{"id":85098,"date":"2026-05-25T09:57:57","date_gmt":"2026-05-25T12:57:57","guid":{"rendered":"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/?p=85098"},"modified":"2026-05-25T09:58:45","modified_gmt":"2026-05-25T12:58:45","slug":"carta-de-porto-alegre-formaliza-alianca-para-enfrentar-o-avanco-do-hiv-no-rio-grande-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/carta-de-porto-alegre-formaliza-alianca-para-enfrentar-o-avanco-do-hiv-no-rio-grande-do-sul\/","title":{"rendered":"Carta de Porto Alegre formaliza alian\u00e7a para enfrentar o avan\u00e7o do HIV no Rio Grande do Sul"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\"><p style=\"text-align: center;\"><em>Documento liderado pela Sociedade Ga\u00facha de Infectologia foi entregue durante o InfectoTch\u00ea e re\u00fane sociedade civil, gestores e entidades m\u00e9dicas em torno da preven\u00e7\u00e3o, do diagn\u00f3stico precoce e do tratamento<\/em><\/p>\n<p>O avan\u00e7o do HIV no Rio Grande do Sul exige uma resposta coordenada, cont\u00ednua e baseada em evid\u00eancias. Com esse prop\u00f3sito, a Sociedade Ga\u00facha de Infectologia (SGI) formalizou e entregou, neste s\u00e1bado, dia 23 de maio, durante o InfectoTch\u00ea 2026, a Carta de Porto Alegre, documento que consolida a Alian\u00e7a Ga\u00facha pelo Enfrentamento do HIV. O movimento re\u00fane sociedade civil, gestores p\u00fablicos, secretarias municipais de sa\u00fade e entidades m\u00e9dicas em torno de estrat\u00e9gias para ampliar o acesso \u00e0 preven\u00e7\u00e3o, ao diagn\u00f3stico e ao tratamento.<br \/><br \/>A iniciativa, liderada pela SGI, com apoio da Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), surge em um contexto que mant\u00e9m o Estado em alerta. Dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostram que Porto Alegre segue entre os territ\u00f3rios com maiores desafios relacionados ao HIV e \u00e0 aids no pa\u00eds. Em boletim anterior, a capital ga\u00facha apareceu com o maior \u00edndice composto entre capitais, considerando indicadores como detec\u00e7\u00e3o, mortalidade e transmiss\u00e3o em crian\u00e7as menores de cinco anos. J\u00e1 em 2024, Porto Alegre registrou a maior taxa de mortalidade por aids do Brasil, com 12 \u00f3bitos por 100 mil habitantes, cerca de tr\u00eas vezes a m\u00e9dia nacional, segundo levantamento divulgado a partir do Boletim Epidemiol\u00f3gico HIV e Aids 2025 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<br \/><br \/>Entre os dados que refor\u00e7am a urg\u00eancia do tema, estudos recentes publicados pela JAMA Network apontam que at\u00e9 1 em cada 18 jovens entre 18 e 25 anos em Porto Alegre vive com HIV, evidenciando o risco ampliado nessa faixa et\u00e1ria e a necessidade de estrat\u00e9gias mais efetivas de preven\u00e7\u00e3o, testagem e cuidado cont\u00ednuo.<br \/><br \/>O presidente da Sociedade Ga\u00facha de Infectologia, Dimas Alexandre Kliemann, destacou que o enfrentamento ao HIV passa pela responsabilidade coletiva, mas tamb\u00e9m pelo fortalecimento da autonomia individual. Segundo ele, a sociedade disp\u00f5e hoje de informa\u00e7\u00e3o, preven\u00e7\u00e3o, testagem, tratamento e diferentes estrat\u00e9gias de cuidado, o que permite que cada pessoa tenha mais condi\u00e7\u00f5es de tomar decis\u00f5es sobre sua sa\u00fade e sua prote\u00e7\u00e3o.<br \/><br \/>\u201c<em>O enfrentamento ao HIV n\u00e3o pode depender apenas de uma equipe ou de a\u00e7\u00f5es isoladas. Hoje, temos todos os elementos para que cada pessoa possa se proteger. Talvez este seja o momento de empoderar cada indiv\u00edduo, porque vivemos em um mundo mais individualizado, mas tamb\u00e9m podemos usar isso a favor da preven\u00e7\u00e3o. Cada pessoa tem o direito de escolher como quer se cuidar, e esse tamb\u00e9m \u00e9 um caminho para enfrentar a epidemia<\/em>\u201d, afirmou Dimas Alexandre Kliemann.<br \/><br \/>A proposta est\u00e1 estruturada em duas frentes principais. A primeira \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o da testagem universal e regular, com diagn\u00f3stico precoce e in\u00edcio imediato do tratamento. Essa medida \u00e9 fundamental para reduzir complica\u00e7\u00f5es, melhorar a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV e diminuir a transmiss\u00e3o do v\u00edrus. A segunda frente \u00e9 a expans\u00e3o da preven\u00e7\u00e3o combinada, incluindo acesso \u00e0 Profilaxia Pr\u00e9-Exposi\u00e7\u00e3o (PrEP) oral e \u00e0 PrEP injet\u00e1vel de longa dura\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de a\u00e7\u00f5es educativas, acompanhamento cl\u00ednico e estrat\u00e9gias voltadas a popula\u00e7\u00f5es mais vulnerabilizadas.<br \/><br \/>A Carta de Porto Alegre tamb\u00e9m prop\u00f5e que o enfrentamento ao HIV seja compreendido como responsabilidade compartilhada. A mensagem central \u00e9 integrar servi\u00e7os de sa\u00fade, profissionais de diferentes especialidades, gestores, organiza\u00e7\u00f5es sociais e institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas em uma rede capaz de acolher, orientar, testar, tratar e acompanhar as pessoas de forma cont\u00ednua.<br \/><br \/>O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Ricardo Diaz, destacou a import\u00e2ncia de manter o HIV e a aids na agenda p\u00fablica, cient\u00edfica e institucional. Segundo ele, diante de crises sanit\u00e1rias, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e novos desafios em sa\u00fade, o tema costuma perder espa\u00e7o, o que compromete os avan\u00e7os na preven\u00e7\u00e3o, no diagn\u00f3stico e no cuidado.<br \/><br \/><em>\u201cEstamos tentando manter o HIV e a aids na agenda, porque esse tema sai muito facilmente do centro das discuss\u00f5es. Em 45 anos de enfrentamento da doen\u00e7a, vimos surgirem novas urg\u00eancias, como pandemia, aquecimento global, hepatites e outras amea\u00e7as \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica. Mas, enquanto n\u00e3o houver um esfor\u00e7o permanente para manter o HIV e a aids como prioridade, n\u00e3o vamos conseguir avan\u00e7ar como precisamos. Esse \u00e9 o nosso objetivo<\/em>\u201d, afirmou Ricardo Diaz.<br \/><br \/>Alberto Duarte, representante do Grupo de Apoio \u00e0 Preven\u00e7\u00e3o \u00e0 Aids (GAPA) e da sociedade civil, alertou para o impacto da redu\u00e7\u00e3o das campanhas de informa\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o sobre o HIV e a aids. Ele destacou que a falta de acesso a servi\u00e7os de sa\u00fade e a pol\u00edticas p\u00fablicas atinge com mais for\u00e7a popula\u00e7\u00f5es historicamente negligenciadas, ampliando o risco de infec\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico tardio, adoecimento e morte.<br \/><br \/><em>\u201cAs campanhas de informa\u00e7\u00e3o deixaram de existir, e isso tem consequ\u00eancia direta na preven\u00e7\u00e3o. No in\u00edcio da epidemia, fal\u00e1vamos em morte civil, porque a sociedade decretava a exclus\u00e3o das pessoas com aids antes mesmo da morte f\u00edsica. Hoje, essa morte civil segue presente quando popula\u00e7\u00f5es pretas, pardas, perif\u00e9ricas e pobres, al\u00e9m de pessoas gays, transexuais, travestis, pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua, usu\u00e1rios de drogas e popula\u00e7\u00e3o privada de liberdade, continuam sem acesso adequado aos servi\u00e7os de sa\u00fade e a outras pol\u00edticas p\u00fablicas. Essa aus\u00eancia leva \u00e0 infec\u00e7\u00e3o, ao diagn\u00f3stico tardio, ao adoecimento e \u00e0 morte<\/em>\u201d, afirmou Alberto Duarte.<br \/><br \/>A diretora do Departamento de Gest\u00e3o dos Hospitais Estaduais (DGHE) na Secretaria Estadual da Sa\u00fade do Rio Grande do Sul (SES-RS) e representante do Governo do Estado do RS, Let\u00edcia Ikeda, destacou que o enfrentamento ao HIV precisa ir al\u00e9m da resposta biom\u00e9dica, considerando as vulnerabilidades sociais, os contextos de vida e a necessidade de atua\u00e7\u00e3o integrada entre diferentes setores.<br \/><br \/><em>\u201cA epidemia de HIV n\u00e3o se resume a uma guerra contra um agente etiol\u00f3gico. Quem est\u00e1 h\u00e1 mais tempo nessa trajet\u00f3ria de cuidado, preven\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia sabe que estamos falando de algo muito maior do que o v\u00edrus. \u00c9 uma quest\u00e3o que transcende o aspecto biom\u00e9dico e tamb\u00e9m o pr\u00f3prio setor sa\u00fade, porque envolve vulnerabilidades, pol\u00edticas p\u00fablicas e compromisso coletivo<\/em>\u201d, afirmou Let\u00edcia Ikeda.<br \/><br \/>A formaliza\u00e7\u00e3o ocorreu durante o \u00faltimo dia do InfectoTch\u00ea 2026, um dos principais encontros cient\u00edficos da Infectologia na Regi\u00e3o Sul. A iniciativa se apresenta como um movimento aberto e colaborativo, com a proposta de colocar as pessoas no centro da resposta ao HIV, promover equidade no acesso, fortalecer o cuidado cont\u00ednuo e ampliar a integra\u00e7\u00e3o entre sa\u00fade p\u00fablica, rede privada, sociedades m\u00e9dicas e sociedade civil.<br \/><br \/>O presidente da AMRIGS, Dr. Gerson Junqueira Jr., ressaltou que o enfrentamento ao HIV exige integra\u00e7\u00e3o entre especialidades m\u00e9dicas, gestores p\u00fablicos e entidades representativas. Ele afirmou que a Carta de Porto Alegre nasce como resultado de uma constru\u00e7\u00e3o coletiva, articulada a partir da SGI, com o objetivo de ampliar a preven\u00e7\u00e3o, o diagn\u00f3stico e o cuidado no Rio Grande do Sul.<br \/><br \/><em>\u201cEssa mobiliza\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a partir de uma preocupa\u00e7\u00e3o trazida pela Sociedade Ga\u00facha de Infectologia e pelo seu presidente, Dimas Kliemann. A AMRIGS assumiu o papel de aproximar outras sociedades m\u00e9dicas, porque o HIV precisa ser enfrentado de forma transversal, envolvendo proctologia, ginecologia, urologia, pediatria, dermatologia, reumatologia, medicina de fam\u00edlia e comunidade, medicina interna e tantas outras \u00e1reas. A Carta de Porto Alegre simboliza essa uni\u00e3o e tamb\u00e9m a busca por apoio institucional, junto ao Governo do Estado, \u00e0 Secretaria Estadual da Sa\u00fade, \u00e0 Secretaria Municipal de Sa\u00fade de Porto Alegre, \u00e0 FAMURS e a outras entidades, para que o manifesto se transforme em a\u00e7\u00f5es reais em favor da popula\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d, afirmou Dr. Gerson Junqueira Jr.<br \/><br \/><strong>\u00cdntegra da Carta de Porto Alegre - Alian\u00e7a Ga\u00facha pelo Enfrentamento do HIV<\/strong><br \/><br \/>N\u00f3s, ga\u00fachos e ga\u00fachas, profissionais da sa\u00fade, ativistas, gestores p\u00fablicos, entidades m\u00e9dicas, organiza\u00e7\u00f5es sociais e cidad\u00e3os comprometidos com a vida, nos unimos para dizer que n\u00e3o aceitaremos mais que o HIV siga roubando futuros, ampliando desigualdades e silenciando pessoas no Rio Grande do Sul.<br \/><br \/>Vivemos em um estado marcado pela solidariedade, pela coragem e pela capacidade de reconstru\u00e7\u00e3o. \u00c9 com esse mesmo esp\u00edrito que escolhemos enfrentar uma epidemia que ainda machuca milhares de fam\u00edlias, especialmente aquelas mais vulnerabilizadas pelo preconceito, pela desinforma\u00e7\u00e3o e pela dificuldade de acesso ao cuidado. Sabemos que ningu\u00e9m vence essa luta sozinho. O HIV n\u00e3o pode ser enfrentado com medo, julgamento ou indiferen\u00e7a. Ele deve ser enfrentado com ci\u00eancia, acolhimento, uni\u00e3o e humanidade.<br \/><br \/>Hoje, a ci\u00eancia nos oferece ferramentas capazes de mudar o rumo dessa epidemia. Temos condi\u00e7\u00f5es de ampliar a testagem para todas as pessoas, garantindo diagn\u00f3stico precoce e acesso r\u00e1pido ao tratamento. Temos a possibilidade de expandir a preven\u00e7\u00e3o combinada, incluindo preservativos, educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade, PrEP oral e PrEP injet\u00e1vel de longa dura\u00e7\u00e3o. Sabemos que pessoas em tratamento e com carga viral indetect\u00e1vel n\u00e3o transmitem o HIV. Sabemos que salvar vidas depende de acesso, informa\u00e7\u00e3o e cuidado cont\u00ednuo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-85101 aligncenter\" src=\"http:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1.1-4-283x400.jpg\" alt=\"\" width=\"283\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1.1-4-283x400.jpg 283w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1.1-4-768x1086.jpg 768w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1.1-4-1086x1536.jpg 1086w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1.1-4-1448x2048.jpg 1448w, https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1.1-4.jpg 1654w\" sizes=\"auto, (max-width: 283px) 100vw, 283px\" \/><br \/>Por isso, assumimos juntos alguns compromissos fundamentais:<br \/><br \/>\u2022 Levar informa\u00e7\u00e3o de qualidade e combater o estigma relacionado ao HIV<br \/>\u2022 Ampliar a testagem universal e o diagn\u00f3stico precoce em todo o estado<br \/>\u2022 Garantir acesso amplo, digno e descentralizado \u00e0 PrEP oral e injet\u00e1vel<br \/>\u2022 Fortalecer o tratamento imediato e cont\u00ednuo para todas as pessoas vivendo com HIV<br \/>\u2022 Promover cuidado humanizado, livre de discrimina\u00e7\u00e3o e preconceito<br \/>\u2022 Integrar sociedade civil, servi\u00e7os de sa\u00fade, universidades, entidades m\u00e9dicas e gestores p\u00fablicos em uma resposta coletiva<br \/>\u2022 Escutar e acolher as pessoas vivendo com HIV, reconhecendo sua dignidade, sua voz e seus direitos<br \/><br \/>Acreditamos que nenhuma pessoa deve ser definida por um diagn\u00f3stico. Toda vida importa. Toda pessoa merece cuidado, respeito e oportunidade de viver plenamente. A luta contra o HIV n\u00e3o pertence apenas \u00e0 medicina ou aos governos \u2014 ela pertence a todos n\u00f3s.<br \/><br \/>A Carta de Porto Alegre nasce como um chamado \u00e0 a\u00e7\u00e3o e \u00e0 esperan\u00e7a. Um compromisso coletivo do povo ga\u00facho com a vida, com a ci\u00eancia e com o futuro. Porque somente unidos conseguiremos transformar a realidade do HIV no Rio Grande do Sul.<br \/><br \/>E porque ningu\u00e9m pode ficar para tr\u00e1s.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><strong>PlayPress | SGI - Sociedade Ga\u00facha de Infectologia | Reda\u00e7\u00e3o e foto: Marcelo Matusiak<\/strong><\/h6>\n\n\n<center><iframe loading=\"lazy\" class=\"jmvplayer\" src=\"https:\/\/player.jmvstream.com\/lvw\/YYGWo5wfZuZ8fEW7Qoq1ISwhLSEDhU\" allowfullscreen allow=\"autoplay; fullscreen\" frameborder=\"0\" width=\"640\" height=\"360\" ><\/iframe><\/center>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Documento liderado pela Sociedade Ga\u00facha de Infectologia foi entregue durante o InfectoTch\u00ea e re\u00fane sociedade civil, gestores e entidades m\u00e9dicas em torno da preven\u00e7\u00e3o, do diagn\u00f3stico precoce e do tratamento O avan\u00e7o do HIV no Rio Grande do Sul exige uma resposta coordenada, cont\u00ednua e baseada em evid\u00eancias. Com esse prop\u00f3sito, a Sociedade Ga\u00facha de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":85099,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-85098","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85098","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=85098"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85098\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":85102,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85098\/revisions\/85102"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/85099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=85098"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=85098"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sol.fm.br\/radio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=85098"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}