{"id":45220,"date":"2022-02-14T10:20:49","date_gmt":"2022-02-14T13:20:49","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=45220"},"modified":"2022-02-14T10:20:49","modified_gmt":"2022-02-14T13:20:49","slug":"rs-inicia-2022-com-reducao-em-todos-os-indicadores-criminais-monitorados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/rs-inicia-2022-com-reducao-em-todos-os-indicadores-criminais-monitorados\/","title":{"rendered":"RS inicia 2022 com redu\u00e7\u00e3o em todos os indicadores criminais monitorados"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p>No primeiro m\u00eas de 2022, a queda da criminalidade no Rio Grande do Sul verificada ao longo dos \u00faltimos tr\u00eas anos se expressou de ponta a ponta nos indicadores monitorados pela Secretaria da Seguran\u00e7a P\u00fablica (SSP). Todos os 22 \u00edndices divulgados mensalmente pela pasta \u2013 de homic\u00eddios e latroc\u00ednios a crimes patrimoniais, al\u00e9m de feminic\u00eddios e demais delitos de viol\u00eancia contra a mulher \u2013 encerraram janeiro em queda na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Os dados, que consolidam no quarto ano da atual gest\u00e3o a virada de p\u00e1gina na seguran\u00e7a p\u00fablica, foram apresentados nesta sexta-feira (11\/2) pelo governador Eduardo Leite e pelo vice-governador e titular da SSP, Ranolfo Vieira J\u00fanior, em ato realizado na Rua Garibaldi, conhecida como Rua Coberta, no centro de Esteio. Autoridades locais tamb\u00e9m participaram. O munic\u00edpio da Regi\u00e3o Metropolitana foi palco da divulga\u00e7\u00e3o por ter zerado em janeiro, pelo segundo ano seguido, os homic\u00eddios. Al\u00e9m disso, est\u00e1 sem latroc\u00ednios desde setembro de 2017.<\/p>\n<p>\"Divulgamos os indicadores n\u00e3o como propaganda, \u00e9 por transpar\u00eancia, um instrumento fundamental de gest\u00e3o p\u00fablica. Quando identificamos alguma inflex\u00e3o negativa, podemos agir imediatamente. Como os dados t\u00eam sido positivos, celebramos. O Estado est\u00e1 fazendo investimentos robustos, devemos chegar a quase R$ 1 bilh\u00e3o na seguran\u00e7a p\u00fablica. E isso vai dar, como na est\u00e1 dando, outra capacidade de resposta aos nossos servidores da seguran\u00e7a\", afirmou Leite.<\/p>\n<p>A baixa nos crimes contra a vida \u00e9 o impacto mais relevante da a\u00e7\u00e3o das for\u00e7as policiais a partir do planejamento do programa RS Seguro. A soma de homic\u00eddios, latroc\u00ednios e feminic\u00eddios, principais indicadores que comp\u00f5em o conjunto tecnicamente conhecimento como crimes violentos letais intencionais (CVLI), bateu novo recorde de redu\u00e7\u00e3o. Caiu 13,6%, de 169 em janeiro do ano passado para 146 no primeiro m\u00eas de 2022 \u2013 o menor total desde 2012, quando os tr\u00eas crimes passaram a ser contabilizados de forma individual. Em rela\u00e7\u00e3o a 2018, o \u00faltimo ano antes da implanta\u00e7\u00e3o do RS Seguro, quando houve 249 v\u00edtimas, a queda chega 41,4%.<\/p>\n<p>\"\u00c9 uma grande satisfa\u00e7\u00e3o verificar que conseguimos reduzir todos os indicadores monitorados, sem qualquer sen\u00e3o. Al\u00e9m disso, nos crimes contra a vida, que \u00e9 o nosso bem supremo, iniciamos o quarto ano do nosso governo com redu\u00e7\u00f5es. Ao longo dos \u00faltimos tr\u00eas anos, ao diminuir cada vez mais o n\u00famero de v\u00edtimas na compara\u00e7\u00e3o com o patamar de 2018, j\u00e1 s\u00e3o mais de 2 mil vidas preservadas. Os n\u00fameros falam por si e atestam que, a partir do planejamento do RS Seguro e da abnega\u00e7\u00e3o dos homens e mulheres das for\u00e7as de Seguran\u00e7a para um trabalho de excel\u00eancia, estamos no caminho certo\", afirmou Ranolfo.<\/p>\n<p><strong>Homic\u00eddios t\u00eam queda de 11,2% em janeiro<\/strong><\/p>\n<p>Crime considerado em todo o mundo como principal m\u00e9trica da viol\u00eancia, os homic\u00eddios no Rio Grande do Sul mantiveram em janeiro a tend\u00eancia de queda dos \u00faltimos anos. O n\u00famero de v\u00edtimas passou de 152, no primeiro m\u00eas de 2021, para 135, uma retra\u00e7\u00e3o de 11,2% e o menor total de 2006. Comparado ao pico da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2017, quando 348 pessoas foram assassinadas em janeiro no RS, a retra\u00e7\u00e3o chega a 61,2%.<\/p>\n<p>Em Esteio, que j\u00e1 havia zerado o indicador em dezembro do ano passado, completou-se o segundo m\u00eas seguido sem assassinatos. \u00c9 tamb\u00e9m o segundo janeiro em sequ\u00eancia sem mortes. Na apresenta\u00e7\u00e3o dos indicadores nesta sexta-feira, autoridades locais destacaram uma s\u00e9rie de opera\u00e7\u00f5es preventivas e repressivas, a integra\u00e7\u00e3o entre as for\u00e7as de seguran\u00e7a e o refor\u00e7o de efetivo e viaturas, a partir do RS Seguro, como principais fatores para a obten\u00e7\u00e3o do resultado positivo.<\/p>\n<p>Entre os 23 munic\u00edpios priorizados pelo RS Seguro, al\u00e9m de Esteio, duas cidades do Litoral Norte acumulam per\u00edodos sem assassinatos. Janeiro \u00e9 o terceiro m\u00eas consecutivo com o indicador de homic\u00eddios zerado em Cap\u00e3o da Canoa, o que tamb\u00e9m ocorre em Tramanda\u00ed desde dezembro.<\/p>\n<p>Das dez maiores quedas na compara\u00e7\u00e3o do primeiro m\u00eas deste ano e do anterior, metade ocorreu em munic\u00edpios do bloco de foco territorial adotado pelo programa \u2013 20 dos 23 encerraram janeiro com queda ou estabilidade nos homic\u00eddios.<\/p>\n<p>A maior baixa no Rio Grande do Sul ocorreu em Bento Gon\u00e7alves, na Serra, que em janeiro de 2021 registrou sete v\u00edtimas de assassinato e encerrou o primeiro m\u00eas deste ano com somente um caso. Logo atr\u00e1s, a capital teve cinco \u00f3bitos a menos, passando de 25 para 20 v\u00edtimas (-20%), o menor total para o per\u00edodo desde 2010. Frente a 2018, \u00faltimo ano antes da implanta\u00e7\u00e3o do RS Seguro, a queda nos assassinatos em Porto Alegre chega a 60%.<\/p>\n<p><strong>Latroc\u00ednios reduzem 83,3% em janeiro no RS<\/strong><\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o mais expressiva entre os crimes contra a vida no Estado ocorreu nos latroc\u00ednios. Enquanto o primeiro m\u00eas do ano passado havia registrado seis casos, houve apenas um em janeiro de 2022, uma queda de 83,3% e a menor marca desde que teve in\u00edcio a contabiliza\u00e7\u00e3o deste tipo de delito no Rio Grande do Sul, em 2002.<\/p>\n<p>Comparado com o \u00faltimo ano antes da implanta\u00e7\u00e3o do RS Seguro, com oito casos em 2018, o dado atual representa queda de 87,5%. No pior momento j\u00e1 vivenciado no Estado, em 2017, chegou a 25 o n\u00famero de pessoas que perderam a vida em assaltos apenas no m\u00eas de janeiro.<\/p>\n<p>Entre os fatores que contribuem para o resultado, as autoridades apontam a alta resolutividade desse tipo de crime, com r\u00e1pida identifica\u00e7\u00e3o e pris\u00e3o dos autores em mais de 80% dos casos, al\u00e9m do acompanhamento sistem\u00e1tico e detalhado de cada uma das ocorr\u00eancias pela GESeg, que permite executar as a\u00e7\u00f5es de resposta dentro do Programa RS Seguro.<\/p>\n<p>O registro do \u00fanico caso de janeiro ocorreu no dia 10, em Alegrete, quando o dono de um bar foi encontrado morto no estabelecimento, no bairro Cidade Alta. Segundo familiares, o ve\u00edculo da v\u00edtima foi roubado da resid\u00eancia que fica ao lado do bar, o que torna o latroc\u00ednio a principal linha de investiga\u00e7\u00e3o at\u00e9 o momento.<\/p>\n<p><strong>Feminic\u00eddios voltam a cair no RS<\/strong><\/p>\n<p>Crime que contrariou a tend\u00eancia generalizada de redu\u00e7\u00e3o nos delitos contra a vida no ano passado, os feminic\u00eddios voltaram a cair no Estado no in\u00edcio de 2022. O indicador, que em dezembro j\u00e1 havia ficado em estabilidade, registrou retra\u00e7\u00e3o de 9,1% em janeiro, com uma v\u00edtima a menos na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2021, passando de 11 para dez v\u00edtimas. Os outros quatro indicadores de viol\u00eancia contra a mulher acompanhados pela SSP tamb\u00e9m tiveram redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar da queda, o patamar ainda alto de feminic\u00eddios em janeiro mant\u00e9m em alerta as for\u00e7as de seguran\u00e7a com a intensifica\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es e cumprimento de mandados de pris\u00e3o e de busca e apreens\u00e3o para recolher armas e reprimir agressores. Entre essas iniciativas, a Pol\u00edcia Civil iniciou na segunda-feira (7\/2) uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es integradas no \u00e2mbito da segunda edi\u00e7\u00e3o da Opera\u00e7\u00e3o Resguardo, ofensiva nacional de combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher, coordenada pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e da Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<p>As autoridades refor\u00e7am a import\u00e2ncia das den\u00fancias, seja por parte das pr\u00f3prias v\u00edtimas, familiares, amigos e at\u00e9 mesmo desconhecidos, para possibilitar a a\u00e7\u00e3o policial logo aos primeiros sinais de abuso, de forma a romper o ciclo de viol\u00eancia antes que ele se encerre em um feminic\u00eddio. Em caso de emerg\u00eancias, o canal \u00e9 o 190 da Brigada Militar. Suspeitas sobre agress\u00f5es e abusos tamb\u00e9m podem ser comunicadas 24 horas por dia pelo Disque Den\u00fancia 181, pelo Den\u00fancia Digital no site da SSP e pelo WhatsApp da Pol\u00edcia Civil: (51) 98444-0606. Em todos os casos, o anonimato \u00e9 garantido.<\/p>\n<p>Pelo Comit\u00ea Interinstitucional de Enfrentamento \u00e0 Viol\u00eancia Contra a Mulher \u2013 EmFrente Mulher, entre as diversas iniciativas para promover uma cultura de valoriza\u00e7\u00e3o do p\u00fablico feminino em todos os \u00e2mbitos da sociedade, foram abertas ainda em dezembro as inscri\u00e7\u00f5es para a segunda edi\u00e7\u00e3o do urso Guris e Gurias: Desafios da Igualdade. Desenvolvida em parceria com a Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o (Seduc), a forma\u00e7\u00e3o de 60 horas em formato EAD \u00e9 oferecida gratuitamente para professores de todas as redes, com o intuito de conscientizar as comunidades escolares e capacitar docentes para a abordagem sobre o tema de combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher. As inscri\u00e7\u00f5es devem ser feitas no\u00a0<a href=\"https:\/\/portal.educacao.rs.gov.br\/Main\/Home\/Index\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Portal da Educa\u00e7\u00e3o<\/a>, da Seduc.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos feminic\u00eddios, tamb\u00e9m registraram queda em janeiro os delitos de amea\u00e7a, les\u00e3o corporal, tentativa de feminic\u00eddio e estupros, com a retra\u00e7\u00e3o mais expressiva: 35,2%.<\/p>\n<p><strong>Redu\u00e7\u00e3o de crimes patrimoniais atinge novos recordes<\/strong><\/p>\n<p>Para al\u00e9m da queda generalizada, os indicadores de crimes patrimoniais divulgados mensalmente pela SSP al\u00e7aram outra marca em comum em janeiro: todos bateram seus recordes de redu\u00e7\u00e3o, chegando ao menor patamar para o per\u00edodo desde o in\u00edcio de suas s\u00e9ries hist\u00f3ricas de contabiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos roubos de ve\u00edculos, o n\u00famero de ocorr\u00eancias em janeiro baixou de 549, no ano passado, para 390 neste ano, queda de 29%. Na compara\u00e7\u00e3o com 2018, \u00faltimo ano antes da implanta\u00e7\u00e3o do RS Seguro, quando apenas no primeiro m\u00eas do ano 1.579 motoristas tiveram seus ve\u00edculos levados por assaltantes no Estado, a marca atual representa retra\u00e7\u00e3o de 75,3%.<\/p>\n<p>Outro dado que ressalta o impacto do foco territorial adotado pelo RS Seguro para combater o crime onde ele mais se faz presente \u00e9 a representatividade do grupo de 23 munic\u00edpios priorizados na redu\u00e7\u00e3o de roubos de ve\u00edculos no Estado. Dos 159 casos a menos em janeiro, 144 deixaram de ser registrados nesse conjunto de cidades, o que equivale a 90,5% do total.<\/p>\n<p>S\u00f3 Porto Alegre, que integra o bloco de cidades priorizadas pelo programa, respondeu por 23% da queda de roubos de ve\u00edculo verificada no Rio Grande do Sul. O n\u00famero de ocorr\u00eancias do tipo em janeiro na capital baixou de 198 no ano passado para 160 neste ano, retra\u00e7\u00e3o de 19,2% e a menor marca da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Comparado com o \u00faltimo ano antes da atual gest\u00e3o, quando houve 796 casos no m\u00eas em 2018, a diminui\u00e7\u00e3o chega a 79,9%.<\/p>\n<p>Nos roubos a transporte coletivo, a queda no Estado se mostrou semelhante. O n\u00famero de casos em janeiro baixou de 126 em 2021 para 79, uma retra\u00e7\u00e3o de 37,3%. Nos ataques a banco, somadas as ocorr\u00eancias de roubos e furtos, foi ainda mais expressiva. O Rio Grande do Sul teve apenas um caso no m\u00eas, o que representa\u00e7\u00e3o retra\u00e7\u00e3o de 75% em rela\u00e7\u00e3o aos quatro registros no mesmo per\u00edodo do ano passado. Em 2016, no pico de ocorr\u00eancias na s\u00e9rie hist\u00f3rica, o n\u00famero de estabelecimentos banc\u00e1rios furtados ou roubados no intervalo de 31 dias de janeiro chegou a 29.<\/p>\n<p>A ocorr\u00eancia \u00fanica de janeiro foi o arrombamento de uma ag\u00eancia banc\u00e1ria no centro de Rio Grande, no sul do Estado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m entre os crimes caracter\u00edsticos do meio rural, o cen\u00e1rio em janeiro manteve a tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos tr\u00eas anos. O n\u00famero de ocorr\u00eancias de abigeato no RS foi o menor j\u00e1 registrado para o m\u00eas desde o in\u00edcio da contabiliza\u00e7\u00e3o, com 295 casos, 11,4% menos que as 333 ocorr\u00eancias de janeiro do ano passado.<\/p>\n<p>As tabelas completas est\u00e3o dispon\u00edveis na p\u00e1gina de estat\u00edsticas do site da SSP. Para aprimorar as compara\u00e7\u00f5es, os dados de 2018, 2019 e 2020 tamb\u00e9m foram atualizados. A medida \u00e9 um esfor\u00e7o de trabalho do Observat\u00f3rio Estadual da Seguran\u00e7a P\u00fablica em ampliar a transpar\u00eancia ativa. Tamb\u00e9m nesse sentido, a partir deste m\u00eas, a planilha de 2022 passa a incluir coluna com o n\u00famero de v\u00edtimas de CLVIs.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de homic\u00eddios dolosos, feminic\u00eddios e latroc\u00ednios, esse conjunto soma registros de homic\u00eddio decorrente de oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 interven\u00e7\u00e3o policial, homic\u00eddio doloso de tr\u00e2nsito, les\u00e3o corporal seguida de morte, aborto, induzimento\/aux\u00edlio a suic\u00eddio e infantic\u00eddio. A medida ainda auxiliar\u00e1 pesquisadores a acompanharem a evolu\u00e7\u00e3o do indicador que \u00e9 avaliado pela GESeg, dentro da metodologia implantada pelo RS Seguro.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Texto: Carlos Ismael Moreira\/Ascom SSP<\/strong><br \/>\n<strong>Edi\u00e7\u00e3o: Secom<\/strong><\/h6>\n<p><center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center><\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No primeiro m\u00eas de 2022, a queda da criminalidade no Rio Grande do Sul verificada ao longo dos \u00faltimos tr\u00eas anos se expressou de ponta a ponta nos indicadores monitorados pela Secretaria da Seguran\u00e7a P\u00fablica (SSP). 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