O Bitcoin vem oscilando por conta da guerra, mas segundo o CEO da Mannah, Pedro Xavier, as variações não tem sido tão bruscas quanto se esperava. Para ele, por mais que o petróleo tenha sido o principal afetado e exista uma correlação indireta no sobe e desce, o mercado tem mostrado uma maturidade por conta do aumento do apoio institucional nas moedas digitais.
"Então existe uma correlação indireta de volatilidade do Bitcoin com o Petróleo, então qualquer ação no estreito de Ormuz vai mexer com a criptomoeda. É normal que o mercado e os investidores, em momentos de incerteza, caminhem mais para ativos do que eles consideram de maior segurança, e aqui é onde os metais preciosos entram. Mas eu acredito que o mercado cripto está muito mais maduro comparado a outros momentos. Por exemplo, em termos de volumes institucionais o que nós temos hoje no mercado cripto em Bitcoin; países aumentando reserva, criando reservas em Bitcoin, algo que ainda não ocorria de forma tão explícita em 2022 na guerra da Ucrânia. Então hoje você tem países dando um aval muito maior em termos de reserva, tem grandes players institucionais também, não só em Bitcoin como você disse, como em outras criptos. Além disso, você tem a população optando pela bitcoin para fugir das mudanças a da moeda local. A gente vê recordes de investidores entrando em cripto no mercado iraniano. Isso mostra para a gente que num momento de incerteza para uma população, a cripto surge como uma alternativa, porque de fato ela te protege contra aquele cenário local", analisa Pedro Xavier.
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