Inflamações intestinais avançam no país e reforçam a importância de escolhas alimentares adequadas

  • 25 de fevereiro de 2026
  • Sol FM

Consultada pela Josapar, nutricionista explica como ajustes na alimentação podem contribuir para o controle dos sintomas e para a saúde intestinal

As doenças inflamatórias intestinais têm apresentado crescimento relevante no Brasil na última década. Dados consolidados a partir de registros hospitalares do Sistema Único de Saúde indicam que o número anual de internações relacionadas a essas condições registrou um aumento superior a 60% no período. O avanço reforça a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento médico e de estratégias complementares, como a alimentação adequada.

Atenta a esse cenário e às novas demandas do consumidor por alimentos mais leves e funcionais, a Josapar — detentora das marcas Tio João, Meu Biju, SupraSoy e Azeite Nova Oliva — acompanha a evolução dos hábitos alimentares e a busca por produtos que contribuam para o equilíbrio nutricional no dia a dia. Para aprofundar um pouco mais sobre o assunto, a companhia consultou a nutricionista Dra. Aline Maldonado.

Segundo a especialista, doenças inflamatórias intestinais, como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, são condições crônicas que alternam períodos de crise e remissão. Embora não tenham cura definitiva, o controle adequado pode proporcionar qualidade de vida e reduzir complicações.

“A alimentação deve ser ajustada conforme a fase da doença e a resposta individual de cada paciente. Durante as crises, o intestino está mais sensível. Nesse momento, priorizamos alimentos de fácil digestão e menor teor de fibras insolúveis, o que pode ajudar a reduzir desconfortos como dor abdominal e alterações no trânsito intestinal”, explica.

Preparações simples à base de arroz branco, purês, legumes cozidos e proteínas magras, por exemplo, costumam ser mais bem toleradas durante as crises por serem fontes de energia de fácil digestão e exigirem menor esforço do sistema gastrointestinal. Já em períodos de remissão, quando os sintomas estão controlados, é possível ampliar gradualmente a variedade alimentar, sempre observando a resposta individual.

Arrozes integrais e pigmentados preservam compostos bioativos naturais e fibras que, quando bem toleradas, contribuem para a saúde da microbiota intestinal e para o equilíbrio metabólico”, orienta Dra. Aline. Segundo ela, o arroz integral também se destaca pela presença de antioxidantes, que auxiliam na neutralização de radicais livres e na redução do estresse oxidativo, processo associado ao agravamento de inflamações crônicas. “A introdução deve ser feita de forma progressiva e sempre com orientação profissional”, reforça.

Outro ponto destacado é a qualidade das gorduras consumidas. O azeite de oliva extravirgem, por exemplo, contém compostos fenólicos associados à modulação de processos inflamatórios. “Substituir gorduras saturadas por fontes como o azeite pode ser uma estratégia interessante dentro de um padrão alimentar equilibrado”, afirma a nutricionista.

A especialista também chama atenção para a importância da hidratação, especialmente para pacientes que apresentam diarreia como sintoma recorrente. “A perda frequente de líquidos pode levar à desidratação e ao desequilíbrio de eletrólitos. Manter uma ingestão adequada de água ao longo do dia é fundamental para preservar o funcionamento do organismo e auxiliar na recuperação”, destaca.

É preciso excluir o glúten?

Às pessoas que apresentam sensibilidade ao trigo ou buscam alternativas mais leves, a farinha de arroz surge como opção versátil em diferentes preparações. Embora a exclusão do glúten não seja uma recomendação universal para todas as doenças inflamatórias intestinais, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e priorizar ingredientes mais simples pode favorecer o bem-estar gastrointestinal.

Nesse contexto, o portfólio da Josapar contempla desde o arroz branco tradicional até versões integrais, mixes de grãos e variedades especiais pela marca Tio João e Meu Biju. A empresa também oferece farinha de arroz como alternativa ao trigo, alimentos em pó à base de proteína vegetal sob a marca SupraSoy — voltados a públicos com intolerância à lactose ou que optam por produtos de origem vegetal — e azeite de oliva pela marca Azeite Nova Oliva.

Para a Dra. Aline, mais do que excluir grupos alimentares, o foco deve estar na construção de um padrão alimentar equilibrado e individualizado. “Cada organismo responde de maneira diferente. O acompanhamento profissional é fundamental para garantir adequação nutricional, controle de sintomas e manutenção da qualidade de vida”, conclui.

Sobre a Josapar

Com uma tradição de qualidade desde 1922 e líder nacional do mercado de arroz, a Josapar possui unidades industriais em Pelotas (RS), Jaboatão dos Guararapes (PE), Itaqui (RS) e Cristalina (GO), e conta com os mais modernos processos de produção. A empresa detém a Certificação FSSC 22000, uma norma internacional de segurança de alimentos reconhecida pela Global Food Safety Initiative (GFSI), para as principais unidades de arroz branco e arroz parboilizado. Além do tradicional Arroz Tio João, a Josapar está presente no mercado com o arroz e o feijão Meu Biju; com a marca SupraSoy, de alimentos em pó à base de proteína vegetal; com o Azeite Nova Oliva; e as marcas Soy+, Beleza, Tio Mingote e No Ponto.


ATDC Group | Foto: Divulgação

NÃO ESQUEÇA DE DEIXAR SEU COMENTÁRIO

É muito importante pra gente saber sua opinião

MAIS DA SOL FM

WP Radio
WP Radio
OFFLINE LIVE