da primeira v\u00edtima, \u00e0s 23h10. Na sexta-feira, 21 de junho, em menos de uma hora foram quatro ataques de carro. Dois no bairro Aberta dos Morros. E outros dois, no local do primeiro ataque.<\/p>\n<p>A pol\u00edcia trabalha para identificar a placa de um carro branco que aparece nas imagens de uma c\u00e2mera de seguran\u00e7a, a \u00fanica encontrada at\u00e9 agora. Algumas v\u00edtimas disseram \u00e0 pol\u00edcia que o ve\u00edculo \u00e9 um HB20.\u00a0As imagens registraram o momento que mulher caminha, do outro lado da rua. \u00c9 Gladis Nievinski, atingida na sexta-feira, 21 de junho. A v\u00edtima confirma que \u00e9 ela na grava\u00e7\u00e3o.\u00a0O ataque, que aconteceu momentos depois, n\u00e3o foi registrado pela c\u00e2mera. \"Ele andou com o carro e foi para o meu lado na rua\", conta.<\/p>\n<p>O delegado diz que as c\u00e2meras dos locais pr\u00f3ximos aos ataques n\u00e3o t\u00eam dados arquivados, s\u00e3o apenas de imagens instant\u00e2neas. O pr\u00f3ximo passo da pol\u00edcia ser\u00e1 listar as prov\u00e1veis rotas que o suspeito teria feito para verificar, em imagens do cercamento eletr\u00f4nico de Porto Alegre, a placa do ve\u00edculo.<\/p>\n<p>As cinco v\u00edtimas dos ataques, quatro mulheres e um jovem de 17 anos, j\u00e1 prestaram depoimento na delegacia. Duas delas foram ouvidas novamente, nesta segunda-feira, 24 de junho, para dar mais detalhes sobre o suspeito. Os casos s\u00e3o investigados pela 13\u00aa Delegacia de Pol\u00edcia Civil, na Zona Sul.<\/p>\n<p>De acordo com o delegado, tamb\u00e9m foram enviados, na segunda, as roupas das v\u00edtimas para per\u00edcia. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 descobrir que tipo de subst\u00e2ncia foi utilizada nos ataques.\u00a0\"Tenho certeza que face a prioridade, face a gravidade do fato, que extrapola a simples les\u00e3o corporal, de uma les\u00e3o corporal grav\u00edssima, porque n\u00f3s teremos exames complementares, poder\u00e3o ter sequelas irrevers\u00edveis. Em virtude da forma cruel como aconteceu, sem chance de defesa para a vitima, quem sabe poderemos enquadrar em outro tipo penal voltado para tortura, alguma coisa nesse sentido\", explicou o delegado.<\/p>\n<h3><strong>V\u00edtimas<\/strong><\/h3>\n<p>Bruna Machado Maia, 27 anos, foi atacada na noite de quarta-feira, 19 de junho, quando caminhava perto de casa, no bairro Nonoai. Ela teve o rosto e parte do bra\u00e7o queimados.\u00a0\"Quando eu olhei meu casaco eu me desesperei, j\u00e1 achei que tinha ca\u00eddo meu rosto, j\u00e1 tinha me queimado, feito buraco\", lembra.<\/p>\n<p>Num primeiro momento, a mulher pensou que estava sendo assaltada.\u00a0\"Esperou eu passar para se aproximar. Ele estava de bicicleta preta. Ele era bem branco, magro, sem barba, sem bigode, sem nada. N\u00e3o vi cabelo por causa do capuz. Ele estava com um moletom todo branco, cal\u00e7a escura e sapato escuro.\u00a0Ele falou 'olha a \u00e1gua'. No reflexo, eu botei a m\u00e3o e consegui proteger s\u00f3 meu olho, mas no rosto em si, pegou\".<\/p>\n<p>Somente na manh\u00e3 de sexta-feira, 21 de junho, tr\u00eas mulheres e um jovem procuraram a pol\u00edcia. Entre elas, T\u00e1ssia Steinmetz, 33 anos, atacada por volta das 7h20. \u00c0 repotagem do <strong>G1<\/strong>, ela disse que n\u00e3o conseguiu ver o rosto do homem que jogou o l\u00edquido.\u00a0\"Estava indo me exercitar e estava com fones de ouvido. Acho que ele me atacou pelas costas, ent\u00e3o n\u00e3o vi nada. Na hora n\u00e3o entendi o que aconteceu. Fiquei com muita dor e desnorteada\", relata.<\/p>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/fHPLBpjjf9XKtUAcityAS4ACnPNQ72\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\"><\/iframe><\/center><\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>E segue a investiga\u00e7\u00e3o para identificar o homem que jogou um l\u00edquido corrosivo em cinco pessoas, na Zona Sul de Porto Alegre, na semana passada. De acordo com o delegado Fernando Soares, das quatro v\u00edtimas, apenas uma delas diz ter visto duas pessoas no carro. \"\u00c9 um cidad\u00e3o magro, em torno de 25 anos, branco. 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