{"id":33704,"date":"2020-09-02T12:50:38","date_gmt":"2020-09-02T15:50:38","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=33704"},"modified":"2020-09-02T12:50:38","modified_gmt":"2020-09-02T15:50:38","slug":"com-nascimentos-em-baixa-taxa-de-crescimento-vegetativo-do-rs-atinge-menor-patamar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/com-nascimentos-em-baixa-taxa-de-crescimento-vegetativo-do-rs-atinge-menor-patamar\/","title":{"rendered":"Com nascimentos em baixa, taxa de crescimento vegetativo do RS atinge menor patamar"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>Com a menor taxa de natalidade desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica em 2000 e estabilidade na taxa de mortalidade, o Rio Grande do Sul registrou em 2019 o seu mais baixo crescimento vegetativo. No ano passado, a diferen\u00e7a entre o n\u00famero de nascidos e de \u00f3bitos no Estado resultou em um aumento de 45,4 mil habitantes, o que representa 0,40% de crescimento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de 2018. Os patamares registrados em 2019 s\u00e3o ainda menores dos que os relativos a 2018, quando o crescimento vegetativo havia sido de 0,45% e representava a m\u00ednima hist\u00f3rica at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Estes e outros dados referentes ao perfil dos habitantes do Estado foram apresentados nesta quarta-feira (2\/9) no estudo Estimativas populacionais por idade e sexo dos munic\u00edpios do Rio Grande do Sul, desenvolvido pelo Departamento de Economia e Estat\u00edstica, vinculado \u00e0 Secretaria de Planejamento, Governan\u00e7a e Gest\u00e3o (DEE\/SPGG). Elaborado pelo diretor do DEE, Pedro Zuanazzi, o material destaca as principais informa\u00e7\u00f5es sobre o perfil da popula\u00e7\u00e3o por faixa et\u00e1ria, sexo e percentual de pessoas potencialmente ativas para atua\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho.<\/p>\n<p>Os dados completos por munic\u00edpio podem ser pesquisados por qualquer pessoa por meio da ferramenta PoPVis: Portal Demogr\u00e1fico, desenvolvida e atualizada pelo DEE\/SPGG com os dados populacionais mais recentes. Al\u00e9m dos dados de todas as cidades ga\u00fachas, no portal \u00e9 poss\u00edvel visualizar as informa\u00e7\u00f5es por Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) e regi\u00f5es funcionais do Estado.<\/p>\n<p>\u201cAs estimativas populacionais por idade e sexo s\u00e3o fundamentais tanto para o Estado quanto para a iniciativa privada. O Estado precisa desses n\u00fameros para fazer o acompanhamento das taxas de matr\u00edcula e para distribuir o correto n\u00famero de vacinas para cada regi\u00e3o, apenas para citar dois exemplos. J\u00e1 a iniciativa privada necessita para conhecer onde est\u00e1 o seu p\u00fablico-alvo, o que possibilita um melhor atendimento da demanda\u201d, destaca Zuanazzi.<\/p>\n<p><strong>Mais idosos e mulheres<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, os dados de 2019 mostram pouca diferen\u00e7a nos n\u00fameros e confirmam uma tend\u00eancia geral de baixo crescimento vegetativo e envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul, com aumento no contingente de idosos e redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de jovens.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es do Vale dos Sinos e Paranhana concentram oito dos dez munic\u00edpios (de popula\u00e7\u00e3o acima de 20 mil habitantes) com o maior percentual de moradores potencialmente ativos (entre 15 e 59 anos). Assim como em 2018, Dois Irm\u00e3os lidera o ranking, tendo 22.750 dos 32.913 habitantes nesta faixa et\u00e1ria (69,12%), seguido de Charqueadas (68,05%), Nova Hartz (67,70%), Parob\u00e9 (67,50%) e Ivoti (67,35%).<\/p>\n<p>Na outra ponta do ranking, dos munic\u00edpios com menores percentuais da popula\u00e7\u00e3o entre 15 e 59 anos, est\u00e3o Imb\u00e9 (59,04%), S\u00e3o Sep\u00e9 (59,51%), Santana do Livramento (59,78%), Tramanda\u00ed (59,79%) e Ca\u00e7apava do Sul (59,83%).<\/p>\n<p>No Estado, 7.221.167 pessoas est\u00e3o na faixa et\u00e1ria hipoteticamente apta a produzir, o que representa 63,47% do total de habitantes.<\/p>\n<p>Entre os idosos, S\u00e3o Sep\u00e9 (24,15%), Ca\u00e7apava do Sul (23,08%) e S\u00e3o Louren\u00e7o do Sul (22,65%) s\u00e3o os munic\u00edpios com maior percentual da popula\u00e7\u00e3o com 60 anos ou mais, enquanto a m\u00e9dia do Rio Grande do Sul \u00e9 de 18,19%. Na faixa et\u00e1ria de 0 a 14 anos, Cap\u00e3o da Canoa (24,06%), Tramanda\u00ed (22,93%) e Alvorada (22,19%) est\u00e3o no topo do ranking estadual.<\/p>\n<p>No Estado em 2019, o percentual de jovens na popula\u00e7\u00e3o era de 18,34%. Lideram a lista com maior percentual nessa faixa et\u00e1ria Cap\u00e3o da Canoa (24,06%), Tramanda\u00ed (22,93%) e Alvorada (22,19%).<\/p>\n<p>\u201cGeralmente, munic\u00edpios de maior renda m\u00e9dia atraem popula\u00e7\u00e3o por migra\u00e7\u00e3o, predominantemente jovens, ao passo que t\u00eam uma taxa de fecundidade menor. Cap\u00e3o da Canoa, Tramanda\u00ed e Alvorada s\u00e3o exce\u00e7\u00f5es, pois apresentam taxas de migra\u00e7\u00e3o positivas e taxas de fecundidade acima da m\u00e9dia estadual\u201d, ressalta Zuanazzi.<\/p>\n<p>Assim como em 2018, em 2019 as mulheres seguem sendo a maioria na popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha, com cem pessoas do sexo feminino para cada 94,8 homens. Ao todo, as mulheres representam 51,33% dos habitantes do Estado. Entre os munic\u00edpios com mais de 20 mil habitantes, Porto Alegre continua com o maior percentual de pessoas do sexo feminino (53,80%), seguida de Pelotas (52,96%) e Cruz Alta (52,83%).<\/p>\n<p>Os munic\u00edpios em que o percentual de homens \u00e9 mais significativo s\u00e3o Charqueadas (59,73%), S\u00e3o Francisco de Paula (51,23%) e S\u00e3o Jos\u00e9 do Norte (51,08%).<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Texto: Vagner Benites\/Ascom SPGG<\/strong><br \/>\n<strong>Edi\u00e7\u00e3o: Vitor Necchi\/Secom<\/strong><\/h6>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center><\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a menor taxa de natalidade desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica em 2000 e estabilidade na taxa de mortalidade, o Rio Grande do Sul registrou em 2019 o seu mais baixo crescimento vegetativo. 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