{"id":37867,"date":"2021-03-11T13:19:09","date_gmt":"2021-03-11T16:19:09","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=37867"},"modified":"2021-03-11T13:19:09","modified_gmt":"2021-03-11T16:19:09","slug":"rs-sera-mundialmente-reconhecido-como-zona-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao-pela-oie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/rs-sera-mundialmente-reconhecido-como-zona-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao-pela-oie\/","title":{"rendered":"RS ser\u00e1 mundialmente reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o pela OIE"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>O Rio Grande do Sul ser\u00e1 reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade Animal (OIE). A boa not\u00edcia foi dada pela ministra da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, Tereza Cristina, em reuni\u00e3o virtual nesta quarta-feira (10\/3) com o secret\u00e1rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho.<\/p>\n<p>\u201cEncerramos o dia de hoje com uma not\u00edcia muito positiva em meio \u00e0s dificuldades que estamos vivendo, em \u00e2mbito econ\u00f4mico. Esse reconhecimento vai abrir mercados mundo afora para vendermos aquilo que produzimos de prote\u00edna animal e vai incentivar investimentos em frigor\u00edficos, em produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal e, consequentemente, em emprego e renda para a nossa popula\u00e7\u00e3o, acessando esses outros mercados e colocando mais recursos no nosso Estado\u201d, ressaltou o governador Eduardo Leite.<\/p>\n<p>A homologa\u00e7\u00e3o, por parte da OIE na assembleia geral, deve ser realizada em maio, na Fran\u00e7a. Acre, Rond\u00f4nia, Paran\u00e1 e parte do Amazonas e do Mato Grosso tamb\u00e9m obtiveram o reconhecimento.<\/p>\n<p>A retirada da vacina\u00e7\u00e3o evidencia, em \u00e2mbito mundial, que o Estado tem defesa sanit\u00e1ria confi\u00e1vel e permitir\u00e1 acesso ao mercado de carnes chamado circuito \u201cn\u00e3o aft\u00f3sico\u201d, onde se estima poder exportar cerca de US$ 1,2 bilh\u00e3o anuais adicionalmente. Atualmente, a carne ga\u00facha n\u00e3o acessa 70% dos mercados potenciais. Outra vantagem da condi\u00e7\u00e3o \u00e9 o pre\u00e7o pago ao produtor, que tende a aumentar entre 25% e 30% a partir da evolu\u00e7\u00e3o de status sanit\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cEm nome do Rio Grande do Sul, agrade\u00e7o ao minist\u00e9rio pela condu\u00e7\u00e3o desse pleito. Essa conquista \u00e9 fundamental e esperamos, entre exporta\u00e7\u00e3o e acesso a mercados, movimentar mais de US$ 1 bilh\u00e3o por meio desse certificado. Vale salientar que estamos fazendo investimentos desde 2019 de mais de R$ 10 milh\u00f5es para prestar melhores servi\u00e7os aos produtores do Rio Grande do Sul, a fim de alcan\u00e7armos esse reconhecimento\u201d, afirmou o secret\u00e1rio Covatti.<\/p>\n<p>Em agosto do ano passado, o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) j\u00e1 havia formalizado o Rio Grande do Sul como zona livre da febre aftosa sem necessidade de vacina\u00e7\u00e3o. O reconhecimento permite que em torno de 12,5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, entre bovinos e bubalinos, deixem de ser vacinadas no Estado. O reconhecimento nacional pelo Mapa \u00e9 um dos passos para alcan\u00e7ar o reconhecimento internacional na OIE.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m deixa de ser necess\u00e1ria a aplica\u00e7\u00e3o de 20 milh\u00f5es de doses anuais de vacina, uma vez que a imuniza\u00e7\u00e3o ocorria em duas etapas: rebanho geral e para animais com at\u00e9 24 meses.<\/p>\n<p>Para realizar a transi\u00e7\u00e3o de status sanit\u00e1rio, os Estados e as regi\u00f5es atenderam a requisitos b\u00e1sicos, como aprimoramento dos servi\u00e7os veterin\u00e1rios oficiais e implanta\u00e7\u00e3o de programa estruturado para manter a condi\u00e7\u00e3o de livre da doen\u00e7a, entre outros, alinhados com as diretrizes do C\u00f3digo Terrestre da OIE.<\/p>\n<p>O processo de transi\u00e7\u00e3o de zonas livres de febre aftosa com vacina\u00e7\u00e3o para livre sem vacina\u00e7\u00e3o est\u00e1 previsto no Plano Estrat\u00e9gico do Programa Nacional de Vigil\u00e2ncia para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agropecu\u00e1ria (Suasa).<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Texto: Suzy Scarton |\u00a0Foto: Gustavo Mansur \/ Pal\u00e1cio Piratini<\/strong><br \/>\n<strong>Edi\u00e7\u00e3o: Secom<\/strong><\/h6>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center><\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Rio Grande do Sul ser\u00e1 reconhecido internacionalmente como um Estado livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade Animal (OIE). 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