{"id":74154,"date":"2025-05-12T10:36:19","date_gmt":"2025-05-12T13:36:19","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=74154"},"modified":"2025-05-12T10:36:20","modified_gmt":"2025-05-12T13:36:20","slug":"profissoes-sob-pressao-estudo-revela-quais-carreiras-mais-impactam-a-saude-mental-e-exigem-atencao-das-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/profissoes-sob-pressao-estudo-revela-quais-carreiras-mais-impactam-a-saude-mental-e-exigem-atencao-das-empresas\/","title":{"rendered":"Profiss\u00f5es sob press\u00e3o: estudo revela quais carreiras mais impactam a sa\u00fade mental e exigem aten\u00e7\u00e3o das empresas"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Com recorde de afastamentos por transtornos psicol\u00f3gicos, atualiza\u00e7\u00e3o da NR-1 refor\u00e7a responsabilidade das empresas sobre os riscos psicossociais no ambiente de trabalho<\/em><\/p>\n<p>A sa\u00fade mental no ambiente de trabalho se tornou um tema urgente. Em 2024, o Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos como ansiedade, depress\u00e3o e burnout, o maior n\u00famero em uma d\u00e9cada, segundo dados do Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia Social. O aumento de 68% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior acendeu um alerta em empresas, governo e especialistas, pressionando o setor corporativo a repensar pol\u00edticas de sa\u00fade ocupacional e bem-estar dos trabalhadores.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, um levantamento global do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial, realizado com apoio da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, indica que fun\u00e7\u00f5es operacionais e administrativas devem enfrentar decl\u00ednio nos pr\u00f3ximos anos, exatamente os mesmos cargos que, no Brasil, lideram os afastamentos por doen\u00e7as emocionais. Secret\u00e1rias, atendentes, operadores de telemarketing e contadores figuram entre as profiss\u00f5es com maior risco de esgotamento, agravado pela rotina repetitiva, press\u00e3o por metas e baixa autonomia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-74156 alignleft\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/61-1-400x400.jpg\" alt=\"\" width=\"282\" height=\"282\" srcset=\"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/61-1-400x400.jpg 400w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/61-1-768x768.jpg 768w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/61-1-560x560.jpg 560w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/61-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo Michel Cabral, CEO da Vixting, HR &amp; Health Tech com 15 anos de atua\u00e7\u00e3o em sa\u00fade ocupacional, \u00e9 preciso entender que os riscos psicossociais n\u00e3o afetam apenas os setores historicamente vulner\u00e1veis, como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><br \/><em>\u201cEstamos vendo gestores, profissionais de tecnologia e l\u00edderes de projeto enfrentando n\u00edveis alt\u00edssimos de estresse e ansiedade. O problema \u00e9 mais sist\u00eamico do que se imaginava\u201d<\/em>, afirma.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Carreiras com maior risco de burnout e depress\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Uma s\u00e9rie de estudos internacionais, incluindo levantamentos do LinkedIn e da revista Health, confirmam essa percep\u00e7\u00e3o. Gerentes de projeto, m\u00e9dicos, professores, motoristas de aplicativos, assistentes sociais e cuidadores s\u00e3o algumas das fun\u00e7\u00f5es com maior \u00edndice de burnout, causados por press\u00e3o constante, aus\u00eancia de suporte emocional e ac\u00famulo de responsabilidades.<\/p>\n<p>A lista inclui ainda \u00e1reas como seguran\u00e7a p\u00fablica, imprensa, avia\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os financeiros, onde o peso emocional, a jornada intensa e a necessidade de decis\u00f5es sob press\u00e3o criam um ambiente altamente prop\u00edcio a transtornos mentais.<\/p>\n<p>Mesmo em fun\u00e7\u00f5es administrativas consideradas \u201cmais leves\u201d, como apoio t\u00e9cnico, controladoria e atendimento ao cliente, o risco se mant\u00e9m alto.<br \/><em>\u201cEsses profissionais est\u00e3o na linha de frente, mas muitas vezes sem respaldo ou reconhecimento. Isso fragiliza o v\u00ednculo com o trabalho e leva \u00e0 exaust\u00e3o silenciosa<\/em>\u201d, diz Cabral.<\/p>\n<p><strong>Nova regulamenta\u00e7\u00e3o exige aten\u00e7\u00e3o das empresas<\/strong><\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, a atualiza\u00e7\u00e3o da NR-1 (Norma Regulamentadora n\u00ba 1) pelo Minist\u00e9rio do Trabalho estabeleceu um novo padr\u00e3o para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Pela primeira vez, a norma inclui de forma expl\u00edcita os riscos psicossociais, como metas abusivas, ass\u00e9dio, conflitos interpessoais e sobrecarga de trabalho, como pass\u00edveis de fiscaliza\u00e7\u00e3o, exigindo planos de a\u00e7\u00e3o corretivos e possibilidade de multas.<\/p>\n<p>Embora tenham circulado rumores sobre o poss\u00edvel adiamento da aplica\u00e7\u00e3o das novas exig\u00eancias, o tema segue em discuss\u00e3o no Governo Federal e novas orienta\u00e7\u00f5es devem ser divulgadas em breve. A Vixting acompanha de perto as atualiza\u00e7\u00f5es e refor\u00e7a que as empresas j\u00e1 podem e devem se preparar para incorporar essas mudan\u00e7as, independentemente do prazo legal.<\/p>\n<p><em>\u201cA NR-1 cria uma virada de chave. A sa\u00fade mental agora faz parte das obriga\u00e7\u00f5es legais das empresas. N\u00e3o \u00e9 apenas uma pauta de benef\u00edcios ou ESG. \u00c9 uma exig\u00eancia t\u00e9cnica, com impacto jur\u00eddico, financeiro e social\u201d<\/em>, ressalta Michel.<\/p>\n<p>A Vixting, por exemplo, atua com a digitaliza\u00e7\u00e3o dos processos ocupacionais, permitindo que empresas monitorem indicadores de risco, automatizem o acompanhamento m\u00e9dico e planejem a\u00e7\u00f5es corretivas com base em dados. A empresa tamb\u00e9m promove o uso de analytics para identificar padr\u00f5es de afastamento, riscos organizacionais e \u00e1reas com maior incid\u00eancia de transtornos.<\/p>\n<p><strong>Sa\u00fade mental e o futuro do trabalho<\/strong><\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o digital, aliada \u00e0 sa\u00fade ocupacional, ser\u00e1 pe\u00e7a-chave para as empresas que desejam manter a competitividade e reduzir os impactos da crise de sa\u00fade mental. Segundo levantamento da OnFly, 63% das empresas pretendem aumentar os investimentos em benef\u00edcios corporativos em 2025, sendo que 23% planejam um aumento expressivo, um reflexo da percep\u00e7\u00e3o crescente de que bem-estar n\u00e3o \u00e9 luxo, mas necessidade estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>Nesse contexto, a atua\u00e7\u00e3o de empresas como a Vixting, com foco na admiss\u00e3o digital e gest\u00e3o integrada da sa\u00fade ocupacional, mostra que \u00e9 poss\u00edvel inovar, reduzir custos e, ao mesmo tempo, cuidar das pessoas.<\/p>\n<p>\u201c<em>Estamos falando de uma quest\u00e3o de sustentabilidade humana nas organiza\u00e7\u00f5es. As empresas que souberem agir agora v\u00e3o sair na frente, n\u00e3o apenas em resultados, mas em reputa\u00e7\u00e3o, cultura e reten\u00e7\u00e3o de talentos\u201d<\/em>, finaliza Michel.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>A Fonte Comunica | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/VIXTING<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com recorde de afastamentos por transtornos psicol\u00f3gicos, atualiza\u00e7\u00e3o da NR-1 refor\u00e7a responsabilidade das empresas sobre os riscos psicossociais no ambiente de trabalho A sa\u00fade mental no ambiente de trabalho se tornou um tema urgente. Em 2024, o Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos como ansiedade, depress\u00e3o e burnout, o maior n\u00famero em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":74155,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-74154","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74154"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74154\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":74157,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74154\/revisions\/74157"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/74155"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}