Programação da Sociedade Gaúcha de Infectologia abordará entre os temas evidências científicas, segurança das vacinas e estratégias para reduzir casos graves no Rio Grande do Sul
A dengue segue entre os principais temas de atenção em saúde pública no Rio Grande do Sul em 2026 e é um dos destaques da programação do 7º InfectoTchê, promovido pela Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI), nos dias 22 e 23/05, no Hotel Hilton Porto Alegre, em Porto Alegre (RS). Na sexta-feira, 22/05, às 11h30, o infectologista Dr. Fabiano Ramos conduzirá a palestra “Vacinação contra dengue no Brasil: evidências, segurança e impacto esperado”, para discutir prevenção, vacinação, diagnóstico precoce e controle da doença.
O debate ocorre em um momento em que o Estado mantém vigilância ativa para a dengue. Em abril, foi confirmado o primeiro óbito pela doença no Rio Grande do Sul em 2026, em um caso registrado no município de Jacutinga. Dados da Secretaria Estadual da Saúde apontam que, até o início de maio, o Estado contabilizava 880 casos confirmados da doença e 477 municípios infestados.

Segundo o presidente da Sociedade Gaúcha de Infectologia, Dr. Dimas Alexandre Kliemann, o cenário reforça a necessidade de manter o debate técnico atualizado e aproximar informação científica da prática assistencial e da população. “A dengue continua exigindo atenção permanente das equipes de saúde e da sociedade. Discutir vacinação, prevenção, reconhecimento precoce dos sintomas e medidas de controle é fundamental para reduzir complicações e evitar óbitos, especialmente em grupos mais vulneráveis”, afirma.
Durante o InfectoTchê, especialistas também irão abordar as evidências mais recentes sobre eficácia e segurança das vacinas disponíveis no Brasil, além das perspectivas de impacto da imunização no controle da doença nos próximos anos. A programação busca integrar atualização científica, experiência clínica e estratégias de saúde pública voltadas ao enfrentamento das arboviroses.
A SGI orienta que a população mantenha medidas preventivas contra o mosquito Aedes aegypti, como eliminação de recipientes com água parada, limpeza de calhas, cuidados com vasos de plantas e atenção aos sintomas, entre eles febre alta, dores no corpo, manchas na pele e mal-estar. A recomendação é procurar avaliação médica diante de sinais suspeitos.
Mais informações sobre a programação e inscrições para o 7º InfectoTchê estão disponíveis no site oficial do evento https://www.infectotche.com.br/
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