{"id":60076,"date":"2023-10-30T08:57:36","date_gmt":"2023-10-30T11:57:36","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=60076"},"modified":"2023-10-30T08:57:37","modified_gmt":"2023-10-30T11:57:37","slug":"discurso-brasileiro-na-cop28-deve-ser-alinhado-e-coeso-para-colocar-o-pais-como-solucao-para-a-descarbonizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/discurso-brasileiro-na-cop28-deve-ser-alinhado-e-coeso-para-colocar-o-pais-como-solucao-para-a-descarbonizacao\/","title":{"rendered":"Discurso brasileiro na COP28 deve ser alinhado e coeso para colocar o pa\u00eds como solu\u00e7\u00e3o para a descarboniza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><i>Durante o evento Caminhos do Agro para COP28, tamb\u00e9m foi refor\u00e7ado o acerto de o setor prim\u00e1rio n\u00e3o estar no mercado regulado de carbono, a exemplo de outros pa\u00edses<\/i><\/p>\n<div>\n<p>O Brasil precisa chegar a COP28 (Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas de 2023) com um discurso alinhado e coeso, a fim de mostrar que o pa\u00eds \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para o processo de transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono. Essa foi uma das conclus\u00f5es do evento <em>Caminhos do Agro para a COP28<\/em>, realizado no dia 27 de outubro, na sede da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (FIESP), na capital paulista.<\/p>\n<p>Jacyr Costa, presidente do Conselho Superior do Agroneg\u00f3cio (COSAG) da FIESP, ressaltou a necessidade de alinhar as expectativas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importante COP28, que ter\u00e1 como um dos focos principais os sistemas alimentares, onde o Brasil pode mostrar sustentabilidade, sua capacidade para garantir seguran\u00e7a alimentar e para o acesso aos alimentos em condi\u00e7\u00f5es competitivas.<\/p>\n<p><em>\u201cNosso primeiro pedido \u00e9 que o Brasil leve para a COP28 uma posi\u00e7\u00e3o unificada e coesa, com a vis\u00e3o de todos os setores. Que a \u00e1rea produtiva tenha espa\u00e7o antes e durante a confer\u00eancia, participando das discuss\u00f5es junto \u00e0s demais organiza\u00e7\u00f5es\u201d,<\/em> disse Roberto Betancourt (diretor titular do Departamento de Agroneg\u00f3cio da FIESP \u2013 DEAGRO\/FIESP). A seu ver, o agro brasileiro tem muito a mostrar, pois vem avan\u00e7ando fortemente na produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel. <em>\u201cTemos um Plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono) robusto e somos o maior usu\u00e1rio global de bioinsumos\u201d<\/em>, pontuou.\u00a0<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de S\u00e9rgio Bortolozzo, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), o Brasil possui sistemas alimentares sustent\u00e1veis e legisla\u00e7\u00f5es severas relacionadas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o ambiental. <em>\u201cCumprimos o que o mundo est\u00e1 demandando, pois estamos \u00e0 frente desses padr\u00f5es\u201d<\/em>, afirmou. Ele ainda avaliou que a mudan\u00e7a clim\u00e1tica atinge o produtor rural de todo o mundo, especialmente, no Brasil.<\/p>\n<p>Para a Gislaine Balbinot, diretora-executiva da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Agroneg\u00f3cio (ABAG), que \u00e9 parceira da FIESP e da Sociedade Rural Brasileira (SRB) na realiza\u00e7\u00e3o do evento\u00a0<em>Caminhos do Agro para a COP28<\/em>, o mundo est\u00e1 se preparando para mais uma COP, trazendo temas importantes como o financiamento clim\u00e1tico, que est\u00e1 ligado \u00e0s na\u00e7\u00f5es desenvolvidas; as revis\u00f5es das NDCs (Contribui\u00e7\u00e3o Nacionalmente Determinada); e a implementa\u00e7\u00e3o de um mercado de carbono global, cujo sucesso depende de decis\u00f5es nacionais. <em>\u201cPodemos nos colocar em uma posi\u00e7\u00e3o importante, alinhando as pautas, demonstrando taxas de desmatamento menores, consequentemente menores emiss\u00f5es, e tendo grande ativo que \u00e9 a matriz el\u00e9trica renov\u00e1vel. Cabe ao Brasil liderar, a fim de destravar a agenda da COP28 e pavimentar o caminho para uma bem-sucedida COP30\u201d,<\/em> explicou.<\/p>\n<p><strong>COP28 ter\u00e1 como destaque o balan\u00e7o global<\/strong><\/p>\n<p>O primeiro painel<em>\u00a0Perspectivas para a COP-28<\/em>\u00a0foi mediado por Jacyr Costa e teve o embaixador Andr\u00e9 Aranha Corr\u00eaa do Lago, secret\u00e1rio de Clima, Energia e Meio Ambiente do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE), como um dos debatedores. Ele afirmou que a delega\u00e7\u00e3o brasileira at\u00e9 o momento conta com 1,4 mil representantes da sociedade civil, sendo a maior delega\u00e7\u00e3o da COP28. Uma das quest\u00f5es mais importantes,\u00a0em sua avalia\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 o balan\u00e7o global, no qual ser\u00e1 poss\u00edvel analisar o que avan\u00e7ou desde o Acordo de Paris.<em> \u201cEsse fato \u00e9 relevante, porque o ano que vem, durante a COP29, ser\u00e1 avaliada uma nova estrutura financeira para que o processo de combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas d\u00ea resultados ainda mais efetivos\u201d.<\/em> Para ele, a COP30, que ser\u00e1 realizada no Brasil, ser\u00e1 marcante, pois acontecer\u00e1 dez anos ap\u00f3s o Acordo de Paris.<\/p>\n<p>Em sua apresenta\u00e7\u00e3o, Lago ainda falou sobre como os pa\u00edses est\u00e3o divididos, e que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ofertar o mesmo tratamento para na\u00e7\u00f5es desenvolvidas e em desenvolvimento. Tamb\u00e9m comentou sobre a import\u00e2ncia de divulgar os avan\u00e7os da agricultura brasileira em termos de sustentabilidade, e a necessidade de desvincular o setor de ilegalidades cometidas por terceiros, al\u00e9m de pontuar que o maior percentual de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa \u00e9 provocado pela energia n\u00e3o renov\u00e1vel vinda de combust\u00edveis f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>Renata Bueno, secret\u00e1ria de Inova\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, Irriga\u00e7\u00e3o e Cooperativismo do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA), corroborou com a avalia\u00e7\u00e3o de Lago, ao destacar o papel da energia como o principal emissor de carbono em \u00e2mbito global, e que a agricultura \u00e9 vulner\u00e1vel ao clima, portanto n\u00e3o deveria ser o principal foco de discuss\u00e3o no combate \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Por outro lado, ela v\u00ea uma oportunidade de utilizar esse tema para que o Brasil evidencie as tecnologias empregadas para um agro sustent\u00e1vel. <em>\u201cNosso pa\u00eds \u00e9 o celeiro de inova\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o fundamentais para transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d<\/em>, pontuou. Ainda ponderou sobre o papel da COP destacar que o clima depende de todos os pa\u00edses e todas as pessoas, apontando os principais emissores e quais s\u00e3o as principais fontes de emiss\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com o diplomata Roberto Azevedo, ex-diretor Geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC), as novas barreiras impostas por quest\u00f5es ambientais se somam a outras barreiras como, por exemplo, a fitossanit\u00e1ria. Ele alertou que essas medidas podem se tornar ainda mais abrangentes e intensas, caso a comunidade internacional n\u00e3o se pronuncie. <em>\u201cS\u00e3o bal\u00f5es de ensaio que, se n\u00e3o forem contestados, v\u00e3o se disseminando de forma descontrolada pelo mundo inteiro. \u00c9 um cen\u00e1rio desafiador, pela fase de unilateralismo vivenciado\u201d,<\/em> disse.<\/p>\n<p><strong>Desafios para o agro na COP28<\/strong><\/p>\n<p>Durante o Painel \u201c<em>Desafios e oportunidade do setor Agro na COP-28<\/em>\u201d, Bruno Carvalho, subchefe da Divis\u00e3o de A\u00e7\u00e3o Clim\u00e1tica do MRE ressaltou que o Brasil ir\u00e1 defender tr\u00eas elementos principais quando se trata de sistemas alimentares, sendo que a prioridade \u00e9 acabar com a fome no mundo e no pa\u00eds. O agro e os sistemas alimentares precisam participar de forma alinhada ao Objetivo\u00a0de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) n\u00famero 2 (Fome Zero e Agricultura Sustent\u00e1vel), reduzir a vulnerabilidade da agricultura, aumentar a resili\u00eancia dos sistemas alimentares, por meio da adapta\u00e7\u00e3o. <em>\u201c\u00c9 importante que mostremos uma posi\u00e7\u00e3o ativa no debate. O desafio \u00e9 transmitir ao mundo a mensagem clara que o agro conta com pr\u00e1tica sustent\u00e1veis, n\u00e3o compactua com desmatamento ilegal\u201d<\/em>, refor\u00e7ou.<\/p>\n<p>Como desafio principal para o agro na COP28, o moderador Jo\u00e3o Francisco Adrien Fernandes, respons\u00e1vel pelo desenvolvimento da estrat\u00e9gia ESG para o setor agro do Ita\u00fa-BBA e vice-presidente da SRB, espera que a declara\u00e7\u00e3o dos sistemas alimentares tenha condi\u00e7\u00e3o de agregar esse trip\u00e9 de seguran\u00e7a alimentar, adapta\u00e7\u00e3o e os sistemas alimentares serem parte da solu\u00e7\u00e3o e do problema.<\/p>\n<p>Rodrigo Lima, diretor da Agroicone, comentou que a COP 28 deve refor\u00e7ar o multilateralismo.<em> \u201cSe a l\u00f3gica \u00e9 os pa\u00edses criarem suas metas, e essas medidas serem a salva\u00e7\u00e3o do planeta, podemos esquecer a COP, que permitiu criar o Acordo de Paris, que uniu os pa\u00edses para colocarem suas metas e proporem suas metodologias, como uma contribui\u00e7\u00e3o para um acordo negociado. Se a COP n\u00e3o mostrar que o multilateralismo precisa ser fortalecido, o Acordo de Paris vai para o espa\u00e7o\u201d<\/em>, explanou.<\/p>\n<p>Segundo Renata Nishio, diretora de Assuntos Corporativos da Ind\u00fastria Brasileira de \u00c1rvores (IB\u00c1) e membro da Coaliz\u00e3o Brasil Clima, Florestas e Agricultura, o agro tem sido impactado pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, tanto \u00e9 que, em 30 anos de ocorr\u00eancias do clima, o setor foi afetado em US$ 3,8 trilh\u00f5es. Quanto ao desafio, opinou sobre a agenda do financiamento\u00a0<em>versus<\/em>\u00a0a narrativa de colocar os sistemas alimentares como respons\u00e1veis pelas mudan\u00e7as do clima, afetando os investimentos no setor.<\/p>\n<p>Nelson Ananias, coordenador de Sustentabilidade na Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), falou sobre a import\u00e2ncia de tornar a agropecu\u00e1ria como solu\u00e7\u00e3o para mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e a aten\u00e7\u00e3o aos resultados do balan\u00e7o global, para que n\u00e3o sejam apropriados por outros mecanismos que os coloque como obriga\u00e7\u00f5es, dando brechas para restri\u00e7\u00f5es no com\u00e9rcio global.<\/p>\n<p><strong>Vis\u00e3o global aponta que agro n\u00e3o deve fazer parte do mercado regulado<\/strong><\/p>\n<p>Mediado por Eduardo Bastos, coordenador do Comit\u00ea de Sustentabilidade da ABAG, o painel\u00a0 Perspectivas para a cria\u00e7\u00e3o do Mercado Regulado de Carbono\u00a0ratificou a posi\u00e7\u00e3o brasileira de que o agro n\u00e3o deve ser inclu\u00eddo no mercado regulado.<\/p>\n<p>Ao contextualizar o mercado de carbono no mundo, Daniel Vargas, coordenador do Observat\u00f3rio de Bioeconomia da FGV Coordenador de Pesquisas do FGV Agro, afirmou ser global a compreens\u00e3o de que o agroneg\u00f3cio n\u00e3o deve estar em mercados regulados. Comentou ainda sobre a mudan\u00e7a do sistema de regula\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o verde, de uma postura mais policial para a cria\u00e7\u00e3o de mercados mais sustent\u00e1veis, cuja bandeira central est\u00e1 na busca de inova\u00e7\u00e3o, tecnologia e investimento de risco. <em>\u201cPodemos capitalizar o verde nacional, ao identificar nosso estoque de carbono, as boas pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis, tratando como uma contribui\u00e7\u00e3o em troca de financiamento para continuar a transi\u00e7\u00e3o verde. Isso, ajudar\u00e1, inclusive, a superar essa vis\u00e3o distorcida da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria. Se o Brasil convidar os produtores ao novo movimento nacional para o desenvolvimento de m\u00e9tricas, aplica\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas, uso de tecnologia, com ganhos cont\u00ednuos produtividade e de sustentabilidade, seremos exemplos para o mundo\u201d<\/em>, avaliou.<\/p>\n<p>Marco Antonio Caminha, consultor para as \u00e1reas de Agroneg\u00f3cio, Sustentabilidade e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais na FIESP, ponderou sobre a necessidade de o Brasil entrar em um processo mais acelerado de descarboniza\u00e7\u00e3o e sobre a complexidade do mercado regulado de carbono, que gera press\u00e3o sobre pre\u00e7o e sobre a infla\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da press\u00e3o negativa sobre PIB. <em>\u201cTraz a necessidade daqueles que fazem a gest\u00e3o da economia ter um novo olhar, pois a economia n\u00e3o pode ser gestada da mesma forma. Existe um reflexo e um impacto em toda a economia, mesmo nos setores que n\u00e3o est\u00e3o no mercado regulado. Por isso, no mundo, houve uma gesta\u00e7\u00e3o longa at\u00e9 sua implementa\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, explicou.<\/p>\n<p>Para trazer uma vis\u00e3o geral sobre o caminho que est\u00e1s sendo discutido o mercado de carbono regulado, Ana Lucci Grizzi (S\u00f3cia da EY Brasil para Climate Change and Sustainability Services) tratou dos temas mais relevantes a serem acompanhados pelo fatiamento do PL 412: a governan\u00e7a e supervis\u00e3o do mercado regulado, a participa\u00e7\u00e3o dos estados, as metodologias a serem aprovadas, a tributa\u00e7\u00e3o e a natureza jur\u00eddica. Falou tamb\u00e9m sobre a oportunidade de o Brasil tirar instrumentos do papel com vistas a impulsionar a bioeconomia, ao assumir a presid\u00eancia do G20, a partir de dezembro desse ano. <em>\u201cA bieconomia pode trazer um diferencial para os setores prim\u00e1rios e secund\u00e1rios\u201d<\/em>, pontuou.\u00a0<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>Assessoria de Imprensa - Mec\u00e2nica Comunica\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante o evento Caminhos do Agro para COP28, tamb\u00e9m foi refor\u00e7ado o acerto de o setor prim\u00e1rio n\u00e3o estar no mercado regulado de carbono, a exemplo de outros pa\u00edses O Brasil precisa chegar a COP28 (Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas de 2023) com um discurso alinhado e coeso, a fim de mostrar que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":60077,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-60076","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60076","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60076"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60076\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60078,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60076\/revisions\/60078"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60077"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60076"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60076"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60076"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}