{"id":71782,"date":"2025-02-13T09:26:48","date_gmt":"2025-02-13T12:26:48","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=71782"},"modified":"2025-02-13T09:26:49","modified_gmt":"2025-02-13T12:26:49","slug":"ibpecan-estima-quebra-de-40-na-safra-de-pecan-deste-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/ibpecan-estima-quebra-de-40-na-safra-de-pecan-deste-ano\/","title":{"rendered":"IBPecan estima quebra de 40% na safra de pecan deste ano"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Entidade pede regime tribut\u00e1rio diferenciado e aux\u00edlio governamental para projetos de irriga\u00e7\u00e3o nas propriedades<\/em><\/p>\n<p>Ap\u00f3s perdas devido \u00e0s enchentes de maio, logo ap\u00f3s a abertura oficial da colheita, os produtores de pecan enfrentam outro desafio: forte calor e chuvas insuficientes. Com o clima extremo deste ver\u00e3o, bate \u00e0 porta, ou \u00e0 porteira, uma estimativa de perdas na produ\u00e7\u00e3o. Conforme o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), a quebra estimada no momento \u00e9 de 40%. A colheita variaria, conforme esta expectativa, entre 4 e 5 mil toneladas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desta realidade, o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, conheceu outra, em recente reuni\u00e3o da C\u00e2mara Setorial da Noz-Pec\u00e3. <em>\u201cDe acordo com dados puxados pela Emater, foi visto que a informalidade dentro do setor ainda \u00e9 muito grande e impacta muito o crescimento do setor, tamb\u00e9m por causa dos altos custos de revenda de noz\u201d<\/em>, relata o presidente, refor\u00e7ando que ainda dever\u00e1 ser dado um olhar mais apurado sobre as informa\u00e7\u00f5es para efetivas conclus\u00f5es. Um dos objetivos do IBPecan \u00e9 atrair estes produtores para que se regularizem por meio da formaliza\u00e7\u00e3o, criando assim novas agroind\u00fastrias, promovendo a qualidade do produto e a sanidade.<\/p>\n<p>Uma das formas que a entidade busca para isso \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um regime tribut\u00e1rio diferenciado para a pecan, a exemplo do que foi conquistado pelos produtores de oliveiras e azeites de oliva e que passou a valor a partir de janeiro deste ano, onde houve a redu\u00e7\u00e3o de 12% para 4% no ICMS. O assunto foi tema de uma reuni\u00e3o entre o IBPecan e o secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico do Rio Grande do Sul (Sedec), Ernani Polo. O argumento do instituto \u00e9 de que este tratamento tribut\u00e1rio incentivaria os produtores a ingressarem na formalidade e traria mais competitividade \u00e0 pecan frente a outras nozes e castanhas, bem como maior ingresso de receitas, com o aumento do consumo.<\/p>\n<p>No encontro com o secret\u00e1rio, o IBPecan tamb\u00e9m tratou de irriga\u00e7\u00e3o. A institui\u00e7\u00e3o aponta detalhes pr\u00e1ticos para a formaliza\u00e7\u00e3o de projetos para a pecan, pois n\u00e3o h\u00e1 como enquadrar as caracter\u00edsticas da cultura em um modelo de outra fruticultura. <em>\u201cTemos uma necessidade de ampliar os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o de pecan\u201d<\/em>, demonstrou Wallauer, ressaltando que o pecanicultor est\u00e1 enfrentando o quarto ano com estiagem e que a inconformidade nos modelos de projeto dificultam a libera\u00e7\u00e3o de valores t\u00e3o necess\u00e1rios para o cuidado h\u00eddrico com os pomares. Este, e o tema dos tributos, ser\u00e3o levados para a Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi).<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul \u00e9 o maior produtor de pecan do Brasil, sendo respons\u00e1vel por mais de 80% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Tamb\u00e9m \u00e9 o estado que sedia mais de 90% da ind\u00fastria de beneficiamento, recebendo a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha, catarinense e paranaense. A estimativa \u00e9 de 10,5 mil hectares plantados por pouco mais de 2 mil produtores, a maioria composta por agricultores familiares. Al\u00e9m de abastecerem o mercado interno, o excedente da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 exportado para \u00c1sia, Oriente M\u00e9dio, Europa, Canad\u00e1 e Estados Unidos.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>AgroEffective | Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan) | <span style=\"font-size: revert; color: initial;\">Foto: Brasil P30\/Divulga\u00e7\u00e3o |\u00a0<\/span>Texto: Ieda Risco\/AgroEffective<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entidade pede regime tribut\u00e1rio diferenciado e aux\u00edlio governamental para projetos de irriga\u00e7\u00e3o nas propriedades Ap\u00f3s perdas devido \u00e0s enchentes de maio, logo ap\u00f3s a abertura oficial da colheita, os produtores de pecan enfrentam outro desafio: forte calor e chuvas insuficientes. 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