{"id":70396,"date":"2024-12-11T09:48:58","date_gmt":"2024-12-11T12:48:58","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=70396"},"modified":"2024-12-11T09:48:59","modified_gmt":"2024-12-11T12:48:59","slug":"geologia-hidrografia-e-meteorologia-sao-destaques-no-primeiro-painel-de-evento-sobre-desastre-no-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/geologia-hidrografia-e-meteorologia-sao-destaques-no-primeiro-painel-de-evento-sobre-desastre-no-rs\/","title":{"rendered":"Geologia, hidrografia e meteorologia s\u00e3o destaques no primeiro painel de evento sobre desastre no RS"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Sete palestrantes com diferentes forma\u00e7\u00f5es realizaram apresenta\u00e7\u00f5es que iniciaram as discuss\u00f5es cient\u00edficas do semin\u00e1rio<\/em><\/p>\n<p>Teve in\u00edcio nesta ter\u00e7a-feira, 3 de dezembro, no Sal\u00e3o de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o semin\u00e1rio \"A Ci\u00eancia no Enfrentamento ao Desastre de 2024 no RS: da Emerg\u00eancia \u00e0 Reconstru\u00e7\u00e3o\". A abertura foi realizada pela coordenadora do evento e diretora de Articula\u00e7\u00e3o com a Comunidade Cient\u00edfica da Secretaria para Apoio \u00e0 Reconstru\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul, Fernanda Corezolla. O evento contou com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores, gestores e membros da sociedade civil organizada.<\/p>\n<p><em>\"Vivemos na sociedade do conhecimento mas, ao mesmo tempo, a contradi\u00e7\u00e3o do mundo mergulhado nas fake news. Portanto, um desafio deste semin\u00e1rio \u00e9 avan\u00e7ar no di\u00e1logo com respeito \u00e0s diversidades \u00e9tnicas e sociais, na observa\u00e7\u00e3o das diferentes disciplinas e dimens\u00f5es, no reconhecimento das conex\u00f5es entre o conhecimento cient\u00edfico, o popular e o ancestral e na uni\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, privadas e societais<\/em>\u201d. Fernanda Corezolla, diretora de Articula\u00e7\u00e3o com a Comunidade Cient\u00edfica da Secretaria de Apoio \u00e0 Reconstru\u00e7\u00e3o do RS.<\/p>\n<p>As atividades iniciaram com uma apresenta\u00e7\u00e3o cultural da dupla de rappers Afro Black e DKG, que realizaram uma batalha de rimas. Ap\u00f3s, Fernanda Corezolla deu as boas vindas aos presentes e relembrou o desastre de maio de 2024 no Rio Grande do Sul, no qual milhares de pessoas foram afetadas em fun\u00e7\u00e3o das enchentes e deslizamentos. Ela destacou que o momento atual \u00e9 de pensar a reconstru\u00e7\u00e3o visando a adapta\u00e7\u00e3o e a mitiga\u00e7\u00e3o de danos.<\/p>\n<p><em>\u201cEsta fase exige conhecimento e compreens\u00e3o social. Vivemos na sociedade do conhecimento mas, ao mesmo tempo, a contradi\u00e7\u00e3o do mundo mergulhado nas fake news. Portanto, um desafio deste semin\u00e1rio \u00e9 dar um passo adiante, \u00e9 avan\u00e7ar no di\u00e1logo com respeito \u00e0s diversidades \u00e9tnicas e sociais, na observa\u00e7\u00e3o das diferentes disciplinas e dimens\u00f5es, no reconhecimento das conex\u00f5es entre o conhecimento cient\u00edfico, o conhecimento popular e o conhecimento ancestral e na uni\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, privadas e societais\u201d<\/em>, destacou.<\/p>\n<p>Compuseram a mesa de abertura a reitora da UFRGS, Marcia Barbosa, a secret\u00e1ria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Simone Stulp, ao secret\u00e1rio executivo adjunto do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), Greg\u00f3rio Durlo Grisa, a presidente do F\u00f3rum de Reitores das Universidades P\u00fablicas e Institutos Federais do Rio Grande do Sul (Foripes), Isabela Andrade, a representante do Cons\u00f3rcio das Universidades Comunit\u00e1rias Ga\u00fachas (Comung), Cintia Agostini, o gerente de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da Universidade do Vale do Taquari (Univates), o vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Munic\u00edpios do Rio Grande do Sul (Famurs) e prefeito de Mostardas, Mois\u00e9s Batista Pedone de Souza e a secret\u00e1ria regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), M\u00e1rcia Margis.<\/p>\n<p><strong>COLETIVO<\/strong>\u00a0- A representante do Comung, Cintia Agostini, lembrou que o desastre de maio foi a maior cat\u00e1strofe ambiental brasileira deste s\u00e9culo, tendo sido capaz de alterar todos os par\u00e2metros de normalidade. \u201c<em>Lidar com o que aconteceu \u00e9 o nosso grande desafio. A chave est\u00e1 na atua\u00e7\u00e3o conjunta de institui\u00e7\u00f5es de ensino, gestores p\u00fablicos, setores privados e sociedade. Nenhum de n\u00f3s sozinhos vai conseguir fazer qualquer coisa<\/em>\u201d, frisou.<\/p>\n<p><strong>ACADEMIA -<\/strong> A atua\u00e7\u00e3o das universidades p\u00fablicas durante as enchentes foi o enfoque do discurso da presidente do Foripes, Isabela Andrade. Ela recordou a\u00e7\u00f5es como a abertura dos pr\u00e9dios\u00a0 das universidades para servirem de abrigos, a realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, o apoio ao resgate de pessoas e animais, a coleta e distribui\u00e7\u00e3o de doa\u00e7\u00f5es e as atividades de assist\u00eancia aos desabrigados. <em>\u201cQuando passamos por momentos como a pandemia ou a crise clim\u00e1tica, mais uma vez pensamos sobre a import\u00e2ncia da produ\u00e7\u00e3o do conhecimento, da pesquisa cient\u00edfica e de todo trabalho que \u00e9 desenvolvido em nossas institui\u00e7\u00f5es de ensino\u201d<\/em>, ressaltou.<\/p>\n<p><strong>TRABALHO COORDENADO<\/strong>\u00a0- Representado o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Greg\u00f3rio Grisa abordou a atua\u00e7\u00e3o do Governo Federal durante a crise clim\u00e1tica. O secret\u00e1rio executivo adjunto destacou o grupo de trabalho coordenado pela Casa Civil, com a participa\u00e7\u00e3o de 17 minist\u00e9rios, que por quase 60 dias ap\u00f3s o incidente se reuniu diariamente no Pal\u00e1cio do Planalto para articular junto \u00e0s For\u00e7as Armadas a a\u00e7\u00e3o integrada no Rio Grande do Sul. Frisou a atua\u00e7\u00e3o do MEC, que liberou rapidamente R$ 50 milh\u00f5es de forma emergencial para as universidades e institutos federais ga\u00fachos, para auxiliar na repara\u00e7\u00e3o aos danos causados pelos temporais.<\/p>\n<p><strong>MUDAN\u00c7AS CLIM\u00c1TICAS<\/strong>\u00a0- Simone Stulp, secret\u00e1ria de Inova\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio Grande do Sul, lembrou que a enchente n\u00e3o foi um o evento clim\u00e1tico isolado, pois j\u00e1 h\u00e1 alguns anos os sinais de mudan\u00e7as est\u00e3o sendo apresentados em situa\u00e7\u00f5es parecidas, como a enchente ocorrida em algumas regi\u00f5es do estado em novembro de 2023. Simone falou sobre as a\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo realizadas pelo Governo do Rio Grande do Sul e sobre a import\u00e2ncia do desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es em colabora\u00e7\u00e3o com outras entidades.<\/p>\n<p><strong>DI\u00c1LOGO -<\/strong>\u00a0O vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Munic\u00edpios do Rio Grande do Sul (Famurs) e prefeito de Mostardas, Mois\u00e9s Batista Pedone de Souza, destacou a import\u00e2ncia da ci\u00eancia no enfrentamento de crises. Pediu para que as autoridades minimizem discuss\u00f5es pol\u00edticas e mantenham a capacidade do di\u00e1logo para promover a busca de solu\u00e7\u00f5es.<br \/><br \/><strong>CI\u00caNCIA<\/strong>\u00a0- A atua\u00e7\u00e3o da\u00a0 Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC) durante a enchente foi pauta do discurso da M\u00e1rcia Margis, secret\u00e1ria regional da entidade. Segundo ela, um grupo de trabalho foi formado assim que detectada a emerg\u00eancia clim\u00e1tica, que se reuniu durante meses buscando recursos para a ci\u00eancia do estado.<\/p>\n<p><strong>SOLU\u00c7\u00d5ES<\/strong>\u00a0- Encerrou a mesa de abertura a reitora da UFRGS Marcia Barbosa. Ela pediu que as universidades sejam ouvidas n\u00e3o apenas em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia, sendo um f\u00f3rum para encaminhamento de solu\u00e7\u00f5es. Marcia refor\u00e7ou a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o de um centro de monitoramento no Rio Grande do Sul, para que se possa prever com precis\u00e3o os eventos clim\u00e1ticos.<br \/><br \/><strong>VULNERABILIDADE E RISCOS -<\/strong>\u00a0O primeiro painel cient\u00edfico do evento teve a tem\u00e1tica \u201cMudan\u00e7as clim\u00e1ticas e an\u00e1lise multidimensional do desastre: vulnerabilidades e riscos\u201d e foi composto por Rualdo Menegat (UFRGS), Marcelo Alonso (UFPEL), Fernando M. Fan (UFRGS\/SBPC), Jean Paolo Minella (UFSM), Cl\u00f3dis de Oliveira Filho (UFRGS), Ernestino Guarino (Embrapa Clima Temperado) e Elisete Maria de Freitas (Univates). Nesta etapa, foram apresentados e discutidos dados sobre a geologia, a hidrografia, a meteorologia e a geografia do territ\u00f3rio ga\u00facho e os impactos provocados pelo desastre.<br \/><br \/><strong>AQUECIMENTO GLOBAL<\/strong>\u00a0- Rualdo Menegat, ge\u00f3logo e professor titular do Instituto de Geoci\u00eancias da UFRGS, abordou os aspectos geomorfol\u00f3gicos, hidrogr\u00e1ficos e ecossist\u00eamicos do desastre clim\u00e1tico. Considerou como causa do fen\u00f4meno o aquecimento global, que tem provocado diversas crises clim\u00e1ticas ao redor do mundo devido \u00e0 altera\u00e7\u00e3o na temperatura m\u00e9dia do planeta. Ele explicou que ap\u00f3s 800 mm de chuva em apenas cinco dias, a disposi\u00e7\u00e3o da bacia hidrogr\u00e1fica do rio Taquari e a geografia \u00edngreme regional favoreceram as cheias, dificultando o escoamento da vaz\u00e3o atrav\u00e9s da Laguna dos Patos, provocando o transbordamento em diversos munic\u00edpios. Como solu\u00e7\u00e3o para minimizar esses impactos, Menegat prop\u00f5e pensar a regenera\u00e7\u00e3o dos ecossistemas, desde as nascentes at\u00e9 as desembocaduras.<br \/><br \/><strong>METEOROLOGIA<\/strong>- O segundo palestrante foi Marcelo Alonso, professor e diretor da Faculdade de Meteorologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e membro do Comit\u00ea Cient\u00edfico de Adapta\u00e7\u00e3o e Resili\u00eancia do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (Plano Rio Grande). Sua palestra apresentou um diagn\u00f3stico meteorol\u00f3gico das chuvas de maio e a rela\u00e7\u00e3o deste evento com os padr\u00f5es de variabilidade do clima. Segundo ele, <em>\u201cum aumento de apenas dois graus na temperatura global pode provocar um incremento de 15% de nos eventos de precipita\u00e7\u00e3o (chuvas) no planeta. Imaginem quando essa varia\u00e7\u00e3o chegar a 20%, 25%, o descontrole que teremos\u201d<\/em>. Alonso apresentou o fortalecimento do sistema de alertas hidrometeorol\u00f3gicos como necessidade urgente para a precau\u00e7\u00e3o dos eventos extremos no estado.<br \/><br \/><strong>HIDROLOGIA<\/strong>\u00a0- Os professores Fernando Fan, engenheiro ambiental da UFRGS e membro da SBPC, e Jean Minella, engenheiro agr\u00f4nomo e coordenador do Grupo de Pesquisa em Eros\u00e3o e Hidrologia de Superf\u00edcie (GIPEHS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realizaram uma descri\u00e7\u00e3o hidrol\u00f3gica da cheia de 2024, falando sobre as falhas nos sistemas de prote\u00e7\u00e3o, os impactos da enchente e realizando uma compara\u00e7\u00e3o com eventos anteriores.<br \/><br \/><strong>ENCOSTAS<\/strong>\u00a0- Cl\u00f3dis de Oliveira Filho, professor de Geoci\u00eancias e Sensoriamento Remoto e chefe do Departamento de Geod\u00e9sia da UFRGS, abordou os deslizamentos que acometeram as encostas sul do Planalto Meridional do Rio Grande do Sul. Falou sobre a situa\u00e7\u00e3o de diversos munic\u00edpios afetados, principalmente a cidade de Santa Tereza, uma das mais afetadas do estado. Como propostas, ele focou na necessidade de monitoramento constante e defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de adapta\u00e7\u00e3o e conviv\u00eancia nas encostas com o risco geol\u00f3gico.<br \/><br \/><strong>DIAGN\u00d3STICO<\/strong>\u00a0- Por fim, Ernestino Guarino, pesquisador da Embrapa Clima Temperado e docente do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola Familiar da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), e Elisete Maria de Freitas, professora e pesquisadora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biotecnologia na Universidade do Vale do Taquari (Univates), falaram, respectivamente, sobre dados do diagn\u00f3stico realizado pela Embrapa no solo e na vegeta\u00e7\u00e3o nativa do estado, e sobre um estudo de caso na Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Taquari-Antas, no qual foram apresentados fatores que contribu\u00edram para aumentar e diminuir os efeitos destrutivos da for\u00e7a da \u00e1gua na regi\u00e3o. Elisete denunciou que os representantes do munic\u00edpios do Vale do Taquari ainda n\u00e3o se reuniram para debater solu\u00e7\u00f5es para a regi\u00e3o: <em>\u201cComo vamos ver a\u00e7\u00f5es para mudan\u00e7a se sequer est\u00e3o sentando para conversar?<\/em>\u201d, reclamou. Tamb\u00e9m defendeu a educa\u00e7\u00e3o ambiental e clamou para que n\u00e3o seja restrita apenas aos ambientes escolares. \u201c<em>\u00c9 necess\u00e1rio atingir aqueles que n\u00e3o querem ouvir. Enquanto dizemos que as crian\u00e7as s\u00e3o respons\u00e1veis pelo nosso futuro, nos colocamos de bra\u00e7os cruzados esperando que eles construam a mudan\u00e7a. Essa pegada que foi deixada at\u00e9 hoje \u00e9 de todos n\u00f3s. Temos que assumir essa responsabilidade e n\u00e3o passar para as crian\u00e7as. N\u00e3o temos mais este tempo<\/em>\u201d, encerrou.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>GOV BR | Secretaria para Apoio \u00e0 Reconstru\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul | Foto: Joca Moura<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sete palestrantes com diferentes forma\u00e7\u00f5es realizaram apresenta\u00e7\u00f5es que iniciaram as discuss\u00f5es cient\u00edficas do semin\u00e1rio Teve in\u00edcio nesta ter\u00e7a-feira, 3 de dezembro, no Sal\u00e3o de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o semin\u00e1rio \"A Ci\u00eancia no Enfrentamento ao Desastre de 2024 no RS: da Emerg\u00eancia \u00e0 Reconstru\u00e7\u00e3o\". 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