{"id":75056,"date":"2025-06-11T11:17:18","date_gmt":"2025-06-11T14:17:18","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=75056"},"modified":"2025-06-11T11:17:20","modified_gmt":"2025-06-11T14:17:20","slug":"como-lidar-com-namoro-na-adolescencia-uma-fase-cheia-de-descobertas-e-emocoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/como-lidar-com-namoro-na-adolescencia-uma-fase-cheia-de-descobertas-e-emocoes\/","title":{"rendered":"Como lidar com namoro na adolesc\u00eancia, uma fase cheia de descobertas e emo\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>No Dia dos Namorados, Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul orienta pais e respons\u00e1veis sobre o papel do di\u00e1logo e do respeito nas rela\u00e7\u00f5es afetivas dos adolescentes<\/em><\/p>\n<p>A chegada da adolesc\u00eancia \u00e9 marcada por intensas transforma\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, emocionais e sociais \u2014 e com elas, surgem tamb\u00e9m os primeiros interesses afetivos e o in\u00edcio dos relacionamentos amorosos. Nesse contexto, \u00e9 comum que pais e respons\u00e1veis se perguntem qual a idade certa para come\u00e7ar a namorar, como impor limites saud\u00e1veis ou at\u00e9 mesmo como reagir diante da novidade. Para orientar as fam\u00edlias nesse tema, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) traz reflex\u00f5es importantes sobre o papel da fam\u00edlia na constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos afetivos saud\u00e1veis.<br \/><br \/><em>\u201cO primeiro passo \u00e9 entender o que significa namoro para aquele adolescente. Pode ser apenas uma rela\u00e7\u00e3o de afeto, de proximidade, de troca de mensagens ou jogos compartilhados. Nem sempre envolve beijo, muito menos rela\u00e7\u00e3o sexual<\/em>\u201d, explica a m\u00e9dica de adolescentes e especialista em desenvolvimento, a hebiatra Lilian Hagel.<\/p>\n<p><br \/>De acordo com Lilian, \u00e9 essencial que os adultos compreendam que crian\u00e7as e adolescentes est\u00e3o em processo de descoberta e que, muitas vezes, repetem comportamentos que observam nos adultos ao seu redor. <br \/><br \/><em>\u201cEles s\u00e3o esponjas. Se escutam os pais falando em namoro, v\u00e3o tentar assimilar isso na pr\u00f3pria linguagem afetiva. Por isso, o papel dos pais \u00e9 observar, escutar e interpretar com responsabilidade, sem precipitar julgamentos<\/em>\u201d, orienta.<br \/><br \/>A especialista tamb\u00e9m destaca que, biologicamente, as meninas tendem a iniciar a puberdade cerca de dois anos antes dos meninos, o que pode gerar diferen\u00e7as de interesse ou maturidade entre os pares. <br \/><br \/><em>\u201c\u00c9 importante lembrar que cada adolescente \u00e9 \u00fanico, e o desenvolvimento emocional nem sempre acompanha o f\u00edsico\u201d<\/em>, diz.<br \/><br \/>Outro ponto de aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 nos comportamentos de controle e ci\u00fames, que podem surgir cedo e devem ser observados com cuidado pelos pais. Relacionamentos abusivos n\u00e3o come\u00e7am apenas na vida adulta. Por isso, \u00e9 fundamental que os pais estejam atentos e dialoguem com os filhos, sem imposi\u00e7\u00f5es, construindo com eles no\u00e7\u00f5es de respeito, autonomia e empatia.<br \/><br \/>Segundo a hebiatra, os erros mais comuns dos pais est\u00e3o relacionados \u00e0 antecipa\u00e7\u00e3o e \u00e0 falta de escuta. <br \/><br \/>\u201c<em>Muitas vezes, os adultos interpretam o namoro como algo perigoso ou, ao contr\u00e1rio, pressionam os filhos a entrarem em relacionamentos por compara\u00e7\u00f5es com colegas. Nenhuma dessas posturas \u00e9 saud\u00e1vel. O ideal \u00e9 oferecer acolhimento e construir juntos um entendimento do que aquele v\u00ednculo representa<\/em>\u201d, finaliza.<br \/><br \/>A SPRS refor\u00e7a que o namoro na adolesc\u00eancia pode ser uma viv\u00eancia rica e saud\u00e1vel quando h\u00e1 di\u00e1logo, apoio familiar e maturidade emocional. <br \/><br \/><br \/><\/p>\n<p><strong>Sobre a Sociedade de Pediatria do RS<\/strong><\/p>\n<p>A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul foi fundada em 25 de junho de 1936 com o nome de Sociedade de Pediatria e Puericultura do Rio Grande do Sul pelo Prof. Raul Moreira e um grupo de m\u00e9dicos precursores da forma\u00e7\u00e3o pedi\u00e1trica no Estado. A entidade cresceu e se desenvolveu com o esp\u00edrito de seus idealizadores, que, preocupados com os avan\u00e7os da \u00e1rea m\u00e9dica e da pr\u00f3pria especialidade, uniram esfor\u00e7os na constru\u00e7\u00e3o de uma entidade que congregasse os colegas que a cada ano se multiplicavam no atendimento espec\u00edfico da popula\u00e7\u00e3o infantil. Atualmente conta com cerca de 1.750 s\u00f3cios, e se constitui em orgulho para a classe m\u00e9dica brasileira e, em especial, para a fam\u00edlia pedi\u00e1trica.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>PlayPress | SPRS - Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul | Reda\u00e7\u00e3o: Marcelo Matusiak<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia dos Namorados, Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul orienta pais e respons\u00e1veis sobre o papel do di\u00e1logo e do respeito nas rela\u00e7\u00f5es afetivas dos adolescentes A chegada da adolesc\u00eancia \u00e9 marcada por intensas transforma\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, emocionais e sociais \u2014 e com elas, surgem tamb\u00e9m os primeiros interesses afetivos e o in\u00edcio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":75057,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-75056","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75056"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75056\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":75058,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75056\/revisions\/75058"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/75057"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=75056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=75056"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}