{"id":74101,"date":"2025-05-09T20:02:34","date_gmt":"2025-05-09T23:02:34","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=74101"},"modified":"2025-05-09T20:02:35","modified_gmt":"2025-05-09T23:02:35","slug":"preco-medio-de-alimentos-no-estado-se-mantem-estavel-em-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/preco-medio-de-alimentos-no-estado-se-mantem-estavel-em-abril\/","title":{"rendered":"Pre\u00e7o m\u00e9dio de alimentos no Estado se mant\u00e9m est\u00e1vel em abril"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Os maiores recuos no custo de alimenta\u00e7\u00e3o ocorreram nas regi\u00f5es do Vale do Rio Pardo e Litoral Norte<\/em><\/p>\n<p>O Pre\u00e7o da Cesta de Alimentos do Rio Grande do Sul (PCA-RS) encerrou abril em R$ 293,29, com leve alta de 0,42%, o que sinaliza uma estabilidade no custo m\u00e9dio da alimenta\u00e7\u00e3o no Estado. No acumulado de 2025, o PCA-RS teve varia\u00e7\u00e3o de 1,92%, percentual inferior \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica\u00a0(IBGE). Os dados foram divulgados no mais recente\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/receitadoc.sefaz.rs.gov.br\/boletins\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim de Pre\u00e7os Din\u00e2micos<\/a><\/strong>, publicado mensalmente pela Receita Estadual.<\/p>\n<p>A queda regional mais acentuada dos pre\u00e7os em abril ocorreu no Vale do Rio Pardo, que abrange cidades como Santa Cruz do Sul e Ven\u00e2ncio Aires, onde a taxa do PCA recuou 1,68%, fechando em R$ 281,63. Na sequ\u00eancia, aparece o Litoral Norte, com retra\u00e7\u00e3o de 1,52% e valor m\u00e9dio de R$ 295,66. J\u00e1 o maior avan\u00e7o foi registrado na regi\u00e3o da Campanha, onde cidades como Bag\u00e9 e Ca\u00e7apava do Sul tiveram aumento de 3%, alcan\u00e7ando o valor de R$ 296,40. A cesta de alimentos com pre\u00e7o mais elevado segue na regi\u00e3o das Hort\u00eansias, com m\u00e9dia de R$ 310,82.<\/p>\n<p>Entre os grupos pesquisados, cereais e leguminosas apresentaram a maior queda no ano, com recuo superior a 15%. Apesar da leve alta registrada em abril, o pre\u00e7o feij\u00e3o preto acumula uma redu\u00e7\u00e3o de 20% em 2025, sendo vendido a um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 6,79 o quilo no Estado. O recuo fica atr\u00e1s somente da bergamota, batata-doce e ma\u00e7\u00e3, que lideram o ranking das maiores quedas de pre\u00e7o. O arroz, com valor m\u00e9dio de R$ 4,70, tamb\u00e9m comp\u00f5e a lista de maiores recuos, com retra\u00e7\u00e3o de 14,5% em 2025. O cereal atingiu o menor pre\u00e7o desde maio do ano passado, quando era encontrado a uma m\u00e9dia de R$ 5,70 nos supermercados.<\/p>\n<p>As frutas lideram as quedas de pre\u00e7o em abril, com recuo m\u00e9dio de 4,2%. A banana puxou a redu\u00e7\u00e3o, com decl\u00ednio de 16,6%, sendo vendida a uma m\u00e9dia de R$ 4,99 o quilo. Na sequ\u00eancia, aparece a bergamota que, devido \u00e0 alta oferta no outono e inverno, teve um recuo de 15,6% em abril \u2013 a fruta foi comercializada a uma m\u00e9dia de R$ 4,98 o quilo no m\u00eas passado. No acumulado do ano, a maior queda foi da ma\u00e7\u00e3, com um recuo de 21,2%. A fruta passou a ser vendida por um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 10,98 em abril.<\/p>\n<p>No sentido oposto, o boletim revela um aumento de 9% no pre\u00e7o das hortali\u00e7as \u2013 a maior eleva\u00e7\u00e3o entre os grupos pesquisados. A alta foi impulsionada pelo tomate, que teve aumento de 43% em abril e passou a ser vendido a uma m\u00e9dia de R$ 9,99 o quilo. Trata-se do maior pre\u00e7o desde junho do ano passado, quando era encontrado a R$ 10,20 em meio ao \u00e1pice dos efeitos econ\u00f4micos das enchentes. No acumulado do ano, o aumento do pre\u00e7o do tomate chega a 100%.<\/p>\n<p>Por outro lado, produtos que vinham pesando no or\u00e7amento das fam\u00edlias frearam a alta de pre\u00e7os, segundo o levantamento. \u00c9 o caso do ovo de galinha, que se manteve est\u00e1vel em abril, sendo vendido a R$ 15,29 o quilo. J\u00e1 o caf\u00e9 teve uma alta discreta, de 0,3%, e foi encontrado nas prateleiras a um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 59,98 em abril.<\/p>\n<p>Entre as carnes pesquisadas, o maior recuo em abril foi da carne mo\u00edda de primeira, com queda de 2% e pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 47,89 o quilo. Na sequ\u00eancia, aparece a alcatra, com queda de 1,54%, comprada a R$ 57,99 o quilo. O contrafil\u00e9 registra a maior queda acumulada em 2025, com recuo de 5% e pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 50,99 em abril.<\/p>\n<p>O Boletim de Pre\u00e7os Din\u00e2micos acompanha as varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o registradas nas Notas Fiscais do Consumidor Eletr\u00f4nicas (NFC-e) de 65 alimentos, distribu\u00eddos em 12 grupos. O levantamento considera os alimentos mais representativos na dieta das pessoas que vivem no RS, com base na Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares, realizada pelo IBGE.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>GOV RS | Texto: Rodrigo Azevedo\/Ascom Sefaz | Edi\u00e7\u00e3o: Secom\u00a0<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os maiores recuos no custo de alimenta\u00e7\u00e3o ocorreram nas regi\u00f5es do Vale do Rio Pardo e Litoral Norte O Pre\u00e7o da Cesta de Alimentos do Rio Grande do Sul (PCA-RS) encerrou abril em R$ 293,29, com leve alta de 0,42%, o que sinaliza uma estabilidade no custo m\u00e9dio da alimenta\u00e7\u00e3o no Estado. 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