{"id":77486,"date":"2025-08-27T09:45:04","date_gmt":"2025-08-27T12:45:04","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=77486"},"modified":"2025-08-27T09:45:06","modified_gmt":"2025-08-27T12:45:06","slug":"depois-de-dois-anos-aves-e-passaros-voltam-a-expointer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/depois-de-dois-anos-aves-e-passaros-voltam-a-expointer\/","title":{"rendered":"Depois de dois anos, aves e p\u00e1ssaros voltam \u00e0 Expointer"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p class=\"artigo__subtitulo\" style=\"text-align: center;\"><em>Segmento representa aumento de 27% no n\u00famero geral de animais na compara\u00e7\u00e3o com 2024<\/em><\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois anos sem participar da Expointer, devido \u00e0 influenza avi\u00e1ria (registrada em 2023) e \u00e0 Doen\u00e7a de Newcastle (em 2024), as aves e os p\u00e1ssaros est\u00e3o de volta\u00a0\u00e0 feira. Nesta edi\u00e7\u00e3o, que ocorre de 30 de agosto a 7 de setembro no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio, participar\u00e3o 381 aves (galinhas e galos de 33 ra\u00e7as) e 542 p\u00e1ssaros (de quatro ra\u00e7as). O segmento \u00e9 respons\u00e1vel pelo aumento de 27% do n\u00famero geral de animais comparado a 2024. Eles ficam no Pavilh\u00e3o de Pequenos Animais, um dos mais visitados da feira e que figura entre os preferidos das crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Para o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Preservadores e Criadores de Aves de Ra\u00e7as Puras e Ornamentais (APCA), Andr\u00e9 Machado Schmitz, voltar \u00e0 Expointer depois de dois anos significa motiva\u00e7\u00e3o para seguir fazendo o melhor trabalho. \u201c<em>Ficar sem participar da feira \u00e9 um desest\u00edmulo para qualquer expositor de aves. Al\u00e9m da premia\u00e7\u00e3o dos animais, que \u00e9 um grande est\u00edmulo, a Expointer tem um papel econ\u00f4mico pois, com as vendas realizadas, proporciona uma renda auxiliar para os produtores\u201d<\/em>, explica.<\/p>\n<p>Schmitz considera que a feira \u00e9 uma grande vitrine, que representa o fim do ciclo de um ano de trabalho e dedica\u00e7\u00e3o.\u00a0<em>\u201cUm dos\u00a0principais pilares da nossa cria\u00e7\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0a preserva\u00e7\u00e3o\u00a0das ra\u00e7as puras. E os resultados do julgamento na feira nos guiam se estamos indo no caminho certo ou se temos de melhorar\u201d<\/em>,\u00a0destaca.\u00a0A\u00a0participa\u00e7\u00e3o de aves neste ano (381) \u00e9 superior em torno de 50% em rela\u00e7\u00e3o a 2022, quando o segmento esteve pela \u00faltima vez\u00a0na Expointer.<\/p>\n<p><strong>Aves<\/strong><\/p>\n<p>Todos os dias, Schmitz, que tamb\u00e9m \u00e9 criador de aves, pedala 20 quil\u00f4metros, ida e volta,\u00a0do Centro de Alegrete at\u00e9 o Criat\u00f3rio Sidelina, na localidade de Caver\u00e1, para cuidar de seus 80 animais. Ele levar\u00e1\u00a038 aves\u00a0\u00e0 Expointer, sendo 17 machos (galos) e 21 f\u00eameas (galinhas), com idades entre oito\u00a0e 24 meses.<\/p>\n<p><em>\u201cLevo mais ra\u00e7as de origem inglesa,\u00a0como\u00a0o\u00a0Orpingtom amarelo, preto e chocolate. Vai ser a primeira vez da chocolate na feira\u201d, adianta Schmitz. \u201cMas tamb\u00e9m v\u00e3o a Sussex (inglesa) e algumas miniaturas, como Mini Cochins e Sedosa do Jap\u00e3o. Essas mini s\u00e3o chamadas popularmente de garniz\u00e9,\u00a0e s\u00e3o procuradas como pet. Vou levar ainda aves de ra\u00e7as de origem asi\u00e1tica,\u00a0como Brahma Perdiz e Brahma Dark, ambas com dupla aptid\u00e3o, ou seja, carne\u00a0e ovos e tamb\u00e9m ornamenta\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d, explica.<\/p>\n<p>Seus animais vivem dentro de um galp\u00e3o de 40 metros quadrados em gaiolas individuais fixadas na parede,\u00a0e comem ra\u00e7\u00e3o, gr\u00e3os, milho, trigo, aveia e girassol. \u201c<em>Em tempos de Expointer, \u00e9 como preparar atleta:\u00a0o tratamento \u00e9 mais intenso, inclusive com banhos para controle de ectoparasitas<\/em>\u201d, conta Schmitz.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-77488 aligncenter\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/21-400x400.jpeg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/21-400x400.jpeg 400w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/21-768x768.jpeg 768w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/21-560x560.jpeg 560w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/21.jpeg 945w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<p><strong>P\u00e1ssaros<\/strong><\/p>\n<p>Quando Pedro Ant\u00f4nio Cordeiro da Costa tinha dez anos, uma tia o presenteou com dois casais de periquitos. \u201c<em>Eu e minha m\u00e3e fomos visit\u00e1-la. Foi a primeira vez que vi um viveiro com uns 20 periquitos. Achei aquilo t\u00e3o maravilhoso que minha tia me deu os casais\u201d, relembra, com emo\u00e7\u00e3o. Come\u00e7ava ent\u00e3o uma paix\u00e3o para a vida toda. \u201cCom 13 anos, eu j\u00e1 tinha uns 40 casais de periquitos, que criava em dois viveiros enormes<\/em>\u201d, recorda.<\/p>\n<p>Hoje, Cordeiro, que tamb\u00e9m \u00e9 presidente da Sociedade Ornitol\u00f3gica Riograndense (SOR) e est\u00e1 com 69 anos, cria cerca de 70 casais de calopsita, periquito ingl\u00eas e australiano, mandarim, manon e pomba-diamante no Criadouro Cordeiro, que fica no bairro Jardim Bot\u00e2nico, em Porto Alegre. \u201c<em>Fa\u00e7o parte oficialmente da Sociedade h\u00e1 43 anos e sou o s\u00f3cio mais antigo em atividade ainda como criador<\/em>\u201d, conta, orgulhoso.<\/p>\n<p>Ele destaca que, nesta edi\u00e7\u00e3o da Expointer, participar\u00e3o 542 p\u00e1ssaros de quatro ra\u00e7as (calopsitas, can\u00e1rios, periquitos australianos e mandarins). Cordeiro vai levar cerca de 180 p\u00e1ssaros, entre calopsitas, periquitos australianos e mandarins. <em>\u201cSer\u00e3o machos e f\u00eameas que pesam entre 50 e 150 gramas\u201d,<\/em> especifica.<\/p>\n<p>Cordeiro conta que seus animais ficam em gaiolas pr\u00f3prias para cria\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o. \u201c<em>Eles t\u00eam tamanhos variados dependendo das ra\u00e7as\u201d<\/em>, esclarece Cordeiro, que tamb\u00e9m possui tr\u00eas viveiros de manejo, onde os filhotes, quando separados dos pais e j\u00e1 se alimentando sozinhos, ficam soltos. <em>\u201cL\u00e1 eles come\u00e7am a se exercitar e a ingerir uma alimenta\u00e7\u00e3o balanceada para que cres\u00e7am e se desenvolvam bem, ou seja, adquiram musculatura de asas\u201d<\/em>, explica.<\/p>\n<p>Conforme o criador, o tipo de alimenta\u00e7\u00e3o varia de p\u00e1ssaro para p\u00e1ssaro. As calopsitas comem uma mistura de cinco tipos de sementes (entre elas girassol e aveia descascada); os periquitos australianos se alimentam de forma similar, s\u00f3 que algumas sementes em quantidades menores. Quanto aos mandarins, a comida \u00e9 uma mistura espec\u00edfica de sementes (alpiste, pain\u00e7o, linha\u00e7a), pois eles possuem o bico reto.<\/p>\n<p>Cordeiro participa da Expointer h\u00e1 mais de 30 anos como expositor. Seus animais conquistaram v\u00e1rios pr\u00eamios durante o per\u00edodo. Para ele, retornar \u00e0 feira depois de dois anos \u00e9 muito importante por v\u00e1rias raz\u00f5es.<em> \u201c\u00c9 bom para divulga\u00e7\u00e3o, conscientiza\u00e7\u00e3o e harmoniza\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico em geral. Para mim, \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o pessoal poder transmitir para outras pessoas algum conhecimento que tenho, um pouco da alegria que vivencio. \u00c9 muito gratificante\u201d<\/em>, ressalta.<\/p>\n<p>\u201c<em>Os dois anos nos quais ficamos fora da Expointer foram um lapso de tempo na nossa vida, sem poder falar, mostrar, explicar sobre os p\u00e1ssaros para o p\u00fablico interessado, dar dicas de cria\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, lembra. \u201c<em>Sou uma esp\u00e9cie de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas da Sociedade. H\u00e1 pessoas que todos os anos batem ponto na Expointer para conversar comigo s<\/em>obre o assunto. A minha realiza\u00e7\u00e3o pessoal \u00e9 poder passar para os outros aquilo que sei.\u201d<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>GOV RS | Texto: Darlene Silveira\/Ascom Seapi | Edi\u00e7\u00e3o: Felipe Borges\/Secom | Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o Seapi<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segmento representa aumento de 27% no n\u00famero geral de animais na compara\u00e7\u00e3o com 2024 Ap\u00f3s dois anos sem participar da Expointer, devido \u00e0 influenza avi\u00e1ria (registrada em 2023) e \u00e0 Doen\u00e7a de Newcastle (em 2024), as aves e os p\u00e1ssaros est\u00e3o de volta\u00a0\u00e0 feira. 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