{"id":63066,"date":"2024-03-28T14:29:17","date_gmt":"2024-03-28T17:29:17","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=63066"},"modified":"2024-03-28T14:29:19","modified_gmt":"2024-03-28T17:29:19","slug":"construcao-de-mais-acudes-e-fundamental-para-aumentar-produtividade-de-pastagens-e-graos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/construcao-de-mais-acudes-e-fundamental-para-aumentar-produtividade-de-pastagens-e-graos\/","title":{"rendered":"Constru\u00e7\u00e3o de mais a\u00e7udes \u00e9 fundamental para aumentar produtividade de pastagens e gr\u00e3os"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><i>Assunto foi debatido em live produzida pelo Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria<\/i><\/p>\n<p><i><br clear=\"none\" \/><\/i>O Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria promoveu nesta ter\u00e7a-feira, 26 de mar\u00e7o, mais uma live Prosa de Pecu\u00e1ria. O tema foi \u00c1gua Vetor de Desenvolvimento, com a participa\u00e7\u00e3o do ge\u00f3logo, economista e ex-secret\u00e1rio estadual de Irriga\u00e7\u00e3o, Rog\u00e9rio Ortiz \u00a0Porto. Ele tamb\u00e9m presidiu o Instituto Riograndense do Arroz (Irga) entre os anos de 1996 e 1998, entre outras qualifica\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m participou da live o vice-presidente do Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria, Paulo Costa Ebbesen. Na abertura, Ebbesen destacou a \u00e1gua como um vetor de desenvolvimento fundamental, principalmente num Estado com agropecu\u00e1ria forte como o Rio Grande do Sul.<br clear=\"none\" \/><br clear=\"none\" \/>Na apresenta\u00e7\u00e3o, Porto iniciou falando sobre sua rela\u00e7\u00e3o h\u00e1 d\u00e9cadas com a agropecu\u00e1ria. Na sequ\u00eancia, mostrou em uma s\u00e9rie de gr\u00e1ficos a instabilidade da produ\u00e7\u00e3o de soja e milho nos \u00faltimos 50 anos e a consequente necessidade de um programa efetivo de irriga\u00e7\u00e3o para o Estado. Os gr\u00e1ficos revelaram varia\u00e7\u00f5es de produtividade em d\u00e9cadas em fun\u00e7\u00e3o de fatores clim\u00e1ticos, o que acabou comprometendo a competitividade no mercado. <em>\"Ent\u00e3o, a solu\u00e7\u00e3o m\u00e1gica qual \u00e9? adotar a Irriga\u00e7\u00e3o. Irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 uma t\u00e9cnica de produ\u00e7\u00e3o que tem que ser praticada, desde que ela apresente vantagens ao produtor, \u00e0 economia e ao Estado\"<\/em>, ponderou. Por\u00e9m nos anos considerados bons, segundo Porto, tanto no milho quanto na soja, a produtividade m\u00e9dia no Rio Grande do Sul foi maior do que no Brasil. <em>\"Isso significa o que? Significa que os produtores agr\u00edcolas do Rio Grande do Sul em milho e soja s\u00e3o produtores que introduzem t\u00e9cnicas corretas, sementes adequadas, processos e tecnologias corretas e em escalas adequadas\"<\/em>, \u00a0concluiu. E ressaltou ainda: <em>\"onde n\u00e3o existe queda de produtividade? no arroz, que \u00e9 irrigado\",<\/em> observou. Segundo Porto, as pequenas quebras de safra no arroz ocorrem por fatores aleat\u00f3rios como chuva de granizo, ou uma frente fria em pleno ver\u00e3o, por exemplo.<br clear=\"none\" \/><br clear=\"none\" \/>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pecu\u00e1ria, Porto observou que a seca e inc\u00eandios espont\u00e2neos nos \u00faltimos tr\u00eas anos devido \u00e0s altas temperaturas criaram dificuldades no Rio Grande do Sul. <em>\"Esses inc\u00eandios espont\u00e2neos afetam o solo, vegeta\u00e7\u00e3o natural e animais. Uma das formas de preservar essas \u00e1reas \u00e9 umedecer o solo por meio de a\u00e7udes\",<\/em> orientou. Porto chamou a aten\u00e7\u00e3o ainda para a enorme densidade hidrogr\u00e1fica do Rio Grande do Sul. O estado tem a terceira \u00a0maior disponibilidade de \u00e1gua superficial do pa\u00eds, atr\u00e1s de Mato Grosso e Amaz\u00f4nia. <em>\"Ora, se n\u00f3s temos 15% da \u00e1gua total do mundo no Brasil, a terceira maior oferta de \u00e1guas superficiais do pa\u00eds no Rio Grande do Sul, com um territ\u00f3rio menor, estamos muito bem dotados\",<\/em> comparou. Porto ressaltou que a principal fonte de \u00e1gua doce s\u00e3o os oceanos, de onde a \u00e1gua evapora, \u00e9 transportada pelas nuvens, precipita sob a forma de chuva e retorna aos oceanos atrav\u00e9s da evapora\u00e7\u00e3o.<br clear=\"none\" \/><br clear=\"none\" \/>Porto deixou claro que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio agredir o meio ambiente, mas torn\u00e1-lo sadio atrav\u00e9s do ac\u00famulo de \u00e1gua em pequenos reservat\u00f3rios. Neste sentido, lembrou que chegou a mapear algumas alternativas de acumula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua na regi\u00e3o norte ga\u00facha, chegando a totalizar 24,94 mil pontos mapeados atualmente no Rio Grande do Sul. <em>\"E n\u00f3s estamos com uma porcentagem muito pequena do Estado feita at\u00e9 agora. Ent\u00e3o, n\u00f3s temos um universo fant\u00e1stico pra trabalhar. Mas existem muitas restri\u00e7\u00f5es ambientalistas por causa dos peixes migrat\u00f3rios \"<\/em>, concluiu. A solu\u00e7\u00e3o, apontou Porto, seria um compromisso de repovoar os rios em \u00e1reas de restri\u00e7\u00e3o onde se fizessem empreendimentos.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>AgroEffective | Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o | Texto: Artur Chagas\/AgroEffective<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Assunto foi debatido em live produzida pelo Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria O Instituto Desenvolve Pecu\u00e1ria promoveu nesta ter\u00e7a-feira, 26 de mar\u00e7o, mais uma live Prosa de Pecu\u00e1ria. 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